Nota: Estes são dos que mais uso; podem ver mais uns tantos aqui.
15 de abril de 2015
Como eram os sites «antigamente»?
Falar de «antigamente» quando nos referimos a sites parece um pouco estranho, mas a verdade é que com a velocidade das mudanças digitais esse «antigamente» pode ter sido ontem. Estes já têm uns anitos, mas é curioso ver como o design e a usabilidade mudaram:
Nota: Estes são dos que mais uso; podem ver mais uns tantos aqui.
Nota: Estes são dos que mais uso; podem ver mais uns tantos aqui.
14 de abril de 2015
Mentes doentes (não aconselhável a pessoas sensíveis)
Acho que nunca vou querer saber o que leva estas mulheres, gente aparentemente (mas só aparentemente) normal, a andarem a matar girafas e a fotografarem-se ao pé delas como troféus.
É uma praga com que me tenho deparado quase diariamente na internet e para a qual não encontro qualquer explicação. Porque não pode haver.
É uma praga com que me tenho deparado quase diariamente na internet e para a qual não encontro qualquer explicação. Porque não pode haver.
13 de abril de 2015
E no fim, o que interessa? A felicidade
É óbvio que os verdadeiros objetivos da Coca-Cola são comerciais, mas é bom ver que ver que há quem não tenha medo de mostrar que há muitas realidades, e que hoje a classificação para o que é «normal» não pode ser a que era há uns bons anos.
Normal, para uma criança, é poder ser feliz. É não ter de viver numa instituição. Ou no seio de uma família «tradicional» mas que é violenta. Ou com um pai ou com uma mãe que nunca o deveriam ter sido porque se põem sempre em primeiro lugar. Ser normal, para uma criança, é poder crescer com confiança e segurança junto de quem só quer o seu bem.
Normal, para uma criança, é poder ser feliz. É não ter de viver numa instituição. Ou no seio de uma família «tradicional» mas que é violenta. Ou com um pai ou com uma mãe que nunca o deveriam ter sido porque se põem sempre em primeiro lugar. Ser normal, para uma criança, é poder crescer com confiança e segurança junto de quem só quer o seu bem.
Pensar de forma positiva
- «O que é preciso é acreditar, se acreditarmos que algo vai acontecer muito provavelmente acontecerá.»
- «Temos é de pensar que vai ser assim, se pensarmos vai mesmo ser assim.»
Parecem pensamentos um bocado esotéricos, mas a verdade é que ambas as frases saíram da boca de pessoas que considero felizes. Se calhar funciona mesmo, é uma filosofia de vida que tenho de adotar.
Algo que é difícil, porque altera todo o meu paradigma, eu que sou uma neurótica e que penso sempre no pior para estar preparada para quando ele aparecer, que elaboro sempre na minha cabeça os cenários mais rebuscados. Mas de que me vale isto, se não apenas para sofrer duas vezes? Uma por antecipação e outra quando as coisas acontecem. E até podem não acontecer, e muitas vezes não acontecem de todo.
Por isso, tenho mesmo de redirecionar os meus pensamentos em 180 graus. Mesmo.
10 de abril de 2015
Marcha Animal
E eu que estou no Porto... Talvez amanhã ainda chegue a Lisboa com tempo (e energia) para ir lá dar um saltinho. Vai ser no Terreiro do Paço, a partir das 15h30, com bancas da Animal, bancas de comida, dança e bandas e a propjeção do filme Enterrar touradas.
Ir e vir
Mas, pelo meio, ter duas reuniões, assistir à apresentação dos nossos manuais, tentar comer uma francesinha, dormir num hotel de que gosto muito e conhecer outro que dizem ter uma vista linda.
9 de abril de 2015
Cenários abandonados
Há muitos, muitos anos, lembro-me de estar de férias com os meus pais no Algarve e de termos ido ver os restos das filmagens de uma edição dos Jogos Sem Fronteiras. Tudo abandonado, viam-se restos de pistas, bolas em esponja corroídas, os despojos do que terão sido dias de festa.
Isto é o que resta dos locais de filmagem de alguns filmes bem nossos conhecidos.
Podem espreitar mais uma série de cenários abandonados aqui.
Isto é o que resta dos locais de filmagem de alguns filmes bem nossos conhecidos.
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| A lista de Schindler, 1993. Cracóvia, Polónia. |
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| Big fish, 2003. Millbrook, EUA. |
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| Popeye, 1980. Malta. |
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| O abismo, 1989. Gaffney, EUA. |
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| O senhor dos anéis, 2001. Matamata, Nova Zelândia. |
Esquisitices
Tem as tigelas meio vazias. Não para de miar a pedir-me comida. Pego na caixa para colocar mais um pouco nas tigelas. A caixa cai ao chão e a comida espalha-se toda. Julgam que a Vespa Gata lhe tocou? Nããã... só quando estiver na tigela.
8 de abril de 2015
Canções de Abril: nostalgia do que não vivi
Ontem, ao preparar um PowerPoint sobre as canções de Abril, senti um misto de tristeza e de emoção por aquilo que não vivi, mas que viveram os meus pais e avós e que cada vez é mais esquecido. Paulo de Carvalho, José Afonso, Carlos Paredes, Manuel Freire, José Mário Branco, Adriano Correia de Oliveira... Vale a pena recordar algumas delas. São bonitas.
7 de abril de 2015
As estrelas pop também têm família
Quantas vezes olhamos para alguém e nos perguntamos como será essa pessoa em casa com a família. E se extrapolarmos para o mundo da música e do cinema, tentar imaginar essa vida é ainda mais difícil. Pensemos agora nos músicos excêntricos e rebeldes dos anos 70 e a tarefa é quase impossível.
Só que aqui estão alguns deles, em casa com os pais:
Podem ver mais uns tantos aqui.
Só que aqui estão alguns deles, em casa com os pais:
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| Eric Clapton com a avó Rose, que o criou desde pequeno. Surrey, Inglaterra. |
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| Frank Zappa com os pais Francis e Rose Marie. Los Angeles, EUA. |
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| Elton John com a mãe, Sheila, e o padrasto, Fred Fairbrother, Londres, Inglaterra. |
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| Joe Cocker com a mãe, Marjorie. Sheffield, Inglaterra. |
Podem ver mais uns tantos aqui.
De diabo a anjo (negro)
Já vos contei como a Loba se transformou da cadela mais malcomportada do mundo para a cadela mais bem-comportada do universo? Pois é verdade. Aos 8 meses, quando a a adotámos, fomos altamente aconselhados a arranjar-lhe quem lhe desse umas aulas. Saltava para cima de toda a gente, com a força das patas rasgava-nos a roupa e enchia-nos de nódoas negras, no veterinário era um filme. Nunca podia estar com ela antes de vestir roupa resistente e bem velha. E isto quando já tinha quase 30 kg.
Depois das 10 aulas que teve com a Alexandra Santos, a Loba é outra. Nunca vai comer sem lhe darem a ordem antes (mérito do treino da minha mãe), quando viaja de carro vai lá atrás no porta-bagagens sossegadinha a dormitar, quando salta é de modo moderadamente delicado, come o que lhe damos na mão com delicadeza e no veterinário é sempre elogiada pelo bom comportamento. E com apenas mais um ano e meio de vida em cima. Sem exageros, é sempre o cão mais bem comportado que lá está.
A sério. Tenho muito orgulho na minha Loba.
6 de abril de 2015
Estes cães trabalham!
Quase todos olhamos para os cães como animais de companhia e de brincadeira, que mais não fazem do que comer, brincar e dar-nos todo o carinho do mundo. Mas o fotógrafo Andrew Fladboe quis ir mais além e captar imagens de cães que trabalham. Cães sem os quais o mundo não seria como o conhecemos e que todos os dias se esforçam para o melhorar.

Cães de busca de pessoas

Cães de terapia e apoio a inabilitados
Cães pastores
Cães-polícia
Um episódio triste na praia
Ontem fui um bocadinho à praia, para tentar compensar estes três dias que foram mais agitados do que eu pensava. Ao chegar ao areal, ouvia-se do cimo de uma pequena falésia duas pessoas a discutir, a voz dele a sobrepor-se à dela. Ela era uma velhinha toda de preto, que aparentemente teimava em sentar-se num banquinho a ver a praia.
Durante uns minutos, o barulho acalmou, até que se começou a ouvir a voz dela a praguejar com ele, ao mesmo tempo que, com um andarilho, tentava chegar, através da vegetação, até ao local onde ele e o carro estavam. Eu tinha acabado de me deitar na toalha, e toda a praia olhava discretamente lá para cima. Não consegui ficar parada, vesti uma camisa e pus-me a caminho, logo seguida de mais 3 ou 4 pessoas.
Pelo caminho, pensei em como abordar o assunto, afinal de contas estava a intrometer-me numa questão familiar. Ao chegar lá acima, deparei com o homem encostado a uma palmeira, à espera dela, que continuava a praguejar bem alto e a dar passos ao centímetro. Percebi que era o filho e optei por lhe perguntar se queria que o ajudasse a levar a mãe até ao carro. Que não era preciso, que ela conseguia, que era sempre assim. Insisti, alegando que seria melhor para todos. Lá fomos, amparando aquele peso morto, até chegarem as restantes pessoas.
Só que algumas, em vez de ajudarem, começaram a insultar o homem. Como é que deixava a mãe ali assim, porque é que não tinha pedido ajuda, porque é que a tinha deixado ir para tão longe. E ele a suar em bica e a irritar-se. E eu a tentar pôr água na fervura, alegando que o importante era levá-la até ao carro.
Ali havia miséria e agressividade, física e psicológica, e confesso que fiquei com medo do que o filho pudesse fazer à mãe depois de todo aquele conflito e dos insultos que lhe dirigiram. Não lhes conheço a história. Por um lado, se ele a levou ali a ver o mar foi porque queria que ela se distraísse. Por outro, não fez o mínimo esforço para a ajudar. Também não sei como a trata em casa. Ou o que ouvirá da boca dela todos os dias.
O que conheço são as histórias de violência contra idosos que vejo na televisão. Por isso intervim. Mas sempre, sempre com a dúvida na minha cabeça. O que poderá levar um filho a fazer aquilo com a mãe? Haverá aliás algo que o justifique? Acho que não. Mas nunca o saberei.
Durante uns minutos, o barulho acalmou, até que se começou a ouvir a voz dela a praguejar com ele, ao mesmo tempo que, com um andarilho, tentava chegar, através da vegetação, até ao local onde ele e o carro estavam. Eu tinha acabado de me deitar na toalha, e toda a praia olhava discretamente lá para cima. Não consegui ficar parada, vesti uma camisa e pus-me a caminho, logo seguida de mais 3 ou 4 pessoas.
Pelo caminho, pensei em como abordar o assunto, afinal de contas estava a intrometer-me numa questão familiar. Ao chegar lá acima, deparei com o homem encostado a uma palmeira, à espera dela, que continuava a praguejar bem alto e a dar passos ao centímetro. Percebi que era o filho e optei por lhe perguntar se queria que o ajudasse a levar a mãe até ao carro. Que não era preciso, que ela conseguia, que era sempre assim. Insisti, alegando que seria melhor para todos. Lá fomos, amparando aquele peso morto, até chegarem as restantes pessoas.
Só que algumas, em vez de ajudarem, começaram a insultar o homem. Como é que deixava a mãe ali assim, porque é que não tinha pedido ajuda, porque é que a tinha deixado ir para tão longe. E ele a suar em bica e a irritar-se. E eu a tentar pôr água na fervura, alegando que o importante era levá-la até ao carro.
Ali havia miséria e agressividade, física e psicológica, e confesso que fiquei com medo do que o filho pudesse fazer à mãe depois de todo aquele conflito e dos insultos que lhe dirigiram. Não lhes conheço a história. Por um lado, se ele a levou ali a ver o mar foi porque queria que ela se distraísse. Por outro, não fez o mínimo esforço para a ajudar. Também não sei como a trata em casa. Ou o que ouvirá da boca dela todos os dias.
O que conheço são as histórias de violência contra idosos que vejo na televisão. Por isso intervim. Mas sempre, sempre com a dúvida na minha cabeça. O que poderá levar um filho a fazer aquilo com a mãe? Haverá aliás algo que o justifique? Acho que não. Mas nunca o saberei.
5 de abril de 2015
Não me perguntem porquê...
... mas sinto necessidade de passar aqui a próxima hora e meia. Não sei se por hoje fazer 14 anos que o meu avô materno morreu, ou se por precisar de paz e de ganhar forças para continuar a seguir o caminho que escolhi. Ou por desejar tanto que olhem para esse meu caminho de outra maneira. Ou, ainda, por precisar de sentir que continua a haver estrelinhas que não me abandonam. Se calhar é por tudo isto e por nada disto. Mas preciso.
2 de abril de 2015
Intervalo interrompido...
Intervalo de Páscoa
Com metade dos portugueses a banhos e mais uns tantos a reunirem-se com a família para a Páscoa, a Vespinha faz aqui um intervalo. Não pela Páscoa, que normalmente não a celebro, nem pelos banhos, que se der um salto à praia será aqui bem perto de Lisboa.
Mas porque vou aproveitar estes três dias para tentar descansar um bocadinho a cabeça.
Mas porque vou aproveitar estes três dias para tentar descansar um bocadinho a cabeça.
1 de abril de 2015
Lembram-se de como era o Dia das Mentiras antigamente?
Há uns largos anos, lembro-me que o Dia das Mentiras se vivia com alguma excitação, não só pelas mentiras que preparávamos para os outros «caírem», mas também pela tentativa de apanhar as mentiras nos jornais e nos telejornais. Lembro-me bem de assistirmos àquela meia hora cheios de atenção, para apanharmos o gato escondido.
Hoje, infelizmente, estragou-se a brincadeira. Porque, ao ler jornais e ver telejornais, por vezes o difícil é encontrar a verdade. E não estou a criticar os jornalistas, pelo menos de modo generalizado. Mas antes quem lhes transmite de forma leviana tantas barbaridades todos os dias.
Pois parece que afinal sempre há uns quantos VIP por aí...
Depois de declarações perentórias sobre a não existência da lista VIP de contribuintes (ou sobre a ignorância acerca da sua existência), parece que segundo a Comissão Nacional de Proteção de Dados a dita sempre existia, contendo entre os seus nomes aquele que mais negava tal coisa: Paulo Núncio. Ele, e pelo menos Cavaco Silva, Pedro Passos Coelho e Paulo Portas estão aparentemente confirmados. Entre muitos mais, se calhar.
Vergonha na cara, falta-lhes vergonha na cara. E caráter. E humildade. E nós, contribuintes, também somos culpados por nada fazermos e deixar que um governo que tem somado escândalos e más decisões todos os dias continue à frente deste país. Pelos vistos merecemos os governantes que temos. É triste e muito preocupante.
Nota: Hoje é Dia das Mentiras, mas parece-me que isto é verdade.
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