20 de outubro de 2014
Imperdível: como é trabalhar com gatos em casa
As minhas situações preferidas e em que me revejo a cem por cento: o gato deitado no poltrona e o dono a ter de se sentar numa cadeira manhosa; e o dono a escrever no teclado com as mãozinhas todas tortas para não incomodar sua excelência.
19 de outubro de 2014
18 de outubro de 2014
Que lindo início de fim de semana
Às 8 e pouco da manhã, com uma melga no quarto depois de me ter picado no braço e deixado o olho direito num bolo. Já disse que odeio estes bichos?
17 de outubro de 2014
16 de outubro de 2014
Estes gatos não me encantaram
Eu devo estar a escrever uma heresia, dado estar a referir-me a um musical de Andrew Lloyd Weber que esteve em cena em Londres quase 20 anos, sempre com sucesso. Ou ia com uma expectativa tão grande que vim de lá com uma cachola ainda maior...
O que eu esperava de Cats:
- movimentos felinos em que revisse os gatos que vejo por aí: a lavarem-se, esticados ao sol, na posição de esfinge, enroscados, em posição de ataque...
- um guarda-roupa que reproduzisse a pelagem dos gatos: malhados cinzentos, malhados laranja, todos pretos, siameses...
- sons que remetessem para o universo felino: o ronrom, os miados, os ffssss quando estão assanhados...
- uma história de gatos ou, em alternativa, uma sátira aos vários tipos de gato: o zaragateiro, o mimado, o distante, o ladrão, o que não nos larga...
O que eu vi em Cats:
- um grupo de bailarinos a dançar bem e com movimentos lânguidos e flexíveis mas longe do que conheço dos gatos que passaram pela minha vida;
- fatos com padrões felinos (felinos selvagens) mas cheios de outro ruído visual;
- uma história com pouca graça, apenas com alguns momentos mais divertidos em que, precisamente, se descrevia um ou outro gato em específico.
O Campo Pequeno também não ajudou, não me parece um espaço adequado a um espetáculo que se quer mais aconchegado: demasiada luz extra palco, demasiado espaço livre, demasiado desconforto. E demasiado apelo à compra de merchandising: até na casa de da banho havia um preçário de todos os produtos disponíveis na loja.
Enfim, já não posso dizer que nunca vi, mas perdi aquela aura que dava ao espetáculo antes de o ver.
As crianças divertem-se...
... e não precisam de consolas de jogos nem mesmo de brinquedos para isso. Fotografias tiradas em todo o mundo mostrando como há momentos da infância que são inesquecíveis.
Podem ver a coleção completa aqui.
Podem ver a coleção completa aqui.
Viagem no tempo
Foi o que senti ao ver este carro estacionado à porta do Hotel Myriad numa destas manhãs de nevoeiro.
15 de outubro de 2014
Tonight on stage
Só tenho pena de em vez de ir ao Campo Pequeno não ir a Londres assistir. Estou com umas saudades da cidade...
As burkas em Lisboa
As propostas de Filipe Faísca apresentadas na 43.ª Moda Lisboa passavam por uma conjugação de uma espécie de burkas com transparências, julgo que com o objetivo de chamar a atenção para o contraste. E chamou a atenção, sem dúvida, porque eu pouco ligo ao evento mas este desfile não me passou despercebido.
Mas, não sei porquê, não gostei de ver.
Mas, não sei porquê, não gostei de ver.
Conhecem a Jawbone UP?
Eu já não vivo sem a minha. Aparentemente é uma simples pulseira de borracha, mas lá dentro vive um sensor que faz uma série de coisas:
- conta os passos que damos diariamente;
- monitoriza o total de horas de sono diárias, e quantas são de sono leve ou profundo. E dá-nos alertas quando estamos a dormir de menos, definindo objetivos;
- tem um despertador que nos acorda com leves vibrações perto da hora do despertar mas quando deteta que estamos na fase de sono leve;
- avisa quando estamos demasiado tempo santados para irmos dar uma voltinha;
- e ainda tem uma app que permite controlar tudo isto e muito mais.
Por exemplo, consigo registar tudo o que como e bebo e encontrar uma relação com as horas de sono. Ou inserir outras atividades físicas para além do simples andar. Ou perceber se os passos que dou permitem gastar as calorias que consumo.
É um bocado viciante, mas acho que me vai ajudar a ter uma vida um bocadinho mais saudável. É que o que fica registado torna-se mais evidente.
14 de outubro de 2014
Agora é que a chuva já não me apanha desprevenida
Já tinha um bom casaco e umas boas botas para a chuva, mas as calças ficavam sempre uma miséria graças à água a escorrer pelo casaco abaixo, mesmo com a proteção para as pernas que a Vespa tem naturalmente à frente.
Mas agora, com esta capa para as pernas tipo avental, que se coloca na parte da frente e se aperta na parte de trás, ainda por cima forradinha de pelo, já não preciso de andar com uma muda de roupa para me compor quando chego ao trabalho molhada que nem um pinto.
Mas agora, com esta capa para as pernas tipo avental, que se coloca na parte da frente e se aperta na parte de trás, ainda por cima forradinha de pelo, já não preciso de andar com uma muda de roupa para me compor quando chego ao trabalho molhada que nem um pinto.
Palácio da Justiça de Lisboa
Adoro edifícios monumentais, sobretudo se forem modernos, por isso andava há uma data de tempo cheia de curiosidade de conhecer melhor o Palácio da Justiça, que só via ao longe.
Graças à Lisboa Open House, consegui visitá-lo no passado fim de semana, e é de facto uma grande obra, inaugurada em 1970. Se o projeto tivesse ficado completo conforme o plano inicial, teríamos ali hoje uma das mais impressionantes praças de Lisboa. Mas o que ficou feito dá para ter uma ideia.
O projeto é dos arquitetos Januário Godinho e João Andresen, com a construção iniciada em 1968 e dada por concluída em 1970. Na maqueta, o único edifício existente é o da esquerda. Imagina-se a monumentalidade se tudo tivesse sido construído.
No exterior, 14 painéis de Jorge Barradas, Querubim Lapa e Júlio Resende, respetivamente, para quem anda de Sul para Norte.
No átrio sul dos tribunais cíveis, uma escultura enorme de Joaquim Correia.
Os puxadores das portas representando as tábuas da lei com os Dez Mandamentos.
As vistas lá de cima são deslumbrantes. Esta é a vista para Este.
A coerência nos pormenores: a mesma base de relógio, três aplicações diferentes.
Para o fim fica a única fotografia que preferia não ter tido de tirar: vistos pela janela, centenas de processos amontoados nos corredores, cortesia do trabalho do Ministério da Justiça atual.
Nota: Fotografias todas minhas exceto a da maqueta, que «roubei» ao Restos de coleção.
O projeto é dos arquitetos Januário Godinho e João Andresen, com a construção iniciada em 1968 e dada por concluída em 1970. Na maqueta, o único edifício existente é o da esquerda. Imagina-se a monumentalidade se tudo tivesse sido construído.
No átrio sul dos tribunais cíveis, uma escultura enorme de Joaquim Correia.
Os puxadores das portas representando as tábuas da lei com os Dez Mandamentos.
Nas salas de audiências, público e magistrados entram por portas diferentes. Lá dentro, a maior ou menor riqueza da decoração das salas identificaria a importância do processo julgado: tapeçarias e frescos nas dos mais importantes, esculturas e baixos-relevos nas dos de menor importância.
A coerência nos pormenores: a mesma base de relógio, três aplicações diferentes.
Para o fim fica a única fotografia que preferia não ter tido de tirar: vistos pela janela, centenas de processos amontoados nos corredores, cortesia do trabalho do Ministério da Justiça atual.
Nota: Fotografias todas minhas exceto a da maqueta, que «roubei» ao Restos de coleção.
13 de outubro de 2014
Parabéns, maninho do meu coração
Há 32 anos, alguém, provavelmente o Vovô, tirava esta fotografia. Hoje pelo menos quem lá aparece poderá aparecer de novo. Que o seja assim por muito tempo.
12 de outubro de 2014
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