Podem ver mais uma boa série de imagens aqui no Observador, onde li sobre isto.
21 de janeiro de 2015
Um dos meus sonhos
Ao longo dos últimos anos, Jessica Shyba tem registado os momentos de cumplicidade entre Theo, o seu cão, e Beau, um dos filhos, agora estendida a uma irmãzinha. As imagens foram captadas enquanto os dois (agora três) dormiam a sesta e revelam todo o amor que pode haver entre seres vivos.
Os filmes que quero mesmo ver a curto prazo
Boyhood - sim, é verdade, ainda não vi, e só recentemente me apercebi de porque é que marca a diferença. Já ouvi falar muito bem e falar mais ou menos, mas pela técnica tenho alguma curiosidade.
Ainda Alice - promete ser duríssimo, sobre uma mãe de família que começa a sofrer de Alzheimer precocemente. Com Julianne Moore cada vez maior.
Olhos grandes - de Tim Burton e com o fantástico Christoph Waltz, a história de uma mulher (Amy Adamas) que cria quadros com bonecos com olhos gigantes, cujo crédito é usurpado pelo marido.
O jogo da imitação - sobre um matmético genial que ajudou a descodificar códigos da Alemanha nazi mas que se viu socialmente condenado pela sua homossexualidade.
Para já, é isto.
Ainda Alice - promete ser duríssimo, sobre uma mãe de família que começa a sofrer de Alzheimer precocemente. Com Julianne Moore cada vez maior.
Olhos grandes - de Tim Burton e com o fantástico Christoph Waltz, a história de uma mulher (Amy Adamas) que cria quadros com bonecos com olhos gigantes, cujo crédito é usurpado pelo marido.
Para já, é isto.
20 de janeiro de 2015
Anúncio maravilhoso: vejam mesmo
Atores belos, paisagens lindas, carros de que nem é preciso falar, espaços magníficos, um ambiente sofisticado, uma história bem pensada e uma música absolutamente maravilhosa. É um mundo impossível, mas é bom podermos pelo menos sonhar com ele. O facto de ter sido realizado para a Chanel por Baz Luhrmann explica muita coisa (lembram-se de Moulin Rouge?).
Desafio: Gostam da música? Não vos faz lembrar nadinha?
Desafio: Gostam da música? Não vos faz lembrar nadinha?
Fábrica do chocolate
Preparem-se, chocaholics, porque vou falar aqui de um museu... de um restaurante... de uma loja... e de um hotel. Tudo, tudinho, sob o mote do chocolate. Fica em Viana do Castelo, na antiga fábrica de chocolates Avianense e tem parcerias com a Regina, com a Arcádia e com a Casa Grande.
A Fábrica do chocolate é assim. No museu interativo há chocolate quente para quem o visitar. No restaurante há sobremesas divinais, 90 por cento das quais com chocolate (tarte tatin de banana com calda de chocolate parece-me muito bem...). Na loja há chocolates, merchandising e acessórios de cozinha e pastelaria. E no hotel faz-se chocoterapia, os quartos têm nomes de tipos ou marcas de chocolate e toda uma decoração em volta deste pecado.
Ponha o dedo no ar quem não estiver agora cheio de vontade de comer uma tablete inteira.
A Fábrica do chocolate é assim. No museu interativo há chocolate quente para quem o visitar. No restaurante há sobremesas divinais, 90 por cento das quais com chocolate (tarte tatin de banana com calda de chocolate parece-me muito bem...). Na loja há chocolates, merchandising e acessórios de cozinha e pastelaria. E no hotel faz-se chocoterapia, os quartos têm nomes de tipos ou marcas de chocolate e toda uma decoração em volta deste pecado.
Ponha o dedo no ar quem não estiver agora cheio de vontade de comer uma tablete inteira.
19 de janeiro de 2015
Apelo aos que percebem imenso de apps
Preciso de ajuda: alguém sabe se existe alguma aplicação que nos avise de séries giras que estejam para começar? É que já estão a passar uma data delas de que poderia gostar, mas já vão tão adiantadas... Por exemplo, não acredito que a partir da quarta temporada perdi Downton Abbey só porque não pus a gravar a tempo...
Preciso de um alerta, percebem? E não vale a pena dizerem-me que posso descarregar os episódios atrasados da net, que eu não percebo nada disso e só vejo o que vou gravando no Meo.
Preciso de um alerta, percebem? E não vale a pena dizerem-me que posso descarregar os episódios atrasados da net, que eu não percebo nada disso e só vejo o que vou gravando no Meo.
Puzzle: Dia 2
Neste dia a tarefa ainda me parecia razoável. Não queiram saber quando publicar a imagem do Dia 3...
Semana difícil, esta que me espera
Mais uma cheia de reuniões, compromissos pessoais, levantar cedo, deitar tarde e uma viagem de trabalho no final da semana. E acho que o fim de semana não me carregou a bateria por completo.
17 de janeiro de 2015
Porque elas também são família
Sem mais palavras
Claro que há muito mais coisas de que gosto na vida, mas a verdade nestas é que não há mesmo desperdício, só ganho.
16 de janeiro de 2015
O ronrom dos gatos cura
Ora vejam:
De resto não sei, mas pelo menos a nível do stress funciona mesmo! Devíamos ter uns gatos no nosso local de trabalho.
Há por aí mais alguém que não suporte este anúncio?
É o sentido de urgência, o drama patente no ar, a improbabilidade de um esquecimento que se diz baseado numa história verídica, uma senhora que para ir buscar o leite abre as luzes do hiper na totalidade, a penumbra em que quase tudo se passa. Acho-o completamente a despropósito. Se bem que funciona, se não não estaria aqui a escrever sobre ele...
15 de janeiro de 2015
Literatura e tatuagens
Quem disse que as duas coisas não podiam conviver juntas? Ei-las aqui, no braço direito do meu primo. Goste-se ou não de tatuagens, a verdade é que como obra está muito bem feita.
Casa com gatos sem cheirar a gatos
Costumo ter bastante cuidado com o tabuleiro de areia das minhas gatas, mas há dias em que é quase impossível evitar um ténue odor quando se entra em casa. Experimentei todo o tipo de pedras e areias, mesmo as de sílica, que apesar de boas e caras não são perfeitas. Até que me recomendaram uma coisa chamada bentonita. É uma areia branca que, ao tomar contacto com a urina solidifica e absorve o seu cheiro. Todo mesmo. Quanto a nós, donos, basta ir retirando as «pedras» que se formam e ir repondo os níveis de areia. E, de 15 em 15 dias, mudar a totalidade do que estiver dentro da caixa.
Cada pacote de 10 kg custou-me cerca de €8 na Tienda Animal, o que à partida pode parecer caro. Mas se pensarmos que estes 10 kg chegam para 4 a 5 semanas, a verdade é que cada semana fica bem mais barata. Até mais barato do que as marcas brancas. E, sublinhe-se, sem cheiros.
Cada pacote de 10 kg custou-me cerca de €8 na Tienda Animal, o que à partida pode parecer caro. Mas se pensarmos que estes 10 kg chegam para 4 a 5 semanas, a verdade é que cada semana fica bem mais barata. Até mais barato do que as marcas brancas. E, sublinhe-se, sem cheiros.
Já reservaram os dias 7 e 8 de fevereiro?
Se perdi o n.º 1, porque não estava no país, o n.º 2 da Cabide não me escapa. No Teatro da Trindade, por €8 os dois dias ou €5 um dia, vão ter direito a ouvir e intreagir com todas estas pessoas:
- João Miguel Tavares
- Gonçalo M. Tavares
- Pedro Mexia
- José Tolentino Mendonça
- Diogo Freitas do Amaral
- Carla Hilário Quevedo
- José Milhazes
- Rui Tavares
- Manuel Graça Dias
- E outros ainda não anunciados...
Não acham que vale a pena?
14 de janeiro de 2015
E ainda digo que não sou uma perfume person...
Porque não ando atrás das novidades que saem, porque muito raramente dou um balúrdio por um perfume (geralmente, só os compro nas duty-free shops), ontem fiquei parva quando me apercebi de que tenho a uso 12 (sim, DOZE) perfumes diferentes. Talvez por usar muitos e raramente usar o mesmo dois dias seguidos (para não criar o hábito e perder o aroma que gosto de sentir durante todo o dia), cada um vai-se gastando pouco, daí a acumulação.
Anyway, com esta idade chego à conclusão que de manhã o que uso tem mesmo a ver com o meu estado de espírito. São eles:
Algumas notas: Adoro todos os DKNY, se bem que o mais recente, My NY, é bom demais. Com os Marc Jacobs vou entrar em privação com o Kumquat (o do frasco cúbico), uma edição limitada do verão de há 2 anos e que não se encontra por nada. Não se deixem enganar com o Tommy, este Jeans é de uma frescura ímpar. Se quiserem cheirar a caipirinha, o Guerlain Limon Verde é garantido. E o da Body Shop Peach Vineyard, que cheira mesmo a pêssegos maduros, vai ser descontinuado. Do lavanda nem é preciso falar, já o referi aqui vezes de mais.
Mais uma nota: Em lista de espera está o Divine da Caudalie.
E uma última nota: Quais são os perfumes de eleição de quem está desse lado?
Anyway, com esta idade chego à conclusão que de manhã o que uso tem mesmo a ver com o meu estado de espírito. São eles:
Algumas notas: Adoro todos os DKNY, se bem que o mais recente, My NY, é bom demais. Com os Marc Jacobs vou entrar em privação com o Kumquat (o do frasco cúbico), uma edição limitada do verão de há 2 anos e que não se encontra por nada. Não se deixem enganar com o Tommy, este Jeans é de uma frescura ímpar. Se quiserem cheirar a caipirinha, o Guerlain Limon Verde é garantido. E o da Body Shop Peach Vineyard, que cheira mesmo a pêssegos maduros, vai ser descontinuado. Do lavanda nem é preciso falar, já o referi aqui vezes de mais.
Mais uma nota: Em lista de espera está o Divine da Caudalie.
E uma última nota: Quais são os perfumes de eleição de quem está desse lado?
Machu Picchu, de Tony Bellotto
![]() |
| Para comprar este livro com 10% de desconto, clicar aqui. |
Num dia de calor infernal, o Rio para num brutal engarrafamento. Zé Roberto e Chica fazem nesse dia 18 anos de casados e, ela no seu carro e ele num táxi, em pontos diferentes da cidade, fazem uma retrospetiva do que tem sido a sua vida em comum e daquilo que querem fazer dela.
A narração é feita invariavelmente na primeira e na terceira pessoa, o que se torna um desafio. Mas não nos impede de querer saber mais e mais. Porque é que Zé Roberto se envolveu numa relação virtual com uma rapariga uns 20 anos mais nova. Porque é que Chica se envolveu com um colega de trabalho. Porque é que vivem com o filho comum de ambos, com a filha de um anterior casamento dele e com uma irmã desta.
Ao fim do dia, quando se juntam em casa, tudo se mistura, as personagens são imensas, os choques bastantes, as revelações um engano. O retrato de algumas famílias que infelizmente (ou não) se tornam cada vez mais comuns.
Nota: Não posso deixar de elogiar a fantástica capa. Por outro lado, tenho de criticar a péssima revisão da edição portuguesa.
13 de janeiro de 2015
Puzzle: Dia 1
Nova missão: Montar um puzzle de 1000 peças, coisa que não faço há anos. Este é da MESA Boardgames e reproduz «Marchas de Lisboa», 1982, de Eduardo Alarcão, um quadro que reúne uma cidade quase inteira em época de festa.
Este é o estado zero e o estado do Dia 1, e vou publicando aqui imagens à medida que houver progressos. Mas cheira-me que vai dar luta.
Este é o estado zero e o estado do Dia 1, e vou publicando aqui imagens à medida que houver progressos. Mas cheira-me que vai dar luta.
A saúde está muto doente
Já não é novidade o caos que se tem vivido em grande parte dos hospitais públicos portugueses, as notícias sobre pessoas a morrer enquanto esperam pela sua vez são cada vez mais frequentes, quem precisa de ir ao hospital chega a ter medo de fazê-lo. Mas quando ontem soube que até no Hospital da Luz a espera nas urgências era de quatro horas tive a certeza de que o caos está instalado, pois já nem os privados são uma alternativa.
Andam a dar cabo do Serviço Nacional de Saúde, a retirar direitos aos médicos, e agora chegamos a isto. Solução? Não vejo.
12 de janeiro de 2015
O barato sai caro
Sabem quando compramos um objeto cheios de alegria e depois a sua utilização se revela um tal inferno que só nos apetece espezinhá-lo e atirá-lo pela janela fora? Pois aconteceu com um telemóvel que a minha mãe arranjou, comprado com um vale da Meo e que parecia uma oportunidade. Que pesadelo tem sido desde novembro, com bloqueios constantes, idas à assistência técnica, horas perdidas de espera e confronto com olhares que nos encaram como se fôssemos um bicho raro e atrasado mental. Foi agora finalmente para a segunda reparação, com a certeza quase absoluta de que terá de ir à terceira. E só nessa altura, se não ficar bom, é que o poderemos trocar por outro.
Aplica-se na perfeição o título deste tópico.
Contos reunidos, de Aldous Huxley
![]() |
| Para comprar este livro com 10% de desconto, clicar aqui. |
São 21 contos e a meu ver talvez um terço valha a pena. Como «Sir Hercules», a história de um casal de anões que acaba por ter um filho de tamanho «normal». «O sorriso de Gioconda», uma história de amor e de enganos com um volte-face no final. «O pequeno mexicano», em que a arte é substituída pela sobrevivência. «O retrato», em que a busca ávida por obras de arte dá azo à aldrabice. «Jovem Arquimedes», em que a vida um jovem humilde e promissor é destruída pela obsessão por uma educação superior. «A cura de descanso», em que um amor aparentemente puro se revela uma relação de interesse... ou não. Ou «Os Claxtons», sobre as virtudes e desvantagens de uma educação mais ou menos ascética.
Em resumo, foi uma aprendizagem, mas para quem, como eu, gosta de ler uma boa história em que mergulha como se lá estivesse dentro, não foi fácil.
11 de janeiro de 2015
Érica Kamisaki
Acompanho de perto a página de Érica Kamisaki, uma brasileira cuja missão na vida é recolher animais, recuperá-los o melhor possível a todo o custo e arranjar-lhes um novo lar. Que triste que fiquei hoje. E que triste deve ela estar.
9 de janeiro de 2015
E o que leste em 2014, Vespinha?
Ao contrário do que julgava, um pouco mais do que em 2013, sobretudo tendo em conta que este da coluna aqui ao lado me deu muito trabalho e que me ocupou desde o início de dezembro.
Não consigo escolher um, mas lanço a pergunta: qual foi o vosso livro do ano?
- A casa de Matriona, de Aleksandr Soljenítsin
- Morreste-me, de José Luís Peixoto
- O voluntário de Auschwitz, de Witold Pilecki
- Forgive me, Leonard Peacock, de Matthew Quick
- Amada vida, de Alice Munro
- Be the worst you can be: Life's too long for patience and virtue, de Charles Saatchi
- O que morre no verão, de Tom Wright
- The book of life, de Stuart Nadler
- A desumanização, de Valter Hugo Mãe
- O da Joana, de Valério Romão
- Deixem falar as pedras, de David Machado
- A liberdade de pátio, de Mário de Carvalho
- Onze, de Mark Watson
- A lebre de Vatanen, de Arto Paasilinna
- A minha pequena livraria, de Wendy Welch
- A maldição dos Dain, de Dashiell Hammett
- A gloriosa bicicleta, de Laura Alves e Pedro Carvalho
- O cancro foi a minha cura, de Vânia Castanheira
- A voz, de Arnaldur Indridason
- Mazagran, de José Rentes de Carvalho
- Tenho o direito de me destruir, de Kim Young-ha
- Pastoral americana, de Philip Roth
- O contrário da morte, de Roberto Saviano
- O culpado, de Lisa Ballantyne
- It's kind of a funny story, de Ned Vizzini
- A arte de chorar em coro, de Erling Epsen
- The Circle, de Dave Eggers
- A rapariga-corvo, de Erik Axl Sund
- Os segredos de Jacinta, de Cristina Torrão
- Fome de fogo, de Erik Axl Sund
- The Rosie project, de Graeme Simsion
- Faceless killers, de Henning Mankell
- O homem que não conseguia parar, de David Adam
- Dark places, de Gillian Flynn
- O tempo morto é um bom lugar, de Manuel Jorge Marmelo
- Nada a temer, de Julian Barnes
- Mães e filhos, de Colm Tóibín
- O assassino do aqueduto, de Anabela Natário
- Perfect people, de Peter James
- No limiar da eternidade, de Ken Follett
- The dogs of Riga, de Henning Mankell
- Stoner, de John Williams
- Side effects may vary, de Julie Murphy
Não consigo escolher um, mas lanço a pergunta: qual foi o vosso livro do ano?
- A casa de Matriona, de Aleksandr Soljenítsin
- Morreste-me, de José Luís Peixoto
- O voluntário de Auschwitz, de Witold Pilecki
- Forgive me, Leonard Peacock, de Matthew Quick
- Amada vida, de Alice Munro
- Be the worst you can be: Life's too long for patience and virtue, de Charles Saatchi
- O que morre no verão, de Tom Wright
- The book of life, de Stuart Nadler
- A desumanização, de Valter Hugo Mãe
- O da Joana, de Valério Romão
- Deixem falar as pedras, de David Machado
- A liberdade de pátio, de Mário de Carvalho
- Onze, de Mark Watson
- A lebre de Vatanen, de Arto Paasilinna
- A minha pequena livraria, de Wendy Welch
- A maldição dos Dain, de Dashiell Hammett
- A gloriosa bicicleta, de Laura Alves e Pedro Carvalho
- O cancro foi a minha cura, de Vânia Castanheira
- A voz, de Arnaldur Indridason
- Mazagran, de José Rentes de Carvalho
- Tenho o direito de me destruir, de Kim Young-ha
- Pastoral americana, de Philip Roth
- O contrário da morte, de Roberto Saviano
- O culpado, de Lisa Ballantyne
- It's kind of a funny story, de Ned Vizzini
- A arte de chorar em coro, de Erling Epsen
- The Circle, de Dave Eggers
- A rapariga-corvo, de Erik Axl Sund
- Os segredos de Jacinta, de Cristina Torrão
- Fome de fogo, de Erik Axl Sund
- The Rosie project, de Graeme Simsion
- Faceless killers, de Henning Mankell
- O homem que não conseguia parar, de David Adam
- Dark places, de Gillian Flynn
- O tempo morto é um bom lugar, de Manuel Jorge Marmelo
- Nada a temer, de Julian Barnes
- Mães e filhos, de Colm Tóibín
- O assassino do aqueduto, de Anabela Natário
- Perfect people, de Peter James
- No limiar da eternidade, de Ken Follett
- The dogs of Riga, de Henning Mankell
- Stoner, de John Williams
- Side effects may vary, de Julie Murphy
Eu juro que não sei como...
... mas as constipações que andam por aí ainda não me apanharam. E talvez 90% das pessoas que me rodeiam andam aos esprirros, com tosse, febre e atulhadas em lenços. Pensando bem, se calhar o melhor é escrever isto depressa antes de ser apanhada.
8 de janeiro de 2015
Só eu sei o que me custa...
... estar mais de um mês para conseguir acabar um livro (os contos de Aldous Huxley na coluna aqui ao lado). Estive para desistir mais de uma vez, mas de seguida havia sempre
qualquer coisa que me prendia. E a sensação de frustração de desistir de um livro. Desta sexta-feira não pode passar. E o próximo não será, certamente, um livro de contos.
qualquer coisa que me prendia. E a sensação de frustração de desistir de um livro. Desta sexta-feira não pode passar. E o próximo não será, certamente, um livro de contos.
7 de janeiro de 2015
Não gozar, por favor
Mas isto é a única coisa que me vale quando chego a casa em dias frios como este. Tão, mas tão quente que passado meia hora tenho de o despir. E tão confortável quanto ridículo. Mas é mesmo a única coisa que me vale.
6 de janeiro de 2015
5 de janeiro de 2015
Cá vou eu no meu Trabbie...
... a acompanhar-me todos os dias no meu local de trabalho. Adorei este presente de anos trazido em mãos do país de origem.
Qual dia 1, qual quê
Hoje é o dia que sinto como o primeiro do ano, aquele em que penso a sério nos objetivos a alcançar, porque se tornam reais. O dia em que começo a fazer a contagem decrescente para o fecho de mais uma campanha de trabalho, o dia em que olho para o calendário para começar a planear as férias, o dia em que olho para a minha agenda para marcar as consultas a que tenho de ir, o dia em que planeio quando tenho de levar a bicharada ao veterinário, o dia em que penso nas pessoas que quero reencontrar este mês.
Porque com todas as comezainas e com tantos dias sem fazer quase nada a realidade entrou pouco na minha vida.
Porque com todas as comezainas e com tantos dias sem fazer quase nada a realidade entrou pouco na minha vida.
3 de janeiro de 2015
O gato da vida de Rodrigo Guedes de Carvalho
Chorem, porque não tem mal. E porque os nossos familiares de quatro patas merecem tudo o que façamos por eles.
2 de janeiro de 2015
E terminadas as festas...
... vamos mas é voltar a olhar para a vida real, não esquecer de continuar a ajudar quem ajudámos no Natal, não esquecer os amigos com quem só falámos em dezembro, meter mãos às obra para sermos mais produtivos e tolerantes no trabalho, ser gentis mesmo com quem não conhecemos. Enfim, não esperar que os desejos das passas nos caiam do céu mas fazer por merecê-los.
E, num registo mais prático, esperar e lutar para que 2015 seja mesmo um ano de viragem para o estado a que o nosso país chegou. Será meio caminho andado para ver muita gente mais feliz.
E, num registo mais prático, esperar e lutar para que 2015 seja mesmo um ano de viragem para o estado a que o nosso país chegou. Será meio caminho andado para ver muita gente mais feliz.
Subscrever:
Mensagens (Atom)














































