15 de fevereiro de 2016

As últimas fotografias de David Bowie

Captadas pelo fotógrafo Jimmy King e publicadas na sua página do Instagram no dia em que Bowie fez 69 anos, dois dias antes da sua morte. Com estilo até ao fim.


Então e sabem porque ontem foi Dia de São Valentim?


Pois, não é pelas melhores razões... Segundo a lenda, Valentim era um bispo romano que, contra as ordens do imperador, continuou a celebrar casamentos numa época em que todos os homens deveriam escolher o exército. Quando foi descoberto, foi condenado à morte.

Ontem, dia 14 de fevereiro, foi o dia em que São Valentim foi decapitado, no ano 270.

12 de fevereiro de 2016

Conhecem os duendes das botas?

Aqueles que vivem dentro das nossas botas e que passam o dia a puxar-nos as meias para baixo, obrigando-nos a ir um sem número de vezes à casa de banho para as voltar a puxar para cima? Os meus são tão insistentes que por vezes puxam tanto as meias que me deixam o calcanhar despido. Chatos.


Nota: Ouvi falar deles pela primeira vez numa crónica do Nuno Markl. Percebi imediatamente o que se passava no fundo das minhas botas.

Parabéns, Papá!



E muita alegria e saudinha, que o que te/nos espera este ano vai ser um grande desafio!

11 de fevereiro de 2016

Os gatos e as crianças

Uma das coisas que sempre temi foi a reação dos gatos ao terem de conviver com bebés pela primeira vez. Mas cada vez mais tenho falado com pessoas e visto imagens e vídeos que me vão tranquilizando. Por isso, espero a curto prazo poder eu própria tirar fotografias como estas:









Quem sabe onde fica isto?


Se vissem esta imagem descontextualizada, diriam que é em Portugal? Pois é mesmo e fica na serra da Estrela, na barragem do Covão dos Conchos. Construída em 1955, a barragem faz parte da central elétrica do Sabugueiro.

O que vemos, divulgado amplamente a semana passada graças às filmagens feitas por um drone, é um túnel com 1519 metros de comprimento e 48 metros de diâmetro na abertura que recolhe as águas em excesso e as encaminha para a Lagoa Comprida. Para lá a chegar a pé, é preciso percorrer cerca de 5 km por caminhos acidentados. Mas cheira-me que o que compensa é vê-lo do céu.

Ora vejam o vídeo, que está verdadeiramente espetacular:

Cada vez acredito mais

10 de fevereiro de 2016

Preciso de gatos para estar viva

Arcade Providence: de centro comercial a bloco de apartamentos

O Arcade era um dos mais antigos, se não mesmo o mais antigo, centro comercial do mundo, inaugurado em 1828 na cidade norte-americana de Providence (estado de Rhode Island). Em 2008, devido à crise, fechou. E agora vai reabrir, mas com um novo conceito.

O novo proprietário do edifício, classificado como monumento nacional desde os anos 70, decidiu transformá-lo num bloco de 48 miniapartamentos com rendas low cost (a partir de cerca de €500). Os apartamentos estão todos mobilados e equipados e têm áreas entre os 23 e os 42 metros quadrados, com acesso a espaços comuns como sala de jogos, lavandaria, arrumação para bicicletas e estacionamento. Dizem que já fila de espera para morar no Arcade Providence.

O Arcade em meados do século XX.
O Arcade quando ainda funcionava exclusivamente como centro comercial.
O Arcade Providence nos dias de hoje.
O Arcade Providence pronto a habitar.
Interior de um microapartamento.
Outra perspetiva do interior.
Planta de um dos menores apartamentos.
Planta do maior apartamento.

a national historic landmark

Built in 1828, the Arcade is the nation’s oldest indoor shopping mall and remains the historic heart of Providence’s downtown. This beautiful structure with its distinguished Greek Revival columns, granite walls, and classic facades still stands barely touched through its more than 185 years watching over Westminster and Weybosset Streets.
- See more at: http://arcadeprovidence.com/history/#sthash.KlWezNKp.dpuf

a national historic landmark

Built in 1828, the Arcade is the nation’s oldest indoor shopping mall and remains the historic heart of Providence’s downtown. This beautiful structure with its distinguished Greek Revival columns, granite walls, and classic facades still stands barely touched through its more than 185 years watching over Westminster and Weybosset Streets.
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a national historic landmark

Built in 1828, the Arcade is the nation’s oldest indoor shopping mall and remains the historic heart of Providence’s downtown. This beautiful structure with its distinguished Greek Revival columns, granite walls, and classic facades still stands barely touched through its more than 185 years watching over Westminster and Weybosset Streets.
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O mistério do autoclismo


Ora aqui está algo para que não encontro explicação: pessoas que, ao entrarem numa casa de banho pública, a primeira coisa que fazem é puxar o autoclismo (ainda que a sanita esteja impecavelmente limpa, como no local de trabalho). Se a pessoa anterior não tivesse descarregado o autoclismo, claro que compreenderia. Assim só o vejo como um desperdício de água, tão preciosa no mundo mas esbanjável para nós.

8 de fevereiro de 2016

Tirar coisas boas das coisas más

Verdade. Cada vez mais tento fazer isto. 

Com nascem as couves de bruxelas

Sabiam que era assim? Eu não fazia ideia, e são dos meus legumes preferidos. Apenas cozidas ao vapor com um pouco de sal ou salteadas, seria capaz de as comer todos os dias.

Hoje é mais ou mas isto



Valha-nos que amanhã temos tolerância de ponto! Que o Carnaval sirva para alguma coisa na minha vida...

6 de fevereiro de 2016

À minha medida!


Em casa ou no cinema, no jardim, no restaurante... Em qualquer lado menos no meio do Carnaval.

5 de fevereiro de 2016

Brigadeiro no tacho


Quem já provou? Eu já, na Nova Peixaria, onde se vende com o nome de brigadeiro no tacho. E asseguro que é uma bomba, mas daquelas muito boas. Creme de brigadeiro quente, polvilhado por pepitas de chocolate, dentro de um tachinho (no restaurante do Parque das Nações) ou de uma taça (no restaurante do Alegro). Depois venham cá dizer se gostaram.

MacGyver: de caixão a jetski num piscar de olhos

Quem com mais de 30 anos não se lembra de MacGyver, o ex-agente secreto que não usava armas, recorrendo apenas a engenhocas por ele fabricadas (e inseparável do seu canivete suíço)? Era chocolate para vedar fugas de químicos perigosos, fabrico de bombas com pastilha elástica e, o melhor de tudo para mim, um caixão que se transformava em jetski. Um momento televisivo inesquecível:


4 de fevereiro de 2016

E o que fazer acerca disto?


Não ter porcarias em casa, passando a encher o frigorífico com iogurtes, gelatina e fruta variada. Não ir às compras ou a um centro comercial com fome. Comer de 2 em 2 horas (3 no máximo). Beber muita água. Não comer muito à noite. Não ir para a cama com fome. Resistir aos fritos.

E isto é tudo muito bonito, mas só beber beber muita água e comer em intervalos curtos é que consigo cumprir. E continuo com fome.

A sério que pagava para um dia poder pegar neste bichinho

Eu nas urgências

Há cerca de duas semanas, tive de ir às urgências duas vezes com três dias de intervalo, para resolver o mesmo problema que depois se concluiu ser outra coisa. Da primeira vez, fui a São José. Da segunda, a Santa Maria.

Em São José: dei entrada a uma 3.ª feira pelas 5h da manhã, com dores terríveis do lado esquerdo do tronco, na zona da cintura. Passar da receção foi um pesadelo, agravado pelos vómitos com que comecei. Finalmente passei à triagem e logo de seguida para um médico que mal olhou para mim mas que pediu análises e uma ecografia renal. Apareceu então uma enfermeira, que me tirou sangue, colocou um cateter e me pediu para fazer recolha de urina. Quatro horas mais tarde mandaram-me embora, com medicação mas sem conclusões, uma vez que todos os exames não tinham detetado nada. Isto depois de uma outra médica me ter tratado com sobranceria, antes de voltar a ser atendida pelo médico inicial. Mais de uma semana depois continuava com uma enorme nódoa negra na mão direita, fruto da colheita de sangue.

Em Santa Maria: dei entrada no sábado seguinte pelas 18h, com os mesmos sintomas mas sem vómitos, depois de ter passado o dia a tentar combater a dor com a medicação que já tinha em casa. Uma enfermeira atendeu-me na triagem e chamou uma médica que apareceu um bom bocado depois. Esta olhou para mim, fez-me perguntas, fez-me a manobra de Murphy (duas pancadas nas costas para avaliar a hipótese de uma cólica renal) e pediu análises ao sangue, urina e colheita de urina para urocultura. E outra ecografia renal. Tiraram-me sangue com cuidado e deram-me todas as instruções para recolher urina assética. Outro médico fez-me a ecografia, demorando no mínimo o dobro do outro, acompanhando cuidadosamente todo o percurso do sistema urinário. Mais tarde, enquanto as análises não ficavam prontas, a enfermeira inicial colocou-se um cateter, para administração de medicação endovenosa. Nada de nódoas negras, amarelas, verdes, nada. Voltei a ser vista pela médica, sem conclusões porque tudo se encontrava normal. Até que outro médico (por sinal o meu pai, que tinha ido comigo!) observou a forma como eu me sentava para aliviar um pouco a dor e fez uma apalpação pormenorizada às minhas costas. Entre ele e a médica, chegaram a uma conclusão: dor muscular, disfarçada pela zona em que apareceu e pelos vómitos, que indiciavam uma cólica renal. Três dias depois saiu o resultado da urocultura: negativo. Tratamento: um anti-inflamatório ligeiro e mais cuidado com a postura no sofá.

Conclusões:
1. O atendimento em Santa Maria não teve nada a ver com o de São José. Mais humano, mais cuidadoso, mais ágil. Mesmo sem chegarem a um diagnóstico imediato, tentaram fazê-lo e com interesse.
2. Médico que não olha para o paciente não é médico, mas um funcionário administrativo a inserir dados num computador. É preciso olhar para o doente, mexer-lhe, fazer perguntas. Às vezes basta isto para fazer um diagnóstico.