4 de dezembro de 2015

Ora bem...

... a minha letra não é feia quando escrevo com calma, mas quando escrevo depressa é irreconhecível, às vezes até por mim própria. O que prova que sim, que o pensamento rápido produz uma caligrafia medonha.

A Natureza a falar: Ice, por Liam Neeson


2 de dezembro de 2015

Algo que nunca pensei ser capaz de fazer


No mesmo dia em que Vespa Gata teve alta da rutura de ligamentos (uma excelente recuperação tendo em conta a sua idade e a raridade do problema em gatos), começou à noite com uma infeção urinária. Ia às pedrinhas de cinco em cinco minutos, miava imenso, até que fui às pedras e vi sangue. Diagnóstico feito.

Na veterinária ainda lhe tentaram colher urina para ver que tipo de medicação tomar, mas a menina não esteve pelos ajustes e não só não deixou como ainda mordeu uma enfermeira. Conseguimos pelo menos ver através de uma ecografia que não havia nada na bexiga e decidir dar-lhe um anti-inflamatório e um antibiótico de largo espectro durante uns dias. Só que Vespinha é péssima para administrar medicação: ou toma os comprimidos e depois vomita, ou toma-os, esconde-os na boca e cospe-os uns minutos mais tarde quando eu não estou a ver. Conclusão: administrar a medicação via muscular (o anti-inflamatório) e via subcutânea (o antibiótico). E aqui chegámos ao título deste tópico.

Como conseguiria eu ir todos os dias à veterinária para ela levar as injeções (uma delas duas vezes por dia)? Enchi-me de coragem e perguntei como se faz. Uns vídeos no YouTube ajudaram e agora sou eu que lhe dou as injeções. Foi tenso da primeira vez, mas garanto que nas vezes seguintes o stress, comparado com dar comprimidos, é umas dez vezes menor. Proud!

Mais um motivo para ter gatos

Além do óbvio, que passa por serem dos animais mais perfeitos do mundo.

A Natureza a falar: Mother Nature, por Julia Roberts

São fantásticos os vídeos da Conservation International, todos com locução de personalidades e com a Natureza a falar na primeira pessoa. Não há um que não nos faça refletir.

Hoje, Mother Nature, por Julia Roberts. Publicarei os restantes nos próximos dias.


1 de dezembro de 2015

Eu!

E o que se faz com uma encomenda destas?

É certo que fiz várias encomendas para o Natal, mas esta vinda de Paris não faz parte das de que me recordo. E convenhamos que a etiqueta não é muito convidativa.

Começa hoje a abertura de presentes

No dia em que publiquei aqui um tópico sobre os calendários do Advento da Body Shop, tive uma grande surpresa da parte da tarde. O meu pai ligou-me, perguntou-me se estava na editora e disse-me para descer num instantinho. Do outro lado da rua, lá estava ele com um grande saco da Body Shop. Nem me passou pela cabeça o que era... mas era mesmo!

E assim, a partir de hoje, e uma vez por dia até dia 24 inclusive, abrirei uma caixinha das muitas que estão na caixa grande, ainda com mais entusiasmo do que sentia em pequena ao abrir as janelinhas dos chocolates.

30 de novembro de 2015

Sim, na verdade era que isto que eu queria

«A ameaça presidencial», por Nicolau Santos

A análise de Nicolau Santos acerca da tomada de posse do novo governo. Diz tudo o que penso e ainda aquilo que não me tinha passado pela cabeça.

«António Costa disse que era tempo de sarar as feridas. Mas Cavaco Silva não quer. Insiste em deitar-lhes sal. O Presidente da República termina o seu segundo mandato de forma penosa.
Dez anos como primeiro-ministro e outros dez como o inquilino de Belém deveriam garantir a Cavaco Silva um lugar destacado na História de Portugal. Mas se são as últimas impressões que ficam, então o economista que um dia arrebatou a liderança do PSD e a seguir deitou abaixo o governo de coligação que o seu partido integrava porque queria chegar ao poder, vai deixar uma péssima imagem – de político vencido mas não convencido, rancoroso, ressabiado, vingativo, ameaçador, parcial, sem grandeza, obcecado pelo julgamento que dele fará a História.

A azia é tanta que lhe tolda inclusive as suas indiscutíveis capacidades de economista. E isso deveria levá-lo a constatar que, em primeiro lugar, o XXI Governo Constitucional vai ter em 2016, com grande probabilidade, uma conjuntura externa favorável: manutenção de juros a um nível muito baixo, euro desvalorizado em relação ao dólar, preço de petróleo a pouco mais de 60 dólares, assinalável crescimento da economia espanhola, para onde vão um quarto das exportações nacionais.

Junte-se a isto aquilo que Cavaco, apesar das suas enormes dúvidas, deveria reconhecer: o que o PS se propõe é continuar a cumprir a consolidação orçamental, embora a um ritmo mais lento que o da coligação. Isso dará margem ao Governo para repor salários e pensões, enquanto a aceleração do crescimento económico vai não só melhorar as receitas fiscais como o peso da dívida pública em percentagem do PIB. Além do mais, o que se dá com uma mão será compensado por medidas que estavam previstas no programa do PS mas que já não serão aplicadas. Finalmente, o Presidente sabe seguramente que há um novo ar que se respira na Europa e que vai no sentido de uma interpretação mais flexível do Tratado Orçamental, com a possibilidade de algumas despesas deixarem de contar para o défice.

Há riscos? Claro que há. Estar vivo é um risco que só pode acabar mal. Mas esperar que aconteça um cataclismo nos próximos dois meses, tempo que o Presidente ainda terá no cargo, que lhe possibilite encontrar razões para demitir o primeiro-ministro e deixar o país com um governo de funções, só é possível a quem tem o pensamento completamente obnubilado pelo ódio e pela raiva à solução governativa que deu origem ao XXI Governo Constitucional – e que seguramente não foi uma surpresa para Cavaco Silva, ele que disse várias vezes que tinha previsto todos os cenários. 

A partir do final de janeiro, Cavaco deixa Belém e encerra a sua longuíssima carreira política, ele que sempre tentou demonstrar que não era um político como os outros. Pois bem: vai-se embora, já vai demasiado tarde e não vai deixar saudades. Adeus.»

E que dia 24 de janeiro chegue depressa.

Grande parte do fim de semana

O que vale é que é temporário e que gosto do que faço, e que outros mais folgados hão de vir.

27 de novembro de 2015

O IKEA dá um jeitão, mas não para isto...

Black Weekend


A Black Friday deixou de ser apenas «Friday» e muitas marcas alargaram-na ao fim de semana todo, o que é ótimo para as compras de Natal.

Dos muitos anúncios que já recebi, recomendo a Body Shop (40% até domingo), a Wook (3 livros pelo preço de 2 até domingo), a Vueling (2 bilhetes pelo preço de 1 para viajar entre 10 e 17 de dezembro, promoção só hoje), a Women's Secret (25% em tudo e 50% em produtos selecionados até domingo), a Mango (30% até domingo), a Zara Home (todas as compras online com 20% e alguns artigos com 40%, só hoje) e a Zara (20% em tudo, só hoje).