4 de outubro de 2017
3 de outubro de 2017
Reino do amanhã, de J. G. Ballard
Depois de ter lido Arranha-céus, fiquei fã das narrativas de J. G. Ballard, sempre pontuadas por cenários quase apocalípticos e críticos da vida de hoje.
Em Reino do amanhã, passado numa cidade dos subúrbios de Londres, o sentido da vida é consumir e os centros comerciais são as novas catedrais, na verdadeira aceção do termo. São o local onde todos procuram refúgio, onde veneram os seus ídolos, onde vivem o seu quotidiano. Simultaneamente, este ambiente gera uma espécie de governo nacionalista, em que as pessoas se divertem a praticar e a assistir a desportos de contacto violentos e a intimidar e atacar as minorias de imigrantes.
Um retrato desenhado em 2006 e que se aproxima muito da realidade que vivemos hoje.
2 de outubro de 2017
27 de setembro de 2017
Estamos nesta fase
E muita sorte tenho eu quando elas não tentam puxar a fralda imunda para a atirar para um sítio qualquer. É muito, muito cansativo.
26 de setembro de 2017
25 de setembro de 2017
O batizado das minhas gabirus
O dia: 3 de junho de 2017.
O local: Igreja da Divina Misericórdia, em Alfragide, e Conversas na Gandarinha, no Centro Cultural de Cascais.
Os padrinhos: O tio Miguel, meu irmão que faço questão que um dia me substitua se tal for necessário, e a Ana Gata, uma amiga do coração e que conheci graças à blogosfera.
Os convidados: Toda a família exceto a prima Margarida que estava fora do país. Quando digo toda é mesmo toda, tendo sido a primeira ocasião em que todos se juntaram.
O tema: A família e a celebração da vida.
Um dia que criou recordações muito mais felizes do que as que tínhamos de um ano antes.
23 de setembro de 2017
Parabéns, Mamã/Vovó!
Que possas durante muito anos acordar com as tuas netas no quarto ao lado para te desejarem um Feliz Aniversário.
22 de setembro de 2017
21 de setembro de 2017
Como cortar as unhas de um gato
Não, não se trata da técnica de segurar o gato para lhe cortar as unhas sem que se assanhe (embora também possa falar sobre isso), mas da técnica do corte em si, de modo que a unha não sangre e que mantenha as suas funções sem "arranhar".
20 de setembro de 2017
Confirmo
Faltam apenas dois que eu adoro: na curva do pescoço para lhes sentir o cheirinho e nas coxinhas rechonchudas.
19 de setembro de 2017
Mágoas da escola, de Daniel Pennac
Ora aqui está um livro que todos os professores e pais/encarregados de educação deviam ler. Daniel Pennac, ex-professor e escritor francês, foi ele próprio o que chama um aluno «cábula», e este livro é a reflexão sobre toda a sua vida de estudante e mais ainda.
Pennac retrata a escola e a educação da perspetiva do mau aluno, daquele que por vezes se está nas tintas mas que outras vezes simplesmente sente falta de um empurrãozito especial. E que, quando este não chega, acaba por se enredar numa trama de angústia, mentiras e insegurança.
Por outro lado, fala também da sua experiência como professor de Francês, e de como lidou com os ditos maus alunos que lhe passaram pelas mãos. Porque, como defende, a «salvação» de um aluno cábula passa quase sempre pela ajuda de um bom professor.
Pelo meio, retrata ainda o público estudantil em geral, com a sua necessidade de conhecimento mas também de afirmação.
Repito: a ler por todos, mas sobretudo por pais e professores. Todos aprendemos um bocadinho com este livro.
Nota: Daniel Pennac é o autor dos conhecidos Direitos inalienáveis do leitor, que em tempos comentei aqui, já há uns impressionantes dez anos.
Pennac retrata a escola e a educação da perspetiva do mau aluno, daquele que por vezes se está nas tintas mas que outras vezes simplesmente sente falta de um empurrãozito especial. E que, quando este não chega, acaba por se enredar numa trama de angústia, mentiras e insegurança.
Por outro lado, fala também da sua experiência como professor de Francês, e de como lidou com os ditos maus alunos que lhe passaram pelas mãos. Porque, como defende, a «salvação» de um aluno cábula passa quase sempre pela ajuda de um bom professor.
Pelo meio, retrata ainda o público estudantil em geral, com a sua necessidade de conhecimento mas também de afirmação.
Repito: a ler por todos, mas sobretudo por pais e professores. Todos aprendemos um bocadinho com este livro.
Nota: Daniel Pennac é o autor dos conhecidos Direitos inalienáveis do leitor, que em tempos comentei aqui, já há uns impressionantes dez anos.
18 de setembro de 2017
15 de setembro de 2017
14 de setembro de 2017
O que sabemos do amor, de Raymond Carver
Este livro é a versão integral de outro mais conhecido, De que falamos quando falamos de amor. Nesse, mais de cinquenta por cento do original dos 17 contos tinha sido cortado pelo editor, e a verdade é que esses cinquenta por cento deviam fazer falta, pois nesta versão não se sente que haja nada a mais.
Ao seu estilo, Carver retrata em cada conto vidas de pessoas normais com problemas normais, mas sempre com um toque de bizarria e sempre vivendo em tristes subúrbios norte-americanos. Pescadores, pessoas que bebem por lazer ou por necessidade, jogadores de bingo e tantos, tantos outros anónimos. Há conversas, muitas, e relativamente poucos acontecimentos, mas necessários, porque dão origem às ditas conversas.
Carver morreu muito novo, com apenas 50 anos, não tendo tipo para escrever além dos contos, mas teria muita curiosidade em saber como seria um romance escrito por ele. É que cada conto tem pano para mangas.
Ao seu estilo, Carver retrata em cada conto vidas de pessoas normais com problemas normais, mas sempre com um toque de bizarria e sempre vivendo em tristes subúrbios norte-americanos. Pescadores, pessoas que bebem por lazer ou por necessidade, jogadores de bingo e tantos, tantos outros anónimos. Há conversas, muitas, e relativamente poucos acontecimentos, mas necessários, porque dão origem às ditas conversas.
Carver morreu muito novo, com apenas 50 anos, não tendo tipo para escrever além dos contos, mas teria muita curiosidade em saber como seria um romance escrito por ele. É que cada conto tem pano para mangas.
13 de setembro de 2017
12 de setembro de 2017
Pedra branca, o produto milagroso
Graças a uma amiga, descobri este produto maravilhoso que tenho de partilhar. Chama-se pedra branca, vende-se em boiões de 500 g ou 900 g (e também em baldes de 3,5 kg) e é uma espécie de pasta rija. Retira-se um bocado com um pano húmido e limpa-se o que se pretende. É milagroso.
Eu limpei pratas (imagens abaixo), a borracha de uns ténis, calcário do inox e ainda a placa vitrocerâmica que tinha algo agarrado que não saía por nada. Tudo num abrir e fechar de olhos.
Eu limpei pratas (imagens abaixo), a borracha de uns ténis, calcário do inox e ainda a placa vitrocerâmica que tinha algo agarrado que não saía por nada. Tudo num abrir e fechar de olhos.
11 de setembro de 2017
Ser mãe de gémeas é... #39
... descobrir dois novos dentes na Maria, ir verificar a boca da Luísa e encontrar os mesmos dois dentes a despontar.
8 de setembro de 2017
Tão pequeninas e já começam com isto
Sobretudo o primeiro caso. Quando estão zangadas, basta uma tocar na outra para começar um berreiro desgraçado.
7 de setembro de 2017
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