Como deitar fora esta caixa que trazia uma encomenda e que desde há duas semanas é a casinha da TT sempre que precisa de abrigo? Fica horrível na minha sala, mas simplesmente não consigo privá-la disto... O que fariam no meu lugar?
17 de julho de 2014
16 de julho de 2014
Escolha bizarra #50
Ganhar um Nobel com uma ideia roubada... ou ficar rico com uma invenção perigosa?
Informação útil (para alguns)
Eu sei que vou despertar ódios, mas lamento, é o meu blogue e eu acredito nesta saída. Só para informar que a partir de ontem, e até dia 12 de setembro, qualquer pessoa não filiada em qualquer outro partido se pode inscrever online como simpatizante para votar nas Primárias do PS, que serão no dia 28 do mesmo mês.
Todas as informações clicando aqui em baixo.
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Os segredos de Jacinta, de Cristina Torrão
É-me muito difícil escrever sobre um livro quando já conhecia a escritora, e por motivos que não a literatura. Comecei a lê-lo com uma espécie de pudor, porque sabia que depois iria escrever sobre ele, e queria escrever bem mas ser sincera ao mesmo tempo.
Agora posso respirar fundo. Porque gostei muito deste livro de Cristina Torrão, que já tinha escrito outros sobre reis portugueses mas nenhum focado essencialmente no povo português. Este retrata a vida de uma rapariga do século XII, no período que antecede o cerco de Lisboa. Uma rapariga do povo que, tal como todas na época, tinha de se submeter cegamente às vontades dos pais e dos irmãos. Mas Jacinta precisa de mais, de decidir o seu caminho, que não é fácil porque cheio de altos e baixos, de momentos de santidade e de pecado.
Mas não se julgue que aqui se retrata apenas a exceção de uma rapariga que fugiu à regra. Ficamos também a conhecer a vida daquelas que seguiam o caminho que lhes era traçado, sem um ai mas também muitas vezes sem felicidade.
A única coisa que tenho apontar é algum exagero de referências a terras e senhores das terras no início do livro, que o fazem prever um pouco confuso. Mas, passada essa fase, tudo se clarifica e as histórias de Jacinta leem-se de um fôlego, tendo mesmo por vezes trazido à minha memória cenas de Os pilares da terra, de Ken Follett, nomeadamente na descrição da vida das pessoas, das deambulações pelos bosques, das feiras e festividades, da luta pela sobrevivência na Idade Média.
O livro não se encontra à venda muito facilmente, mas podem encontrá-lo aqui, na loja online da Poética Edições.
Agora posso respirar fundo. Porque gostei muito deste livro de Cristina Torrão, que já tinha escrito outros sobre reis portugueses mas nenhum focado essencialmente no povo português. Este retrata a vida de uma rapariga do século XII, no período que antecede o cerco de Lisboa. Uma rapariga do povo que, tal como todas na época, tinha de se submeter cegamente às vontades dos pais e dos irmãos. Mas Jacinta precisa de mais, de decidir o seu caminho, que não é fácil porque cheio de altos e baixos, de momentos de santidade e de pecado.
Mas não se julgue que aqui se retrata apenas a exceção de uma rapariga que fugiu à regra. Ficamos também a conhecer a vida daquelas que seguiam o caminho que lhes era traçado, sem um ai mas também muitas vezes sem felicidade.
A única coisa que tenho apontar é algum exagero de referências a terras e senhores das terras no início do livro, que o fazem prever um pouco confuso. Mas, passada essa fase, tudo se clarifica e as histórias de Jacinta leem-se de um fôlego, tendo mesmo por vezes trazido à minha memória cenas de Os pilares da terra, de Ken Follett, nomeadamente na descrição da vida das pessoas, das deambulações pelos bosques, das feiras e festividades, da luta pela sobrevivência na Idade Média.
O livro não se encontra à venda muito facilmente, mas podem encontrá-lo aqui, na loja online da Poética Edições.
15 de julho de 2014
É genial e eu vou ter um
Um repousa-pés ajustável a qualquer altura e a qualquer secretária. A ideia é básica, mas a verdade é que não a tinha visto antes. O meu, espero que já venha a caminho. À venda aqui.
Tal como o título do primeiro livro
Porque é que eu também não consigo parar de comprar livros quando ainda tenho tantos para ler? Ontem passei numa Bertrand (que na segunda 2.ª feira de cada mês tem mais desconto do que habitualmente) e vieram mais estes dois. Precisava de uns dois meses seguidos de férias para pôr um quinto da leitura em dia...
E pronto, oficialmente uso base
Sempre detestei usar base. Primeiro, porque tenho uma pele com uma cor relativamente uniforme. E depois, porque sempre detestei aquela sensação de estar a aplicar uma pasta colorida na cara, por muito boa a fluida que seja.
Há dias, e porque estou a ficar com uma manchinha na cara (sim, a idade não perdoa...), uma amiga aconselhou-me as bases em pó. E tenho a dizer que não quero outra coisa. Esta da Kiko, que estou a usar agora, fica super natural, é de fácil aplicação, duradoura, e tem uma boa relação qualidade-preço. Vem com uma esponja de aplicação, mas eu prefiro usar um pincel.
Ah, e mais uma coisa não menos importante: a Kiko não testa produtos em animais.
Há dias, e porque estou a ficar com uma manchinha na cara (sim, a idade não perdoa...), uma amiga aconselhou-me as bases em pó. E tenho a dizer que não quero outra coisa. Esta da Kiko, que estou a usar agora, fica super natural, é de fácil aplicação, duradoura, e tem uma boa relação qualidade-preço. Vem com uma esponja de aplicação, mas eu prefiro usar um pincel.
Ah, e mais uma coisa não menos importante: a Kiko não testa produtos em animais.
14 de julho de 2014
As coisas simples da vida, n.º 198
Se soubessem como fico contente, pareço uma criança. Ainda me dá mais prazer do que comprar in loco, porque assim o momento divide-se em dois: o da escolha e o da recolha.
Quase, quase a entrarem na minha sala para saírem pela janela
As andorinhas da TÓcolante que comprei em promoção na Lusa Mater. Vão ficar uma beleza, assim as consiga colar como deve ser.
13 de julho de 2014
Dia importante
- Um até breve de grandes amigos;
- a chegada de uma grande amiga;
- a final do mundial como mero extra.
- a chegada de uma grande amiga;
- a final do mundial como mero extra.
12 de julho de 2014
Tarefa para o fim de semana: dar conta deste caos
Desenvasar e replantar, podar, reorganizar os vasos, adubar, deitar fora os despojos, varrer, lavar. E tentar manter as costas em condições. E as mãos. E os braços.
11 de julho de 2014
Tarefa de fim de tarde
Desbastar isto:
E, depois de desenvasar tudo, aproveitar as melhores pernadas e plantar isto:
Pode parecer que foi pouco, mas deu para transpirar um bocado e ficar com os braços num estado que toda a gente vai pensar que foram as gatas.
Os ensaios de Hitler
Além da devastação que deixou atrás de si, Hitler também nos deixou uma imagem muito física. Um homem de estatura relativamente baixa, cabelo ralo e bigode pequenino, com uma voz ligeiramente esganiçada e gestos intempestivos.
Mas estes gestos não eram espontâneos, longe disso. Com o fotógrafo Heinrich Hoffman, e tendo como som de fundo os discursos que já tinha feito, Hitler ensaiava todos esses gestos ao pormenor, de modo a criarem o maior impacte e dramatismo possível. Em sessões privadas, gesticulava furiosamente e depois escolhia os mais eficazes quando via as imagens impressas.
Depois, pediu ao fotógrafo que destruísse os negativos, de modo a mais ninguém lhes ter acesso. Só que Hoffman não o fez, e os ensaios de Hitler chegaram até nós. Eis o resultado de alguns deles:
Mas estes gestos não eram espontâneos, longe disso. Com o fotógrafo Heinrich Hoffman, e tendo como som de fundo os discursos que já tinha feito, Hitler ensaiava todos esses gestos ao pormenor, de modo a criarem o maior impacte e dramatismo possível. Em sessões privadas, gesticulava furiosamente e depois escolhia os mais eficazes quando via as imagens impressas.
Depois, pediu ao fotógrafo que destruísse os negativos, de modo a mais ninguém lhes ter acesso. Só que Hoffman não o fez, e os ensaios de Hitler chegaram até nós. Eis o resultado de alguns deles:
10 de julho de 2014
Para quebrar a monotonia
Isto de ter a mesma casa montada há quase seis anos às vezes é entediante, apesar de eu adorar a casa que tenho. Mas o que fazer quando já se tem tudo e em bom estado, dos móveis aos eltrodomésticos, dos têxteis à louça e talheres? Ir comprando uns mimos de vez em quando, como estas chávenas com base em cortiça e que terão de substituir algumas que por aí estejam.
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| Chávenas de café «The whistler», da Alma gémea, à venda na Lusa Mater. |
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