15 de dezembro de 2012

Desábito


Ontem fiz uma coisa que não fazia há meses: encomendei uma piza para o jantar, igualzinha às que até julho deste ano comia umas duas vezes por semana.

Cheguei a meio e já estava cheia. Acabei-a e só me apetecia voltar atrás no tempo e comer uma salada. Hoje não quero nem pensar nela (mas penso, se não não estaria a escrever sobre ela agora...).

De facto, na alimentação somos mesmo animais de hábitos. Ainda bem que mudei os meus.

Ainda com o colar mas já uma vadia


Em princípio amanhã já o tiramos.

Dois por um

Há que tempos que não aproveitava uma promoção «2 por 1» da Time Out. E, depois deste tópico, parece que esta promoção veio de propósito. Dois bolos-rei ou dois bolos-rainha pelo preço de um, na Eric Kayser das Amoreiras ou do Chiado. Adeus, que vou já para lá para garantir os meus.

Solução

Ontem a TT portou-se tão bem a tirar os pontos em casa que só me apetece cobri-la de beijinhos. Cheira-me que a partir de agora as consultas serão ao domicílio. Menos stress para ela, para a veterinária e para mim. Que alívio.

14 de dezembro de 2012

O livro do ouriço

Como o iPad pode servir não apenas para jogar e brincar, mas também para aprender, a Ardozia, em parceria com a Palavraria, criou esta app interativa: um jogo calmo e poético em que objetos aparentemente isolados se combinam para criar uma história com todo o sentido. E viva a criatividade!

Só para verem a embalagem

Isto é uma bisnaga de pasta de malte, dada aos gatos para facilitar a eliminação das bolas de pelo que ingerem quando se lavam. Mas, ao contrário de todos os outros medicamentos para gatos, este eles adoram-no. Tanto que quase se agarram à bisnaga como se vê na embalagem.

Arquitetura para cães

E o que tem uma coisa a ver com a outra? Para mim, tudo. Porque são duas coisas que adoro. E agora descobri o projeto Architecture for dogs, uma coleção de 13 objetos concebidos por arquitetos a pensar no conforto e na brincadeira dos cães. E, o melhor de tudo, todos estes objetos podem ser feitos por cada de um de nós, através do simples download gratuito dos moldes.

O site está extremamente bem feito e, além dos moldes, apresenta uma série de vídeos que ensinam a construir cada objeto. Só pelos vídeos vale a pena dar uma espreitadela.

Alguns dos meus eleitos:

- Dog cooler, para manter os cães sempre frescos no verão:


- Architecture for the bichon frisé, para um conforto absoluto:


- Architecture for long-bodied-short-legged dog, para os cães ficarem à nossa altura:


- Wanmock, para uma sesta perfeita:

Cheira-me que hoje vai haver assalto à Zilian...

Como não desperdiçar comida em casa

Esta ideia não é minha e foi retirada do jornal Público de ontem. Mas porque eu própria por vezes dou comigo a deitar comida fora, e sempre com algum sentimento de culpa, achei que valia a pena partilhar.

Os conselhos foram todos dados à jornalista Joana Gorjão Henriques por Hunter Halder (fundador do Re-food, que distribui sobras de restaurantes por quem mais precisa) e por António Costa Pereira (criador da DariAcordar, que recupera comida de máquinas de venda automática para as distribuir por quem mais precisa).

E antes de passar à lista, mais uma curiosidade partilhada por uma amiga que foi quem também me mostrou este artigo: restaurantes de self-service (penso que na Alemanha) onde nos servimos à vontade, mas onde no fim temos de pagar uma multa por cada pedaço que deixarmos no prato. Achei uma excelente ideia.

1. Reeducar para valorizar a comida: «A comida é preciosa, mas não aprendemos a valorizá-la, o nosso comportamento não mostra isso. Os nossos avós e bisavós, que viveram a Grande Depressão dos anos 1930, diziam-nos que deitar comida fora era um pecado – viveram situações de privação em que a comida era preciosa.»

2. Planeamento: Preparar a quantidade de comida certa, não ter mais olhos que barriga

3. Triagem imediata dos restos, prever o futuro da lasanha: «Para mudar comportamentos, é preciso usar instrumentos que os facilitem. Por exemplo, não fazíamos a separação do lixo e hoje temos três caixotes: um para o papel, outro para o vidro, outro para o orgânico. Ou seja, temos instrumentos para apoiar o comportamento. No caso da comida tem de haver uma triagem imediata. Se sobra comida a uma refeição, normalmente ponho-a no frigorífico. Mas devemos tomar logo uma decisão: vou comê-la amanhã? Se pararmos dois minutos para pensar, se calhar pensamos que a lasanha que sobrou estava óptima, mas amanhã vai-nos apetecer comer frango. Então podemos dar o resto ao vizinho ou à família. Tenho uma vizinha que vive de comida 'reciclada'. Outra hipótese é entregá-la a uma organização local que faça a redistribuição de sobras.»

4. Planeamento: Pedir a dose de comida certa num restaurante, pedir meia dose em vez de uma, partilhar a dose com outra pessoa

5. Se sobra comida no restaurante, pedir para embalar o resto: «Se sobra comida dos clientes, não há nada que o restaurante possa fazer com isso. Então cabe à própria pessoa tomar a decisão do que vai fazer. Esse resto pode ser aproveitado para uma refeição mais tarde, ou ser entregue a uma entidade local que faz redistribuição ou oferecida a alguém – o que cada pessoa desperdiça num restaurante é talvez o mesmo que o nosso projecto recolhe por noite – 300 refeições diárias.»

6. Fazer uma ementa de refeições, para ser mais fácil organizar uma lista de compras (que idealmente deve ser diária ou semanal, evitando as grandes compras mensais).

7. Ter atenção aos prazos de validade na compra dos produtos, sabendo a diferença entre »consumir de preferência antes de» (menos restrito) e «data-limite de consumo» (quando não se deve mesmo ultrapassar o prazo).

8. Organização na despensa e/ou frigorífico, colocando à vista os produtos com prazos de consumo mais curtos.

9. Servir no prato menos quantidade (podendo servir mais vezes), a fim de evitar o desperdício do chamado «resto de prato».

10. Com tanta informação (muita dela na Internet) sobre receitas para aproveitamento das sobras para outros pratos (empadão, tortilhas, açorda, pão ralado, batido de frutas, etc), podemos reaproveitar esses excedentes criando em casa «o dia dos excedentes» – explicando aos filhos o que se pretende, eles aderem e tornam-se o garante futuro desses bons hábitos.

13 de dezembro de 2012

Os bebés são amorosos... e se também fossem úteis?


À venda (o pijama, claro) aqui.

Sugestões de Natal por menos de €20: molduras

Ora aqui está uma peça que nunca é demais. E o que gosto mesmo é de ver uma data de molduras diferentes na mesma prateleira, com fotografias recentes e antigas, numa mistura de tempos e de idades. Estas são da 7 Ciganos e 12 Caracóis e via-as no Mercado de Natal do Campo Pequeno, mas penso que também se podem encomendar via Facebook. São em madeira pintada e custam €15 a pequena e €20 a grande. São lindas.

Ontem sonhei que visitava uma cidade com várias coisas destas


Parecia uma criança numa loja de brinquedos ou um cão dentro de um talho.

Cat gadget


Um bebedouro de água para as minhas gatas pensarem que têm água sempre corrente (na verdade, não têm, porque aquilo é um circuito fechado, mas parece mais fresca). Diz-se que potencia a ingestão de mais água pelos gatos séniores.

Mãos de quem trabalha e dá frutos

12 de dezembro de 2012

Ando a sonhar com um


Daqueles com massa mal cozida, bem fofinha, elástica e cheio de frutos secos e cristalizados.

E no dia 12.12.12...

... o governo anuncia que as indemnizações por cada ano de trabalho em caso de despedimento descem para 12 dias. Deve ser para nunca mais nos esquecermos.

Meias Hunter

Quem já experimentou? Evitam mesmo a transpiração nas pontinhas dos dedos dos pés? E ficam bem aconchegadas às pernas? Ou caem por elas abaixo como parece na imagem? É que já mas recomendaram, mas quero ter a certeza de que são mesmo, mesmo boas para dar uma nota por elas.

12.12.12

Só porque me apetece registar esta data e esta hora.

Porque os livros nos fazem crescer

11 de dezembro de 2012

Algo de estranho se passa...


... quando duas das oito gatas da minha família (atenção, só duas vivem comigo, as outras estão com nas casas do meu pai, mãe e irmã) andam assim.