Foi há quase um ano e meio que se deu uma grande mudança na minha vida, a saída de um emprego onde estava há uns dez anos e onde já não me sentia feliz, para outro onde tenho muito mais autonomia e de que continuo a gostar como nos primeiros dias. No emprego anterior, deixei uma equipa que durante muito tempo foi o que me deu força para continuar, 10 pessoas que choraram comigo no dia em que saí. Este fim de semana cruzei-me com o postal que me improvisaram e que me deram nesse dia. E não nego que as lágrimas me vieram aos olhos.
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24 de novembro de 2014
27 de outubro de 2014
20 de outubro de 2014
Imperdível: como é trabalhar com gatos em casa
As minhas situações preferidas e em que me revejo a cem por cento: o gato deitado no poltrona e o dono a ter de se sentar numa cadeira manhosa; e o dono a escrever no teclado com as mãozinhas todas tortas para não incomodar sua excelência.
3 de setembro de 2014
Improdutividade
Sabem aqueles dias em que nos cansamos imenso no trabalho, toda a gente nos traz problemas, todos nos ligam e não conseguimos ligar para ninguém e quando saímos temos a sensação de não ter feito nada? Hoje foi um desses. Odeio estes dias.
28 de agosto de 2014
A imigração na Suécia (e como a descobri também através dos livros)
Quando cheguei a Estocolmo, uma das coisas que mais me impressionou e surpreendeu foi a quantidade de imigrantes pelas ruas, aparentemente sem trabalho dado as horas a que circulavam. Sobretudo homens jovens, oriundos do Iraque, Somália, Roménia... Mas também algumas mulheres, sobretudo mais velhas e de etnia cigana que pedem em cada rua.
E foi aí que liguei alguns pontos que tinha guardado na memória devido a livros que li:
1. Nos recentes livros dos suecos Erik Axl Sund (A rapariga-corvo e Fome de fogo, faltando ainda sair o último da trilogia), tudo começa com o assassínio ritualístico de rapazes sem família oriundos da Serra Leoa e sem uma família que os proteja ou que dê pela sua falta. E o tema nunca larga os livros.
2. No livro de Henning Mankell Faceless killers, escrito em 1990, o problema já existia, descrevendo-se campos de refugiados onde viviam imigrantes que não eram aceites em mais lado algum.
3. Stieg Larsson, autor da trilogia Millenium, era um acérrimo defensor dos direitos dos imigrantes na Suécia, aparecendo em tudo o que eram manifestações xenófobas e exercendo o seu contrapoder na revista em que escrevia, a Expo. Depois da sua morte, foi criada a Fundação Stieg Larsson, que continua a sua luta e todos os anos atribui um prémio a ativistas dos direitos humanos.
Ligados os pontos, pesquisei um pouco e apercebi-me de que este é de facto um fenómeno sueco onde, neste momento, cerca de 15 por cento da população é imigrante. Se isto nos revela uma sociedade aberta, em excesso pode também transformá-la numa sociedade perigosa, assim os imigrantes comecem a fazer mossa aos nativos.
E foi aí que liguei alguns pontos que tinha guardado na memória devido a livros que li:
1. Nos recentes livros dos suecos Erik Axl Sund (A rapariga-corvo e Fome de fogo, faltando ainda sair o último da trilogia), tudo começa com o assassínio ritualístico de rapazes sem família oriundos da Serra Leoa e sem uma família que os proteja ou que dê pela sua falta. E o tema nunca larga os livros.
2. No livro de Henning Mankell Faceless killers, escrito em 1990, o problema já existia, descrevendo-se campos de refugiados onde viviam imigrantes que não eram aceites em mais lado algum.
3. Stieg Larsson, autor da trilogia Millenium, era um acérrimo defensor dos direitos dos imigrantes na Suécia, aparecendo em tudo o que eram manifestações xenófobas e exercendo o seu contrapoder na revista em que escrevia, a Expo. Depois da sua morte, foi criada a Fundação Stieg Larsson, que continua a sua luta e todos os anos atribui um prémio a ativistas dos direitos humanos.
Ligados os pontos, pesquisei um pouco e apercebi-me de que este é de facto um fenómeno sueco onde, neste momento, cerca de 15 por cento da população é imigrante. Se isto nos revela uma sociedade aberta, em excesso pode também transformá-la numa sociedade perigosa, assim os imigrantes comecem a fazer mossa aos nativos.
4 de julho de 2014
E depois de ter dito de como gosto do meu trabalho...
... algumas dicas bem úteis para o sucesso de uma empresa. (Para verem maior, gravem a imagem no vosso desktop).
1 de julho de 2014
Um ano!
Há um ano que comecei a passar os meus dias sentada neste lugar, a fazer uma coisa de que gosto e de que raramente me farto. Até hoje, agradeço todos os dias a oportunidade que tive e não me arrependi uma única vez da escolha que fiz. Sou uma sortuda.
9 de junho de 2014
24 de maio de 2014
11 de abril de 2014
7 de abril de 2014
Dá gosto...
... trabalhar numa empresa em que a formação a professores é dada e encarada de uma forma diferente, fugindo aos lugares comuns, pensando em ideias para o futuro, aprendendo aquilo que não nos passava pela cabeça.
Sexta e sábado ouvirmos falar de educação de bocas como Marçal Grilo, Tersesa Ricou, Valter Hugo Mãe ou Paulo Guinote, mas também participámos em workshops de ciência, escrita criativa, expressão dramática ou ficção científica. E ainda assistimos a duas peças de teatro fora de tudo que é habitual e a dois concertos extraordinários.
O Utopias 2014 foi bom, muito bom!
Sexta e sábado ouvirmos falar de educação de bocas como Marçal Grilo, Tersesa Ricou, Valter Hugo Mãe ou Paulo Guinote, mas também participámos em workshops de ciência, escrita criativa, expressão dramática ou ficção científica. E ainda assistimos a duas peças de teatro fora de tudo que é habitual e a dois concertos extraordinários.
O Utopias 2014 foi bom, muito bom!
4 de abril de 2014
12 de março de 2014
Vamos ser criativos
Afinal, a maior parte destes conselhos não custam nada.
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10 de março de 2014
Os perigos do multitasking
Por isso às vezes me irrito tanto por ser interrompida. Acho que isto é de ampliar e de espalhar por praticamente todas as empresas deste país, para que cada um de nós aprenda um pouco. Eu já enviei para a minha equipa.
4 de março de 2014
26 de fevereiro de 2014
7 de fevereiro de 2014
24 de janeiro de 2014
11 de dezembro de 2013
18 anos de sorte
Foi há 18 anos, por volta das 10h da noite que, depois da defesa de um trabalho final perante um professor um tanto ou quanto sádico, terminei o meu curso. Em casa esperavam-nos há horas (a minha e à Mary) os nossos pais, os meus avós, os meus irmãos, num orgulho que se transformou em ansiedade com o passar do tempo. Mas lá chegou a hora.
Depois, foi a entrada relativamente rápida no mundo do trabalho, numa época em que ainda havia lugar para quem tinha o sonho de ser jornalista ou outra coisa qualquer. Passei por um grande jornal diário e depressa cheguei à conclusão de que a minha realização não era aquela. Eu gostava de escrever, sim, mas não sempre sobre a mesma coisa, todas as semanas, todos os dias, todas as horas. Com alguns ziguezagues pelo caminho acabei por ir parar ao mundo editorial, de onde desde há mais de 10 anos não voltei a sair.
Pelo meio, e durante todo este tempo, estive apenas 6 meses desempregada, o que não significa sem trabalho, porque isso nunca estive. Esforcei-me bastante, sem dúvida, mas admito que tive também muita sorte. Até ao dia de hoje, 11.12.13, que se não fosse a minha mãe não me lembraria do que comemorava. Este ano a minha vida mudou mais um bocadinho, ao passar de uma grande editora para uma bem mais pequena, onde me sinto muito mais feliz. Esforcei-me, claro, mas a sorte esteve também sempre do meu lado. Isso e a medalha que no dia 11.12.95 os meus avós maternos me ofereceram. Algo tão simples quanto isto mas que significa tudo aquilo que todos os dias tento melhorar e alcançar.
Depois, foi a entrada relativamente rápida no mundo do trabalho, numa época em que ainda havia lugar para quem tinha o sonho de ser jornalista ou outra coisa qualquer. Passei por um grande jornal diário e depressa cheguei à conclusão de que a minha realização não era aquela. Eu gostava de escrever, sim, mas não sempre sobre a mesma coisa, todas as semanas, todos os dias, todas as horas. Com alguns ziguezagues pelo caminho acabei por ir parar ao mundo editorial, de onde desde há mais de 10 anos não voltei a sair.
Pelo meio, e durante todo este tempo, estive apenas 6 meses desempregada, o que não significa sem trabalho, porque isso nunca estive. Esforcei-me bastante, sem dúvida, mas admito que tive também muita sorte. Até ao dia de hoje, 11.12.13, que se não fosse a minha mãe não me lembraria do que comemorava. Este ano a minha vida mudou mais um bocadinho, ao passar de uma grande editora para uma bem mais pequena, onde me sinto muito mais feliz. Esforcei-me, claro, mas a sorte esteve também sempre do meu lado. Isso e a medalha que no dia 11.12.95 os meus avós maternos me ofereceram. Algo tão simples quanto isto mas que significa tudo aquilo que todos os dias tento melhorar e alcançar.
27 de novembro de 2013
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