18 de setembro de 2014
Apelo da APCA (Associação de Proteção dos Cães Abandonados)
Além do apelo, podem saber mais sobre a APCA aqui.Caros sócios, padrinhos e amigos,
Trazemo-vos um apelo desesperado. A APCA foi alvo de denúncia por alguém extremamente cruel e mal formado à ACT (Autoridade para as Condições do Trabalho). Fomos alvo de uma inspecção surpresa que, como devem calcular num canil tão velhinho como o nosso, não correu mesmo nada bem. Estamos a cometer uma série de infracções e temos de fazer uma série de obras para reunirmos as condições consideradas mínimas pela lei para os nossos funcionários.
Como sabem, a APCA sobrevive exclusivamente de donativos de pessoas que gostam de animais. Todos os meses são uma luta para pagar as contas e, acreditem, que para nosso grande pesar, muitas vão ficando por pagar. Apesar disso, os nossos cães estão gordinhos e bem tratados e, muitos deles, até são felizes no canil.
Por isso apelamos ao vosso bom coração que nos ajudem nesta hora tão triste. Ameaçaram-nos com o fecho do canil e isso não podemos permitir. Para onde iriam os nossos lindos canitos, pelos quais lutamos diariamente? Precisamos da ajuda de todos vocês para concretizar estas obras que estão orçamentadas em cerca de €4000. É muito dinheiro para nós! Dinheiro que não temos neste momento!
Todas as ajudas serão preciosas, nem que seja €1 já nos estão a ajudar a manter o nosso canil aberto. Poderão ajudar-nos de várias formas:
• Efectuando uma transferência para a nossa conta:
Conta 2070 5396 0009
NIB 0007 0207 00053960009 97
IBAN PT50 0007 0207 0005 3960 0099 7
SWIFT/BIC BESCPTPL
Pedimos que nos enviem um email para info@apca.org.pt sempre que nos fizerem um donativo, para podermos mais facilmente identificar no nosso extrato as vossas ajudas. Passamos recibo do donativo a quem nos pedir, basta para isso enviar nome completo, morada completa e número de contribuinte para o nosso email.
• Entregando artigos para venda no nosso bazar. Temos uma lojinha situada em frente à estação de comboios de Sintra onde vendemos artigos doados. Vendemos de tudo: roupa, bibelots, bijuteria, sapatos, malas, pequenos móveis, etc. Podem também passar por lá para adquirir os artigos que temos para venda, pois temos sempre coisas giríssimas.
• Divulgando este apelo por todos os seus contactos de amigos e conhecidos, pois precisamos de muitas ajudas para conseguir concretizar esta tarefa e garantir o espaço dos nossos canitos.
Para qualquer esclarecimento sobre este assunto poderá contactar-nos para o 964530419, 915133063, 927795552, 929037591 ou info@apca.org.pt .
Em nome dos cães da APCA, o nosso muito obrigado por ter lido este apelo!
Lisboa Scooter Day
Sábadolá estarei. Se não o dia todo, pelo menos para o passeio das 16h30 de certeza. E com o meu capacete cor de rosa.
Mais informações aqui, e este é o programa:
10h00 - Abertura
11h00 - Workshop Condução Defensiva (aconselho vivamente!)
12h00 - Apresentação Vantagens das Scooters
14h00 - Concentração para passeio
16h15 - Foto de grupo
16h30 - Passeio pela cidade
18h30 - Chegada e entrega de prémios
19h00 - Encerramento
O percurso do passeio será este: Campo Pequeno - Avenida da República - Marquês de Pombal - Avenida da Liberdade - Baixa - Parque das Nações - Avenida Marechal Gomes da Costa - Avenida Gago Coutinho - Avenida João XXI - Avenida de Roma - Avenida do Brasil - Campo Grande - Campo Pequeno.
17 de setembro de 2014
O bom, o mau e o cravo cortado
Este vídeo de campanha de António José Seguro é um reflexo perfeito da imagem de donzela ofendida que tem transmitido nos últimos meses. Além de esteticamente ser de gosto bastante duvidoso, o seu conteúdo chega a ser patético.
16 de setembro de 2014
O meu trio preferido da Essie
Não vale a pena vir para aqui repetir o quanto gosto de vernizes. Esta é a minha escolha da Essie para os meses que aí vêm, pela minha ordem de preferência:
A coleção toda aqui.
Magia ao luar, de Woody Allen
Aviso: Sempre que eu escrever sobre um filme de Woody Allen, deem-me um desconto. Porque adoro o realizador com as suas neuroses e adoro quase tudo o que realizou (talvez com uma ou duas exceções). Por isso, claro que gostei deste Magia ao luar. Não é de o melhor de Allen, mas é hora e meia bem passada cheia de situações caricatas, de desentendidos e de hesitações.
A história passa-se no final dos anos 20 na Côte d'Azur, em França, onde uma jovem vidente americana parece ter conquistado uma família abastada e o coração de um dos herdeiros, graças às suas artes. Para a desmascarar, é chamado o afamado mágico Wei Ling Soo, mais propriamente Stanley Crawford (Colin Firth), também conhecido por conseguir desmascarar qualquer charlatão(ona) por conhecer todos os truques existentes. Só que as atividades mediúnicas de Sophie (Emma Stone) parecem irrepreensíveis...
E aqui o filme leva-nos para a frente e para trás, com Stanley Crawford, um cético ferrenho, num constante «acredito/não acredito» que até em nós instala a dúvida. Vale a pena ver, Woody Allen é sempre Woody Allen. E a interpretação de Colin Firth vale também o preço do bilhete.
E a magia do título é verdadeira? Sim, ela está lá, tem é de se ir ver.
15 de setembro de 2014
Desafio «Na província»
A dona do blogue Na província lançou-me este desafio e eu tinha mesmo de responder. Aqui vai:
1 - O que você não sai de casa sem
Rímel, telemóvel e iPad. E roupa, claro, LOL!
2 - Animal favorito
Impossível escolher: cães e gatos.
3 - Sapatos favoritos
Botas no inverno, Birkenstock no verão.
4 - Produto de maquilhagem indispensável
Rímel.
5 - Maior sonho
Não posso contar para não dar azar. Mas quando acontecer conto.
6 - Maior defeito
Algum autoritarismo.
7 - O que me irrita nas pessoas
Mentira, intolerância, arrogância, falta de civismo.
8 - Comida favorita
Piza.
9 - Doce ou salgado
Impossível escolher: há coisas irresistíveis de ambos os lados.
10 - O que te deixa feliz
Harmonia à minha volta
11 - Escolher cinco blogues para este desafio
On the catwalk
Fora dos eixos
Coisas dos intas
Nadinha de importante
Uns têm filhos, outros têm avós (desafio duplo)
As coisas que nos irritam #3
Fico passada. E mais ainda quando paro na passadeira de Vespa e o(a) sujeito(a) atrás me tenta ultrapassar.
Dá que pensar
No sábado passado, milhares de pais esperaram horas à porta das várias lojas Fnac do país, para comprarem os bilhetes para o espetáculo da Violetta, que vai ser em janeiro.
Não desfazendo naqueles que tudo fazem pelos filhos sem refilar (o que também tem que se lhe diga), não posso deixar de imaginar que ali no meio estariam muitos pais que este mês se têm queixado do preço dos manuais escolares.
Os manuais novos para o 1.º ciclo, se comprados com os cadernos de atividades, não custarão na totalidade mais de €60. E estamos a falar de livros, por onde as crianças vão aprender e que durarão pelo menos um ano se depois não puderem ser passados para os irmãos.
Os preços para o espetáculo da Violetta custam entre €35 e €79, sendo que podem chegar aos €500 se se comprar um pacote especial que inclui lugar na primeira fila da plateia, fotografia junto a um painel com as personagens em tamanho real, um passe laminado, a possibilidade de ver a protagonista e outras coisas. E estamos a falar da Violetta, a personagem principal de uma série argentina onde se canta, dança e namora e que passa no canal Disney.
Cada um gasta o dinheiro no que quer, mas que pelo menos tenha a noção disso na hora de se queixar de que não o tem.
14 de setembro de 2014
Para mim, um gigante passo atrás na civilização
Bem sei que sempre se continuou a fazer touradas de morte em Monsaraz, cobrindo o touro com um pano preto. Mas desta vez foi «legal», sem necessidade de panos. Para mim, foi «amoral».
Quem pode pôr termo a isto?
Chamavam-se James Foley, Steven Sotloff e David Haines, eram jornalistas e voluntários, e têm em comum o facto de desde agosto terem sido decapitados pelo Estado Islâmico, que o fez publicitando-o a todo o mundo.
Em nome de que deus se pode fazer isto a seres inocentes? E alguém terá de pôr termo a isto, pois segundo parece já há uma quarta vítima escolhida, Alan Henning. Mundo horrível este em que estamos a viver.
Em nome de que deus se pode fazer isto a seres inocentes? E alguém terá de pôr termo a isto, pois segundo parece já há uma quarta vítima escolhida, Alan Henning. Mundo horrível este em que estamos a viver.
13 de setembro de 2014
12 de setembro de 2014
Atenção aos sítios onde prendem as bicicletas
e assim que se chama, mas é assim que os conheço) que se vê na fotografia, e que agora está deitado no chão.
Só que quando tirava a mala do cesto apercebi-me de que algo não estava bem, que havia qualquer coisa solta. O rack, na ponta junto ao chão, estava partido ou cortado, mas não se notava à primeira vista. Isto é, bastava desviá-lo um bocado em baixo e o cadeado da bicicleta sairia facilmente. Optei por retirá-lo totalmente do suporte principal e prender a bicicleta neste, mais robusto, para que mais ninguém volte a cair no erro.
Isto para aconselhar quem anda de bicicleta a observar muito bem o sítio onde a prendem, porque se não fosse estar a mexer na mala, provavelmente eu não daria pelo estrago. E muito provavelmente não teria a bicicleta quando regressasse.
PS: Mais um pormenor. Quando regressei ao local, a minha bicicleta não estava direitinha como se vê na imagem, mas puxada para trás e bastante torta, tendo claramente sido mexida. O que significa que se calhar aquele «defeito» seria intencional, e que provavelmente alguém estaria por ali atento a um ciclista mais distraído.
500 likes! Weee!
Demorou mas foi. Dois anos depois a página da Vespinha atingiu finalmente os 500 likes no Facebook. Obrigada a todos os que por lá andam.
11 de setembro de 2014
Esta menina vai ter uma vida nova
O Zé dos Cães e a Labrador Retriever Rescue Portugal tinham arranjado uma FAT (família de acolhimento temporário) para a acolherem e escolhido o dia de hoje para a resgatarem. Mas a bicha corria rápido, e apesar da quantidade de gente que se ofereceu para ajudar, perdemo-la da vista e as duas instituições voltariam cá amanhã para tentar de novo.
Entretanto fui ao cinema, almocei, fui encher os pneus da bicicleta e quando voltava para casa pelas quatro e tal encontrei-a estafadíssima junto à torre Vasco da Gama. Enquanto ia tentando ligar para o Zé dos Cães, o que rapidamente consegui, ia-a aliciando para vir atrás de mim. Não sei como, mas lá veio, eu de bicicleta pela mão e sempre a chamá-la, ela sempre a querer deitar-se para descansar. Combinei com o Zé dos Cães tentar trazê-la até minha casa para ser mais fácil apanhá-la.
Andámos juntas mais de um quilómetro e já à porta do prédio a sacaninha queria fugir. Arranjei forças não sei bem onde, que ela é grande e arraçada de labrador, peguei nela ao colo e enfiei-a no átrio do prédio (na fotografia) à espera que o Zé dos Cães e Labrador Retriever Rescue chegassem.
Esta menina hoje já não vai dormir ao relento, e rapidamente reencontrará os seus donos ou arranjará donos definitivos que lhe darão o carinho que ela merece. Tenho a certeza de que vai correr bem, porque apesar de muito assustada é uma cadela muito meiga (pudera, para me deixar pegá-la ao colo!).
Das duas uma: ou foi abandonada, por alguém sem coração que deixou para trás o que podia ser uma amiga para a vida; ou se perdeu, e se assim for espero que reencontre a sua família. Mas uma coisa também é bom saber: que há associações que, a pedido, se dedicam a resgatar estes bichos e a dar-lhes uma vida a sério. E eu fiquei contente por ter ajudado. Boa sorte, menina castanha!
Já pensaram em fazer o testamento vital?
Eu tenho lido algumas coisas sobre o assunto e vou fazê-lo, assim como os meus pais. No fundo, é uma declaração em que qualquer um de nós inscreve antecipadamente os cuidados de saúde que pretende ou não receber no caso de no momento não ter capacidade de decisão. Isto se se encontrar com uma doença em estado terminal sem possibilidades de recuperação.
O processo é simples: basta imprimir o impresso no Portal do Utente, assinalar todas as opções que pretendemos (por exemplo, não ser submetido a reanimação cardiorrespiratória ou a meios invasivos de suporte artificial das funções vitais, recusar participar em ensaios clínicos...) e entregá-lo num dos balcões do Ministério da Saúde (ver lista aqui).
A partir daí, e durante 5 anos (validade do testamento vital que depois pode ou não ser renovado), a vontade ficará disponível para consulta dos profissionais de saúde, que assim poderão tomar decisões mais rápidas e mais seguras.
10 de setembro de 2014
Lembrete: começar a juntar dinheiro
Só sai em 2015 e ainda bem, que assim dá tempo para pôr um dinheirinho de parte para poder comprar o Apple Watch. É que além de ter muita pinta, tem ainda uma série de funções que me vão facilitar a vida, como um GPS integrado, uma agenda, um dictafone, um medidor de pulsações, tudo pequenino e... mais à mão era impossível.
Não me vai substituir o iPad de maneira nenhuma, mas vai complementá-lo em muitas coisas. Tudo sobre esta pequena maravilha aqui. Aconselho sobretudo a verem os filmes de apresentação aqui.
Reclamação a São Pedro
São Pedro, não era bem isto...
O que eu queria mesmo, mesmo, era das duas uma: ou um tempo bom para ir para a praia mas não demasiado quente (tipo 25 ºC) ou chuva mas tempo fresco (tipo um bocado abaixo dos 20 ºC, daquele em que estamos em casa mas confortáveis e não a transpirar e a precisar de 2 ou 3 duches por dia).
Mas tu decidiste-te por um «dois em um»: 25 ºC + chuva. Nós estamos em Portugal Continental e não nos Açores ou mesmo num país tropical, 'tá?
É que nem as minhas gatas gostam disto, porque não podem ir para a rua nem se sentem bem ao colo da dona. Agora, se elas estão um bocado aborrecidas, imagina eu! Fica registada a reclamação.
8 de setembro de 2014
5 de setembro de 2014
O tempo morto é um bom lugar, de Manuel Jorge Marmelo
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Em resumo: na primeira parte, temos um ex-jornalista preso por alegado homicídio de uma celebridade, de quem era suposto estar a escrever a autobiografia como ghostwriter e com quem se envolveu. Herculano, sem ter a certeza de a ter matado, opta por se entregar e por aproveitar o tempo na prisão para pensar um pouco sobre tudo e não ter problemas com nada, com os credores, com a ex-mulher, com a filha. As referências ao mundo em que vivemos estão bem feitas, não forçadas, e quase que achamos que estar na prisão é uma boa solução para muitos desempregados.
Numa segunda parte, lemos a autobiografia de Soraya, a sua infância em Cabo Verde, a juventude num bairro clandestino em Portugal, tudo isto sem nunca sabermos muito bem quem a escreveu, a não ser que não foi a própria. Há dúvidas de que tenha sido Herculano, mas também há dúvidas de que o que lá está seja tudo verdadeiro.
Por último, surge-nos o sucesso da autobiografia de Soraya e o empenho de um jornalista mais velho que decide investigar o que de facto se passou na noite em que a rapariga apareceu morta na cama ao lado de Herculano.
E assim ficamos, com pouco mais. Em suma: gostei do estilo, gostei das ideias, mas detesto ficar com um final pendurado, daqueles que apelam à nossa imaginação. Detesto mesmo. Pode ser limitação minha, mas sou assim.
As coisas que nos irritam #2
Irrita-me muito, sobretudo com o telemóvel. Já com o computador, confesso que no trabalho sou que faço tantas vezes isto...
4 de setembro de 2014
Os meus cremes de corpo
Não uso sempre o mesmo ao longo do ano, por isso tenho escolhas para inverno, escolhas para verão e outras que dá para qualquer altura (ilustradas pela mesma ordem):
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A imaginação transformada em realidade
Lembram-se dos desenhos que fazíamos em pequeninos? Das pessoas com cabeçorras enormes e pernas esqueléticas, de casinhas com fumo a sair pela chaminé, do sol a sorrir, de carros quadradões, de animais com olhos e outros membros gigantescos...
Telmo Pieper, um artista mural holandês, transformou, com a ajuda do Photoshop, esses desenhos em criaturas «reais», se calhar como as víamos na altura. Ora vejam:
Telmo Pieper, um artista mural holandês, transformou, com a ajuda do Photoshop, esses desenhos em criaturas «reais», se calhar como as víamos na altura. Ora vejam:
3 de setembro de 2014
Improdutividade
Sabem aqueles dias em que nos cansamos imenso no trabalho, toda a gente nos traz problemas, todos nos ligam e não conseguimos ligar para ninguém e quando saímos temos a sensação de não ter feito nada? Hoje foi um desses. Odeio estes dias.
Nova Peixaria: estou fã
Eu já andava viciada nos hambúrgueres em bolo do caco da Hamburgueria do Bairro.
E agora descobri os hambúrgueres em bolo do caco mas com atum dentro. Estão na Nova Peixaria, no Parque das Nações (mesmo ao lado do Honorato), onde também se podem provar os de salmão ou de espadarte, em bolo do caco de alfarroba. Mas também há peixe fresco grelhado, e a preços não proibitivos (não é ao quilo, o que já é um descanso...)
Mas também fiquei fã do chá mate. E das batatas doces fritas às rodelas. E do brigadeiro no tacho (brigadeiro quente dentro de um tachinho, uma bombinha que todos deviam provar). Claro que isto tudo junto não me ficou barato, mas se fosse comedida e pedisse apenas aquilo que me satisfizesse sem ceder à gula (isto é, o hambúrguer e o chá) teria pago cerca de €11. Gostei e quero voltar.
E agora descobri os hambúrgueres em bolo do caco mas com atum dentro. Estão na Nova Peixaria, no Parque das Nações (mesmo ao lado do Honorato), onde também se podem provar os de salmão ou de espadarte, em bolo do caco de alfarroba. Mas também há peixe fresco grelhado, e a preços não proibitivos (não é ao quilo, o que já é um descanso...)
Mas também fiquei fã do chá mate. E das batatas doces fritas às rodelas. E do brigadeiro no tacho (brigadeiro quente dentro de um tachinho, uma bombinha que todos deviam provar). Claro que isto tudo junto não me ficou barato, mas se fosse comedida e pedisse apenas aquilo que me satisfizesse sem ceder à gula (isto é, o hambúrguer e o chá) teria pago cerca de €11. Gostei e quero voltar.
Dark places, de Gillian Flynn
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Só que, a dada altura, o seu interesse começa a ser também pessoal, depois de duvidar do seu próprio depoimento enquanto criança e do seu papel na detenção de Ben. E a teia vai-se desenrolando, num final tão inesperado como Gillian Flynn sabe engendrar. Quem leu Gone girl sabe bem do que falo.
2 de setembro de 2014
Ora aqui está algo que não me irrita
Porque para mim não preciso de ter nada planeado para o fim de semana ser bom. Nem que seja ficando em casa.
Outra perspetiva do Bucket Challenge...
... e que não é nada de descurar.
Não, não sou fundamentalista, mas não posso negar que penso muitas vezes nas desgraçadas mulheres que em alguns países africanos percorrem quilómetros por uns míseros litros de água. Penso nelas quando vejo condutas de água rotas na rua, regas públicas em dias de chuva ou a horas de muito calor. E quando vejo esta palhaçada do balde.
Não, não sou fundamentalista, mas não posso negar que penso muitas vezes nas desgraçadas mulheres que em alguns países africanos percorrem quilómetros por uns míseros litros de água. Penso nelas quando vejo condutas de água rotas na rua, regas públicas em dias de chuva ou a horas de muito calor. E quando vejo esta palhaçada do balde.
1 de setembro de 2014
Linguagem corporal
Apesar de não ter muitas oportunidades, ou porque não uso transportes públicos ou porque estou acompanhada quando almoço ou janto fora, gosto de estar sozinha a observar as pessoas. Há dias, almocei sozinha no interior de um restaurante, com vista para a esplanada, e pude observar à vontade um par de amigas.
Primeiro, foi uma complicação na escolha de uma mesa. Queriam uma mesa de quatro apesar de serem só duas, depois não se decidiam qual das mesas para duas pessoas queriam, até que finalmente se sentaram. Veio a empregada de mesa com a ementa. Vi-as a ler e ementa e a fazer perguntas à rapariga. Franziam a testa, retorciam os lábios, abanavam a cabeça, pegavam na ementa com desdém. Mas lá escolheram.
Entretanto uma foi à casa de banho, e vejo a outra (que me pareceu ser a mais complicada) a pegar num guardanapo e a limpar com ele a borda do copo por onde ia beber. Depois limpou meticulosamente os talheres, com um ligeiro esgar de asco.
Distraí-me e a comida delas deve ter chegado entretanto. Quando paguei a conta, comentei com a empregada: «Parece-me que tem ali duas clientes difíceis...» «Tem de ser...», respondeu ela. Eu não sei se teria paciência para aturar pessoas assim.
Como ninguém comentou...
... tenho de repetir aqui a partilha de um vídeo deste rapaz, Mareks Radzevicz, que em Estocolmo, na Drottninggatan, serenou o final de quase todos os meus dias a tocar o seu violoncelo. Apetecia ficar a ouvi-lo durante horas.
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