O design é algo que me fascina, pelo poder de adaptação à realidade, pela capacidade de criar novas realidades, pela constante criação de novas possibilidades. Com o design estou sempre a aprender, a descobrir coisas novas, a interrogar-me como é que coisas tão simples nunca tinham sido pensadas. E é este o truque: fazer parecer simples aquilo que nem nos passaria pela cabeça existir.
Como sigo alguns designers, hoje e amanhã dias vou partilhar duas das séries de Gianluca Gimini, designer italoamericano sediado em Bolonha e professor na Universidade de Ferrara.
8 de março de 2018
7 de março de 2018
Chamar nomes aos filhos
Se eu estava preocupada por chamar «nomes» às minhas filhas, posso respirar fundo porque afinal não as estou a traumatizar. Há muita gente a fazer o mesmo.
Ora vejam os nomes que recolhi em alguns comentários no meu Face e no do blogue:
B
Bandido/a
Bichinho/a
Bichinho mau
Bidú
Bomboca
C
Cabrita
Caganito/a
Caganita andante
Caganita andante
Chouriça/o
Chouricinho/a
Chumbinho
Coelhinha
Criatura
Criatura
Cromo/a
D
D. Henriqueta
Dentuça
Diabrete
Diabrete
E
Esqueleto vaidoso
Estarola
Estarola
G
Gabiru
Gandim
Gordini
Gordito/a
Gremlin
Gremlin
J
Javali
L
Lagartixa
M
Macaco/a
Macaquinho/a
Macaquito/a
Madame
Mafarrico/a
Malandreco/a
Mamute
Mamute
Matraquilho/a
Minhoca
P
Palermita
Palhacito/a
Papuça
Patanisca
Patanisca
Pateta
Periquito
Periquito
Pesseguinho
Peúguita
Piolho
Piolho encardido
Piolho encardido
Pipoca
Pirata
Pirralho/a
Pitufa
Puto
R
Rabino/a
S
Rabino/a
S
Sacaninha
Sacanita
Sacristas
Sacristas
T
Terrorista
Texuguito/a
Tontarelas
Tontarelas
Tutuco
X
Xixa
Z
Zequinha
6 de março de 2018
Laëtitia ou o fim dos homens, de Ivan Jablonka
Laëtitia Perrais era uma jovem francesa de 18 anos que, em janeiro de 2011, foi brutalmente assassinada numa pequena cidade da costa atlântica francesa. Os membros e a cabeça de Laëtitia foram encontrados num lago duas semanas depois, e o tronco só três meses mais tarde.
Neste livro, Ivan Jablonka faz duas abordagens principais: uma delas é sobre como tudo pode correr mal na vida de uma pessoa; a outra, sobre a projeção que a sua morte teve.
Laëtitia nunca foi feliz. Filha de um pai alcoólico e de uma mãe com problemas mentais, cedo foi viver para instituições juntamente com a sua irmã gémea, Jessica. Acabaram por ir viver com uma família de acolhimento, os Patron, onde pelo menos Jessica foi vítima de abusos sexuais. No entanto, apesar de no seu último dia de vida Laëtitia ter ultrapassado uma série de limites, aparentemente era uma jovem que estava no caminho de uma vida independente, trabalhando na área da hotelaria.
O seu desaparecimento e as consequentes buscas tiveram fortes repercussões políticas, com o envolvimento do próprio Nicolas Sarkozy. O então Presidente de França criticou ferozmente o sistema judicial por ter libertado sem vigilância Tony Meilhon, o assassino de Laëtitia que era um criminoso reincidente, apesar de por pequenos delitos.
Por parte do autor Ivan Jablonka, houve muita investigação a todos os níveis que envolviam a vida da jovem, tornando-se este livro num estudo sociológico sobre o que é ser uma mulher frágil nos nossos dias. Achei um pouco exagerados todos os louvores que faz a Laëtitia como rapariga exemplar, pois ninguém é assim, mas de um modo geral gostei do livro e das abordagens que apresenta.
Neste livro, Ivan Jablonka faz duas abordagens principais: uma delas é sobre como tudo pode correr mal na vida de uma pessoa; a outra, sobre a projeção que a sua morte teve.
Laëtitia nunca foi feliz. Filha de um pai alcoólico e de uma mãe com problemas mentais, cedo foi viver para instituições juntamente com a sua irmã gémea, Jessica. Acabaram por ir viver com uma família de acolhimento, os Patron, onde pelo menos Jessica foi vítima de abusos sexuais. No entanto, apesar de no seu último dia de vida Laëtitia ter ultrapassado uma série de limites, aparentemente era uma jovem que estava no caminho de uma vida independente, trabalhando na área da hotelaria.
O seu desaparecimento e as consequentes buscas tiveram fortes repercussões políticas, com o envolvimento do próprio Nicolas Sarkozy. O então Presidente de França criticou ferozmente o sistema judicial por ter libertado sem vigilância Tony Meilhon, o assassino de Laëtitia que era um criminoso reincidente, apesar de por pequenos delitos.
Por parte do autor Ivan Jablonka, houve muita investigação a todos os níveis que envolviam a vida da jovem, tornando-se este livro num estudo sociológico sobre o que é ser uma mulher frágil nos nossos dias. Achei um pouco exagerados todos os louvores que faz a Laëtitia como rapariga exemplar, pois ninguém é assim, mas de um modo geral gostei do livro e das abordagens que apresenta.
3 de março de 2018
2 de março de 2018
As minhas apostas para os Óscares
É incrível como agora que tenho duas filhas vou ao cinema mais do que nunca. Talvez porque, tendo uma noite livre por semana, a queira sempre aproveitar para não ficar em casa. E assim chega o ano em que vi mais filmes na corrida para os Óscares, que serão revelados já no domingo.
Daquilo que vi, as minhas preferências e apostas vão para:
- Melhor filme (9 nomeados, de que vi 4) - Três cartazes à beira da estrada
- Melhor ator principal (5 nomeados, vi filmes com 2) - Gary Oldman, A hora mais negra
- Melhor atriz principal (5 nomeadas, vi filmes com 3) - Margot Robbie, Eu, Tonya. Mas também ficarei contente se for para Frances McDormand, Três cartazes à beira da estrada
- Melhor fotografia (5 nomeados, vi 2) - A forma da água
- Melhor guarda-roupa (5 nomeados, vi 3) - Linha fantasma
1 de março de 2018
Se calhar não sou normal
Quando se tem filhas, há quem lhes chame «princesas», «meu doce», «minha pipoca»... Eu chamo às minhas «matraquilhas», «sacaninhas», «diabretes», «malandrecas», «gorditas», «piolhas». Espero não estar a traumatizá-las.
28 de fevereiro de 2018
Linha fantasma, de Paul Thomas Anderson
Este é supostamente o último filme de Daniel Day-Lewis, segundo o próprio, e se terminar por aqui termina muito bem.
O filme passa-se algures na Londres dos anos 50, quando as grandes casas de alta costura se começaram a evidenciar. E logo aqui torna-se bastante interessante, com uma boa caracterização da época e da indústria, e uma grande atenção dada aos pormenores.
Reynolds Woodcock é um dos costureiros eminentes, desenhando vestidos para os grandes vultos da elite europeia e gerindo uma das mais afamadas casas em conjunto com a sua irmã. É um solteirão, que no entanto se vai rodeando de musas, à vez, na inspiração para a criação das suas peças. Um dia, conhece Alma, uma empregada de mesa por quem se apaixona e que toma como a sua nova musa. Poderia ser apenas mais uma, mas não é.
Alma é forte e, ao descobrir o ponto fraco de Reynolds, desenvolve com ele uma relação doentia (no verdadeiro sentido do termo) que lhe permite ganhar ascendente sobre ele. E não posso dizer muito mais. Apenas de que gostei bastante: da história, das interpretações, da música, da fotografia.
O filme passa-se algures na Londres dos anos 50, quando as grandes casas de alta costura se começaram a evidenciar. E logo aqui torna-se bastante interessante, com uma boa caracterização da época e da indústria, e uma grande atenção dada aos pormenores.
Reynolds Woodcock é um dos costureiros eminentes, desenhando vestidos para os grandes vultos da elite europeia e gerindo uma das mais afamadas casas em conjunto com a sua irmã. É um solteirão, que no entanto se vai rodeando de musas, à vez, na inspiração para a criação das suas peças. Um dia, conhece Alma, uma empregada de mesa por quem se apaixona e que toma como a sua nova musa. Poderia ser apenas mais uma, mas não é.
Alma é forte e, ao descobrir o ponto fraco de Reynolds, desenvolve com ele uma relação doentia (no verdadeiro sentido do termo) que lhe permite ganhar ascendente sobre ele. E não posso dizer muito mais. Apenas de que gostei bastante: da história, das interpretações, da música, da fotografia.
27 de fevereiro de 2018
Proud of my girls!
O contacto da Luísa e da Maria com as tecnologias tem sido muito escasso. À televisão não ligam, talvez porque, sendo duas, têm mais com que se entreter. Garanto que, nestes quase 21 meses, nunca, mas nunca, as vi a olhar para a televisão atentas durante mais de 2 minutos seguidos, e não é por eu as proibir de ver, mas porque não demonstram interesse.
O telemóvel é só para dizer olá ao avô ou à avó, nunca andaram com ele nas mãos. No iPad também não tocam, e eu própria evito usá-lo à frente delas. Uso-o de vez em quando para lhes mostrar fotografias da família e dos amigos, mas é mesmo muito de vez em quando.
No fim de semana passado pensei em mostrar-lhes um vídeo do YouTube com animais, mas foi mesmo só uma intenção. Porque, assim que as sentei ao meu lado para lhes mostrar as imagens, viraram-me costas e foram buscar um livro para verem comigo. Orgulho!
O telemóvel é só para dizer olá ao avô ou à avó, nunca andaram com ele nas mãos. No iPad também não tocam, e eu própria evito usá-lo à frente delas. Uso-o de vez em quando para lhes mostrar fotografias da família e dos amigos, mas é mesmo muito de vez em quando.
No fim de semana passado pensei em mostrar-lhes um vídeo do YouTube com animais, mas foi mesmo só uma intenção. Porque, assim que as sentei ao meu lado para lhes mostrar as imagens, viraram-me costas e foram buscar um livro para verem comigo. Orgulho!
26 de fevereiro de 2018
A forma da água, de Guillermo del Toro
7 nomeações para os Globos de Ouro. 13 nomeações para os Óscares, incluindo as de melhor filme, melhor atriz principal e melhor argumento original. E eu não recomendaria este filme a ninguém.
Elisa, uma empregada de limpeza muda que trabalha numa espécie de laboratório secreto, apercebe-se de que ali é mantida uma criatura da água, envolvida em testes experimentais e que se prevê que em breve seja destruída. Vivendo uma vida sem história, Elisa enceta contactos com a criatura, acabando por se apaixonar por ela e por, com a ajuda de mais duas pessoas, tentar salvá-la do seu destino.
Tudo isto se passa algures na América dos anos 60, num ambiente soturno que foi a única coisa em que vi algum interesse. Porque da história não gostei nada. Julgava que ia ver um filme com uma história de amor inocente entre um ser humano e uma criatura anfíbia, e vim de lá com uma sensação de ter sido testemunha de uma relação viscosa, quase libidinosa. Para tal contribuiu o ar de falsa ingénua de Sally Hawkins e a caracterização talvez demasiado humana da criatura. Na verdade, cheguei a sentir repulsa.
Gostava de conhecer outras opiniões.
Elisa, uma empregada de limpeza muda que trabalha numa espécie de laboratório secreto, apercebe-se de que ali é mantida uma criatura da água, envolvida em testes experimentais e que se prevê que em breve seja destruída. Vivendo uma vida sem história, Elisa enceta contactos com a criatura, acabando por se apaixonar por ela e por, com a ajuda de mais duas pessoas, tentar salvá-la do seu destino.
Tudo isto se passa algures na América dos anos 60, num ambiente soturno que foi a única coisa em que vi algum interesse. Porque da história não gostei nada. Julgava que ia ver um filme com uma história de amor inocente entre um ser humano e uma criatura anfíbia, e vim de lá com uma sensação de ter sido testemunha de uma relação viscosa, quase libidinosa. Para tal contribuiu o ar de falsa ingénua de Sally Hawkins e a caracterização talvez demasiado humana da criatura. Na verdade, cheguei a sentir repulsa.
Gostava de conhecer outras opiniões.
23 de fevereiro de 2018
22 de fevereiro de 2018
A queda, de Albert Camus
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Este A queda é um clássico de Camus, classificado por muitos como o seu melhor livro. Apesar de ser um livro bastante pequeno, custou-me imenso lê-lo e concentrar-me, ficando muito pouco gravado na minha memória.
Todo o livro é um monólogo dirigido a um desconhecido por um ex-advogado parisense. Narrado numa sequência de noites tendo como pano de fundo uma soturna Amesterdão, é focado no julgamento que fazemos dos outros e de nós próprios. Jean-Baptiste confessa-se, começando por se gabar de sempre ter ajudado os outros, desconhecidos na rua e clientes, demonstrando a sua capacidade de piedade, e de sempre ter tido sucesso com as mulheres, apesar de nunca ter gostado de nenhuma. Até dois episódios na sua vida o terem marcado, levando-o a uma vida de álcool e prostitutas.
É esta queda no abismo que é retratada, por um homem que ao tentar penitenciar-se está afinal a vangloriar-se e a glorificar-se.
21 de fevereiro de 2018
A velhice da Vespinha
Eu bem sei que a Vespa Gata e a TT já estão quase a fazer 15 anos, mas o seu envelhecimento é algo com que não me consigo conformar. Há cerca de quatro meses comecei a notar a Vespinha a emagrecer, e levei-a ao veterinário para fazer exames. Fez-se tudo e mais alguma coisa, e foi nas análises mais profundas que se revelou o início de uma insuficiência renal, além de estar carregada de artroses. Entretanto, descobriu-se que a isso se soma hipertiroidismo. Desde aí, a Vespinha tem tomado medicação duas vezes ao dia e alterei a sua alimentação, mas continua extremamente magra, apesar de comer, beber e fazer as suas necessidades. Está, literalmente, metade.
Por um lado, grande parte do tempo ainda faz a sua vida normal, mas é terrível para mim saber que a tendência nunca será uma melhoria.
Elas, a Vespa e a TT, fazem parte da minha família e já estão ao meu lado há mais de um terço da minha vida, tendo acompanhado os momentos bons e os momentos maus.
Custa muito, muito. Não estou preparada para isto.
Por um lado, grande parte do tempo ainda faz a sua vida normal, mas é terrível para mim saber que a tendência nunca será uma melhoria.
Elas, a Vespa e a TT, fazem parte da minha família e já estão ao meu lado há mais de um terço da minha vida, tendo acompanhado os momentos bons e os momentos maus.
Custa muito, muito. Não estou preparada para isto.
20 de fevereiro de 2018
Bond à portuguesa
Abstraiam-se da letra e foquem-se na música, logo desde os primeiros acordes. E digam lá se não poderia ser uma música do genérico do James Bond.
16 de fevereiro de 2018
15 de fevereiro de 2018
Três homens num barco, de Jerome K. Jerome
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Não posso dizer que não gostei, de todo, continuo a achar piada à ingenuidade daqueles três amigos e às alhadas em que se envolvem. Mas a magia da primeira leitura, da descoberta, já não existe. Se há 7 anos classificara o livro com 4 estrelas, hoje dar-lhe-ia 3.
Em suma, não regresses ao lugar onde já foste feliz, pois ainda que seja o mesmo, para ti já não é o mesmo.
14 de fevereiro de 2018
Novo vício
Sou muito permeável a ficar «viciada» em jogos e passatempos, sejam eles digitais ou não. Nos últimos anos, que me lembre, foi o Candy Crush, os livros de unir os pontos, o 2048, o Farm Heroes, o Loop, o Word Connect... Pego naquilo e depois «é só mais um», até que me apercebo de que já passaram 30 ou 40 minutos e não fiz mais nada. E largo um vício quando conheço outro, sendo que há alguns a que volto de vez em quando, como o Farm Heroes ou os livros de unir os pontos.
A minha última descoberta é o Pigment, que não é um jogo mas uma aplicação para pintar desenhos. Nunca tive muito paciência para os livros de pintar, mas no iPad é outra coisa: não ficamos com dores nos dedos, podemos enganar-nos uma data de vezes e a variedade é melhor. O Pigment está dividido por temas ou tipologias de desenho, alguns pagos, mas diariamente há um grátis. As paletas de cores são giríssimas, podemos escolher várias técnicas de pintura e sim, é verdade que quando estamos naquilo não pensamos em mais nada.
A minha última descoberta é o Pigment, que não é um jogo mas uma aplicação para pintar desenhos. Nunca tive muito paciência para os livros de pintar, mas no iPad é outra coisa: não ficamos com dores nos dedos, podemos enganar-nos uma data de vezes e a variedade é melhor. O Pigment está dividido por temas ou tipologias de desenho, alguns pagos, mas diariamente há um grátis. As paletas de cores são giríssimas, podemos escolher várias técnicas de pintura e sim, é verdade que quando estamos naquilo não pensamos em mais nada.
12 de fevereiro de 2018
9 de fevereiro de 2018
Do Carnaval na escola
Hoje saí da escola com a sensação de que tinha deixado as miúdas na aldeia dos macacos. Ainda nem tinha chegado à sala delas quando uma mãe se cruza comigo e me pergunta com ar incrédulo: Elas não vêm mascaradas? (traduzido: Que mãe é a senhora que não perdeu a semana a tratar das máscaras que queria que as suas filhas usassem apesar de elas nem sequer perceberem o que está a acontecer?). Lá lhe explico que elas ainda não ligam ao Carnaval, que para o ano já deverão ir mascaradas, que enquanto não for necessário passo a vez...
Chego à sala e deparo-me com um cenário um bocado assustador: os miúdos das salas de 1 e 2 anos todos juntos, palhaços, diabos, princesas e homens-aranha aos berros e aos pulos, dois coelhos gigantes a receber as crianças (= as educadoras). Levaram logo a Luísa para lhe tirarem o casaco, enquanto a Maria ficava à espera, parada no meio da confusão a olhar à volta com um ar entre o espantado e o incrédulo.
Viro costas e venho-me embora, com vontade de as trazer comigo. Provavelmente até se estão a divertir muito, eu é que fiquei com medo. Muito.
Chego à sala e deparo-me com um cenário um bocado assustador: os miúdos das salas de 1 e 2 anos todos juntos, palhaços, diabos, princesas e homens-aranha aos berros e aos pulos, dois coelhos gigantes a receber as crianças (= as educadoras). Levaram logo a Luísa para lhe tirarem o casaco, enquanto a Maria ficava à espera, parada no meio da confusão a olhar à volta com um ar entre o espantado e o incrédulo.
Viro costas e venho-me embora, com vontade de as trazer comigo. Provavelmente até se estão a divertir muito, eu é que fiquei com medo. Muito.
7 de fevereiro de 2018
6 de fevereiro de 2018
Murros no estômago
Seria assim que classificaria este tipo de campanhas publicitárias, a que ninguém consegue ficar indiferente.
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| Contra o tabagismo junto de crianças. |
![]() |
| Sobre quem pode estar do outro lado de um teclado. |
![]() |
| Sobre enviar e ler sms enquanto se conduz. |
![]() |
| Sobre a violência doméstica. |
![]() |
| Sobre a partilha de imagens nas redes sociais. |
![]() |
| Sobre a produção crescente de resíduos. |
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