11 de março de 2015

eufumatufumas.com

Sabiam que cerca de um terço das crianças portuguesas estão diariamente expostas ao fumo de cigarros? Em casa, no carros, nos restaurantes, elas são as inaladoras passivas do fumo dos cigarros dos pais e dos avós, tornando-se mais vulneráveis a doenças como otites, pneumonias, asma e outras doenças respiratórias. E isto fica para o resto da vida.

Por isso, se têm este hábito ou se conhecem quem o tenha, divulguem esta campanha.

Com a chamada de atenção de que não basta não fumar nestes espaços na presença delas, porque os químicos do fumo do tabaco depositam-se nas paredes, roupa, cortinados, tapetes, brinquedos, podendo ser constantemente reemitidos para a atmosfera.

Podem obter mais informação aqui, no site da campanha promovida pelo Programa Nacional para Prevenção e Controlo do Tabagismo.


10 de março de 2015

Posições para se ler um livro

Ou melhor, posições para se ler estes livros.

Últimos estudos parvos que me passaram pelos olhos

- Que quem diz palavrões é mais honesto e de confiança.
- Que as pessoas baixinhas têm maior esperança de vida.
- Que dormir nu emagrece e reduz o risco de diabetes.

E tudo isto no período de uma semana.

Nota: O facto de não cumprir nenhum dos requisitos acima não é para aqui chamado.

Desafio de arte

A proposta é a seguinte: a partir dos pósteres abaixo, que condensam a obra de artistas plásticos mundiais em três ícones, descobrir quem foi cada um.

Quem acertar em mais (ou o primeiro a acertar em todos) no período de dois dias (portanto, até às 08h30 de 5.ª feira) pode publicar aqui um tópico subordinado a qualquer um dos temas Sobre o que escrevo (ver coluna ao lado).

Desafio lançado.

1.


2.


3.


4.


5.


6.


7.


8.


9.


10.


11.


12.


13.


14.


15.

9 de março de 2015

Olhos grandes, de Tim Burton

Em finais dos anos 50, espalhou-se pelos Estados Unidos o gosto por uns quadros que representavam crianças com olhos enormes, nomeadamente crianças pobres ou vítimas de abandono. Venderam-se muitos quadros, milhões de reproduções, o mais variado merchandising. Os quadros eram assinados por Walter Keane. O que só se soube em meados dos anos 60 é que Walter não era o autor dos quadros, mas sim a sua mulher, Margaret, que se subjugou ao marido que assumiu a fama como sua, mantendo-se praticamente trancada a produzir mais e mais exemplares.

Esta história, verdadeira, foi agora levada para as telas por Tim Burton, num filme que pouco tem de Tim Burton, a começar pela narração de uma história verídica, ainda que próxima do fantástico.

O filme, apesar de não ser uma obra-prima, vale a pena ser visto, acima de tudo pelas interpretações de Amy Adams e Christoph Waltz (que, pelo que entretanto percebi, se está a tornar num daqueles atores que ou se ama ou se odeia). Das cenas imperdíveis, destaco uma num restaurante, quando Margaret chora perante a ironia do marido, e toda a parte do tribunal.

E o que é estranho? É que no fim do filme consegui ter pena de Walter Keane, um charlatão plagiador, por aquilo que sempre quis ser mas que nunca conseguiu: um pintor.

Margaret e Walter nos anos 60, quando ele fingia ser o autor dos «Olhos grandes».
Margaret Keane hoje, 30 anos de ter ganho um processo contra o seu ex-marido.

Passo por isto todos os dias

Felizmente são só duas (gatas) e mais pequenas.

A chico-espertice dos sacos de plástico


Aqui há dias, quando publiquei um cartoon sobre os sacos de plástico, houve uma série de comentários na página da Vespinha do Facebook que me levaram a informar-me um pouco mais sobre o assunto.

Pois aqui vai o que descobri.

Sabiam que a taxa para o Estado dos €0,08 + IVA se aplica apenas aos sacos de plástico leves, aqueles quase transparentes que antigamente nos dava nos supermercados? Só que esses desapareceram de quase todas as lojas, para dar lugar a outros sacos maiores e mais grossos, com publicidade ao estabelecimento, que temos de pagar e que não estão abrangidos pela lei.

Sim, o que pagamos por estes não vai para o Estado, não tem nada a ver com a fiscalidade verde. Os €0,10 destes vão direitinhos para os «bolsos» dos supermercados! Que não se fizeram rogados em cobrar o mesmo preço por eles, para o consumidor pensar que se tratava da taxa. Mas não é.

Aproveitaram-se portanto de uma taxa que serviria para proteger o ambiente para fazerem negócio. E isto é feio. De mim, não levam mais nada.

Vejam toda a reportagem Contas Poupança, da SIC, aqui.

8 de março de 2015

Uupsss... ainda vou a tempo


Mulheres, espero que estejam a ter um dia à altura. Homens, espero que tenham proporcionado um dia feliz às vossas mães, esposas, namoradas, filhas, netas...

6 de março de 2015

Não quero ver os próximos episódios

Uns estão detidos, outros são descobertos a aldrabar, outros estão a ser interrogados. Este país começa a parecer uma série de advogados e tribunais. E eu que nem tenho pachorra para essas séries.

Continuo a esquecer-me sempre dos sacos...

A Livros do Brasil está de volta

Depois de muitos anos de declínio, e de os seus livros terem lentamente deixado de estar disponíveis e de aparecer nas bancas, a Livros do Brasil foi comprada em janeiro pelo Grupo Porto Editora e hoje, menos de três meses depois, relança os clássicos e alarga o seu catálogo. A começar pela coleção «Dois Mundos».

As capas também foram renovadas pelo ateliê silvadesigners, preservando no entanto a identidade gráfica que marcou a coleção. Esta é só uma amostra do antes e do depois. Podem consultar os restantes livros lançados aqui, no novo site da editora.





5 de março de 2015

Qual passadeira vermelha, qual quê!

Na Vanity Fair Oscar Party é que os convidados iam com estilo (ajudados pela fantástica câmara de Mark Seliger). Ora vejam:

Neil Patrick Harris.
J. K. Simmons
Alejando González Iñarritu.
Emma Stone.
Natalie Portman e Rashid Jones.
Sacha Baron Cohen e Isla Fisher.

Quero ver

Pelo realizador, pelo ator principal, pela história. E depressa.

A nossa utilidade para eles


Mas o que nos dão em troca não tem preço.

4 de março de 2015

As utilidades do pó de talco


Não, não serve apenas para suavizar os rabinhos dos bebés. Vá, quem já deixou de usar pó de talco há muitos anos, toca a comprar de novo. Pode sempre dar jeito.

1. Desembaraçar um fio ou uma pulseira. Basta aplicar um bocadinho de pó de talco para desemaranhar o nó e depois, com uma agulha, fazer o resto do trabalho.

2. Aromatizar gavetas. Sobretudo aquelas de madeira que começam a cheirar a velho em vez de cheirar a antigo.

3. Retirar a oleosidade ao cabelo. Aquilo que muitos champôs não conseguem fazer, o pó de talco resolve, mediante a aplicação no couro cabeludo seguida de massagem.

4. Refrescar a cama em noites quentes. Basta aplicar pó de talco entre os lençóis para ajudar a absorver a trabspiração naquelas noites de verão impossíveis.

5. Separar baralhos de cartas. Quando um baralho ganha humidade e as cartas se colam, é só mergulhá-lo em pó de talco e agitar. Soltam-se num instantinho.

6. Manter as formigas afastadas. As formigas destestam o cheiro do talco, por isso basta espalhá-lo para lhes bloquear o caminho.

7. Eliminar manchas de gordura. É só espalhar pó de talco sobre a nódoa antes de pôr a peça a lavar.

8. Manter as luvas de borracha como novas. Depois de as utilizar, deitar um pouco de pó de talco lá para dentro. Elimina a humidade e mantém as mãos suaves quando se volta a usá-las.

9. Eliminar o ranger da madeira. Espalhar pó de talco e varrê-lo para os interstícios. Dizem que o ruído diminui consideravelmente.

10. Eliminar areia dos pés. Ao sair da praia, sacudir pó de talco para os pés. A areia sai num instante.

11. Dar volume às pestanas. Depois da primeira aplicação de rímel, aplicar pó de talco com algodão e voltar a pôr rímel.

12. Manter os pés bem-cheirosos. É só colocar pó de talco dentro dos sapatos. E já está.

Este até me convencia a ter um clássico

O Volvo P1800 ES foi produzido apenas durante dois anos, entre 1972 e 1974, com cerca de 8000 unidades produzidas. É também conhecido como o «carro funerário da Branca de Neve». Para mim, de funerário não tem nada. De belo, tem tudo.


Dos tuk tuk

Se calhar estou a ser contra a corrente, mas embirro solenemente com os tuk tuk em Lisboa. São o «3 em 1» em mau: são visualmente horríveis, fazem barulho e cheiram mal. Portanto, poluição a três níveis. Bons, só mesmo para os turistas. Na Baixa tornaram-se uma praga estacionados em qualquer lado, na subida para o castelo são um atentado aos nossos ouvidos, se vamos atrás de um, quando nos assoamos vem tudo preto. Tudo isto aparentemente sem regras.

A sério, não percebo como é que este meio de transporte próprio dos países em desenvolvimento se tornou tão popular em Lisboa e, acima de tudo, como autorizam a sua disseminação desenfreada. E, da maneira como são conduzidos, espero que tenham bons seguros que resolvam tudo se baterem em algum carro ou atropelarem alguém.

3 de março de 2015

É este ano que compro uns


Em verde. Alguém me diz onde?

Tópico que mudou de tom (para melhor!)

A semana estive para publicar aqui um tópico sobre o gato Rico, um gatinho com paralisia nas patas traseiras e cuja dona criou um grupo no Facebook para ajudar na aquisição de uma cadeirinha de rodas especial que custava €350.

Mas não tive tempo de o fazer, porque num instante uma data de gente juntou-se e pagou a cadeirinha ao Rico, apesar de desconhecerem a sua dona. A provar que tudo se fez dentro da maior honestidade, a dona do Rico publicou a lista com o nome de todos os que ajudaram e vai doar o remanescente (€24,80) a outro animal de que precise, com publicação do respetivo comprovativo.

Duas conclusões:
1. Há por aí muitos apelos que são mesmo verdade.
2. O poder da união é muito grande.

Podem conhecer toda a história (curta) aqui.

O lançamento do apelo, no dia 21.02.
Objetivo atingido, no dia 27.02.
A divulgação dos nomes e do que irá ser feito ao valor que sobrou, no dia 28.02.

E assim de repente...

... acordar às 7h00 já não custa tanto. Quando se abre o estore já é dia!

2 de março de 2015

Também, entre outras coisas

Tangerina com filho dentro


Já se depararam com alguma destas?

Ouvir pela primeira vez

Às vezes penso no que escolheria se um dia tivesse de optar por perder (ou não ter) um dos cinco sentidos. O que me vem logo à cabeça, sem quaisquer dúvidas, é a visão. Não consigo conceber o que será viver num mundo visualmente desconhecido, em que a dependência seria sempre grande e o sentimento de piedade também (quem não se referiu já ao «ceguinho»...?).

E em segundo lugar? Aqui começam as dúvidas, apesar de me inclinar muito para a audição, talvez por me cruzar muitas vezes com pessoas com este problema e perceber que, apesar de interagirem muito bem com os outros, poderiam ser muito mais felizes se os conseguissem ouvir. O vídeo cujo link publico a seguir é a prova disso: https://www.facebook.com/video.php?v=10152508291957126