15 de março de 2015

Faria hoje 91 anos, deixou-nos aos 73. Tantas saudades


A minha avó, a minha querida Babá, nasceu no dia 15 de março de 1924, a segunda irmã de um conjunto de três raparigas. Como poucas mulheres da época, estudou, aprendeu línguas e foi tradutora de inglês e francês (e não sei se de espanhol) no BESCL (depois BES, hoje Novo Banco). Adorava viajar, sempre com o meu avô, e conduzia o seu carro todos os dias. Aprendeu a cozinhar, por necessidade, já depois dos 60 anos, escolhendo sempre com grande amor o que dar aos netos. Depois de reformada, ocupava o seu tempo connosco, a tomar café com as amigas, a tratar do seu jardim e a cuidar dos seus cães e gatos.

A minha Babá. A minha querida Babá. Que sempre esteve comigo e que sempre estará.

13 de março de 2015

Ainda há gente honesta

No sábado à tarde, deixei algo esquecido (um simples saco de areia para gatos) no piso junto às arrecadações do edifício. No domingo de manhã, quando me lembrei dele, o saco tinha desaparecido. Apesar de não ser algo valioso, coloquei avisos a pedir a sua devolução, e até ontem nada.

Até que ao abrir a porta de manhã deparei com isto:


Afinal, parece que ainda tenho vizinhos com bom caráter. Fiquei contente.

E acabo de descobrir que hoje é o Dia Mundial do Sono

Por isso, se logo à noite me esquecer, ficam já os meus desejos de um soninho descansado. E amanhã é sábado!

Não custa (quase) nada

Durante anos tive pavor de dar sangue, porque a única vez em que tinha dado foi um filme, com desmaio no final, um aparato à minha volta, sumos e mais sumos cheios de açúcar para me espevitar.

Mas a verdade é que desde que tomei a decisão de começar a dar a sério, cada vez me custa menos. Ontem foi a quarta vez, com intervalos de quatro meses, e a sensação com que de lá saio é sempre esta:

Quem é supersticioso?

12 de março de 2015

Adoro gente assim!

O amor não tem barreiras

Pessoas beijam-se e abraçam-se atrás de um aparelho de raios X. Descubram quem são depois de saírem de trás da tela.


E a vencedora é...

... a Patty, que acertou em todos os 15 artistas representados no Desafio de arte que lancei na 3.ª feira de manhã.

Patty, agora é só enviar um email para a Vespinha, para combinarmos o texto a publicar e quando. Parabéns!

11 de março de 2015

Sexo

Não, não vou falar de sexo. É só para testar se o número de visitas ao blogue sobe.

Uma semana de trabalho no Japão

Stu, um britânico a trabalhar no Japão como professor, condensou num vídeo de 3 minutos a sua semana de trabalho de 80 horas, que acontece em média durante três meses por ano. Trabalhar, comer e dormir são tudo.

Talvez possa estar um pouco exagerado, mas julgo não estar muito longe da realidade.

eufumatufumas.com

Sabiam que cerca de um terço das crianças portuguesas estão diariamente expostas ao fumo de cigarros? Em casa, no carros, nos restaurantes, elas são as inaladoras passivas do fumo dos cigarros dos pais e dos avós, tornando-se mais vulneráveis a doenças como otites, pneumonias, asma e outras doenças respiratórias. E isto fica para o resto da vida.

Por isso, se têm este hábito ou se conhecem quem o tenha, divulguem esta campanha.

Com a chamada de atenção de que não basta não fumar nestes espaços na presença delas, porque os químicos do fumo do tabaco depositam-se nas paredes, roupa, cortinados, tapetes, brinquedos, podendo ser constantemente reemitidos para a atmosfera.

Podem obter mais informação aqui, no site da campanha promovida pelo Programa Nacional para Prevenção e Controlo do Tabagismo.


10 de março de 2015

Posições para se ler um livro

Ou melhor, posições para se ler estes livros.

Últimos estudos parvos que me passaram pelos olhos

- Que quem diz palavrões é mais honesto e de confiança.
- Que as pessoas baixinhas têm maior esperança de vida.
- Que dormir nu emagrece e reduz o risco de diabetes.

E tudo isto no período de uma semana.

Nota: O facto de não cumprir nenhum dos requisitos acima não é para aqui chamado.

Desafio de arte

A proposta é a seguinte: a partir dos pósteres abaixo, que condensam a obra de artistas plásticos mundiais em três ícones, descobrir quem foi cada um.

Quem acertar em mais (ou o primeiro a acertar em todos) no período de dois dias (portanto, até às 08h30 de 5.ª feira) pode publicar aqui um tópico subordinado a qualquer um dos temas Sobre o que escrevo (ver coluna ao lado).

Desafio lançado.

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9 de março de 2015

Olhos grandes, de Tim Burton

Em finais dos anos 50, espalhou-se pelos Estados Unidos o gosto por uns quadros que representavam crianças com olhos enormes, nomeadamente crianças pobres ou vítimas de abandono. Venderam-se muitos quadros, milhões de reproduções, o mais variado merchandising. Os quadros eram assinados por Walter Keane. O que só se soube em meados dos anos 60 é que Walter não era o autor dos quadros, mas sim a sua mulher, Margaret, que se subjugou ao marido que assumiu a fama como sua, mantendo-se praticamente trancada a produzir mais e mais exemplares.

Esta história, verdadeira, foi agora levada para as telas por Tim Burton, num filme que pouco tem de Tim Burton, a começar pela narração de uma história verídica, ainda que próxima do fantástico.

O filme, apesar de não ser uma obra-prima, vale a pena ser visto, acima de tudo pelas interpretações de Amy Adams e Christoph Waltz (que, pelo que entretanto percebi, se está a tornar num daqueles atores que ou se ama ou se odeia). Das cenas imperdíveis, destaco uma num restaurante, quando Margaret chora perante a ironia do marido, e toda a parte do tribunal.

E o que é estranho? É que no fim do filme consegui ter pena de Walter Keane, um charlatão plagiador, por aquilo que sempre quis ser mas que nunca conseguiu: um pintor.

Margaret e Walter nos anos 60, quando ele fingia ser o autor dos «Olhos grandes».
Margaret Keane hoje, 30 anos de ter ganho um processo contra o seu ex-marido.

Passo por isto todos os dias

Felizmente são só duas (gatas) e mais pequenas.

A chico-espertice dos sacos de plástico


Aqui há dias, quando publiquei um cartoon sobre os sacos de plástico, houve uma série de comentários na página da Vespinha do Facebook que me levaram a informar-me um pouco mais sobre o assunto.

Pois aqui vai o que descobri.

Sabiam que a taxa para o Estado dos €0,08 + IVA se aplica apenas aos sacos de plástico leves, aqueles quase transparentes que antigamente nos dava nos supermercados? Só que esses desapareceram de quase todas as lojas, para dar lugar a outros sacos maiores e mais grossos, com publicidade ao estabelecimento, que temos de pagar e que não estão abrangidos pela lei.

Sim, o que pagamos por estes não vai para o Estado, não tem nada a ver com a fiscalidade verde. Os €0,10 destes vão direitinhos para os «bolsos» dos supermercados! Que não se fizeram rogados em cobrar o mesmo preço por eles, para o consumidor pensar que se tratava da taxa. Mas não é.

Aproveitaram-se portanto de uma taxa que serviria para proteger o ambiente para fazerem negócio. E isto é feio. De mim, não levam mais nada.

Vejam toda a reportagem Contas Poupança, da SIC, aqui.

8 de março de 2015

Uupsss... ainda vou a tempo


Mulheres, espero que estejam a ter um dia à altura. Homens, espero que tenham proporcionado um dia feliz às vossas mães, esposas, namoradas, filhas, netas...

6 de março de 2015

Não quero ver os próximos episódios

Uns estão detidos, outros são descobertos a aldrabar, outros estão a ser interrogados. Este país começa a parecer uma série de advogados e tribunais. E eu que nem tenho pachorra para essas séries.