Sempre fui muito apetecível para melgas e outra mosquitada que se alimente de sangue humano. Desde pequena, se houvesse uma melga na sala, seria eu a eleita mesmo que houvesse mais 10 pessoas no mesmo espaço.
Nos últimos anos, ao viver junto do rio, o caso agravou-se. E este ano, não sei porquê, os ditos insetos andam mais abundantes e mais agressivos, ao ponto de andar com os pés e tornozelos num bolo. No quarto ainda me safo, porque é pequeno e um repelente elétrico da Raid resolve o assunto. Mas já a sala é grande, e precisaria de muitos difusores para os afastar. Além de que no pátio não serviria.
Por isso já experimentei um pouco de tudo (sem sequer colocar a hipótese de me fechar cá dentro, que isto de ter um pátio é para aproveitar):
Pulseira Zoom - quando a comprei achei o conceito genial, com uns buraquinhos que se vão abrindo para exalarem mais cheiro. Acho que funcionou, eu é que não suportava o aroma tão ativo a citronela.
Chicco MosquiNo - apesar de ser indicado para crianças a partir dos 3 meses, o cheiro é também o seu maior problema. Afasta qualquer ser vivo que se aproxime de mim, incluindo eu própria.
Vinagre de vinho (colocado numa tigela ao pé da janela) - o mais barato de todos e, segundo toda a gente, um daqueles segredos antigos que funciona. Só que acho que já é tão antigo que as melgas já se habituaram a ele... Ainda me apareceu lá um mosquito morto dentro, mas mais nenhum caiu.
Previpiq - este é a minha tentativa mais recente. Até agora, passados apenas dois dias, a bicharada ainda não atacou, e o cheiro é bastante agradável, assemelhando-se quase a uma água de colónia suave. Vamos ver se mantém a eficácia.