7 de maio de 2014

Dos acasos que existem nas nossas vidas

Lembram-se de há dias ter publicado aqui uma imagem do meu avô que aparece no livro Os rapazes dos tanques? Pois ontem, por mera coincidência, o meu amigo Pedro Castro publicou no Facebook uma fotografia que acrescentou à 2.ª edição do seu livro O ataque aos milionários. E quem é que aparece lá, em primeiro plano de costas sentado do lado esquerdo do sofá? Pois, o meu avô. É impressionante a quantidade de material quue temos apanhado com ele nos últimos tempos. E pensar que se eu não tivesse ido ao Facebook àquela hora se calhar nunca teria visto a fotografia...

Não, o meu avô não era um dos homens mais ricos. Era apenas um jornalista. :)

6 de maio de 2014

Escolha bizarra #9

Obter a resposta a quaisquer três perguntas que lhe passem pela cabeça... ou poder ressuscitar uma pessoa?

O carro da Vespinha está à venda

Podem ver muitas fotografias espetaculares tiradas pelo meu querido maninho e conhecer todos os pormenores num dos seguintes sites (é só clicar sobre as fotografias abaixo). E, já agora, divulgar os anúncios pelos amigos. A Vespinha agradece muito.

Stand Virtual:


Auto Sapo:


OLX:

Tenho o direito de me destruir, de Kim Young-ha

Para comprar o livro
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Há um homem sozinho cuja única ocupação é pesquisar sobre livros, filmes, obras de arte... e observar pessoas. Para, quando localiza a pessoa certa, ajudá-la a morrer. Não são pessoas doentes ou moribundas, são pessoas que simplesmente não querem viver. Muitas são jovens, que o narrador conhece e, lentamente, percebe que tem ali uma missão. Bastam-lhe dois ou três casos por ano e tem a vida feita.

Sempre que cumpre uma «missão, parte depois numa viagem, como em homenagem ao que fez, e escreve sobre a pessoa que «ajudou». Tudo isto tem imenso potencial, mas a mim soube a pouco. Senti que, quando estava a entrar no ritmo do livro, ele acabou. É-nos narrada apenas uma história completa de vida (ou de morte) e mais um pouco de outras duas, mas queria mais. Queria entrar mais na mente deste homem, perceber melhor os seus métodos, conhecer melhor as motivações das pessoas que a ele recorrem.

É um romance. Mas a mim pareceu mais como um conto daqueles com material para muito mais.

5 de maio de 2014

Oram vejam bem esta juba


A Loba continua bem, a recuperar a olhos vistos e com os pontos a cicatrizar sem problemas. Dentro de uma semana deverá ter de novo todo o seu pelo à vista.

Escolha bizarra #8

Ter de usar sempre as meias molhadas... ou a roupa interior molhada?

Da pena de morte


Ao ler notícias como esta, e ao acreditar que, corra «bem» ou corra «mal», a pena de morte nunca deve ser a solução, pergunto-me se Obama não pode fazer nada. É que ainda são 32 estados num total de 50 que a praticam.

Num país que se quer tão civilizado, julgo que seria, como disse Neil Armstrong, «um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade».

Seria o marco mais importante que Obama deixaria, mesmo acreditando que em certos casos a pena de morte pode ser apropriada. Eu acho que não. Nunca.

4 de maio de 2014

Escolha bizarra #7

Ter a mão colada para sempre a fazer o sinal de OK... ou ter de dizer sempre "obrigada" antes de cada frase?

Parabéns, Mamã!

Que os possamos dar e receber durante muitos e muitos anos!

3 de maio de 2014

Escolha bizarra #6

Enfiar as mãos numa caixa cheia de cascavéis... ou dentro de uma caixa de onde só sai um zumbido ensurdecedor?

Sessão fotográfica hoje ao fim da tarde


Para depois pôr o bichinho à venda com todo o destaque a que ele tem direito.

2 de maio de 2014

Os nomes masculinos mais frequentes em todo o mundo

Em Portugal é João, no Brasil é Miguel (por acaso, os nomes do meu pai e do meu irmão). E no resto do mundo? (Para verem o mapa maior podem clicar aqui.)

Escolha bizarra #5

Ter de escrever para sempre com a mão contrária ao habitual... ou ter de escrever para sempre de olhos fechados?

A operação da Loba foi assim

Em primeiro lugar, quero agradecer a todos os que nos desejaram boa sorte e torceram pelo sucesso da intervenção, via blogue, SMS ou Facebook. Bem sei que era só uma «esterilização», mas eu ainda não aprendi a lidar de modo totalmente natural com estas coisas.

Depois de um jejum de mais de 12 horas, deixei a Loba na Clínica do Animal às 10h30. Desde outubro que queria ter feito isto, mas um problema na pele dela e depois um novo cio obrigaram-me a adiar as coisas. Sabia que ela também teria de retirar algum tecido para fazer biopsia (por causa do tal problema na pele) e, acima de tudo, que é uma cadela grande que custa sempre mais a operar. Mas as veterinárias sossegaram-me, com o profissionalismo que encontro sempre na clínica.

Pela hora de almoço ligaram-me. Tinha corrido tudo bem, a Loba estava a começar a acordar mas tinha havido uma «surpresa»: a Loba estava grávida, embora de muito pouco tempo, de oito cachorrinhos. Fiquei boquiaberta, porque durante o cio sempre a mantivemos separada do Cascão e com todos os cuidados. Mas como não há milagres, e o encontro teve de acontecer, só posso encontrar explicação no jardineiro, que numa das suas visitas terá deixado por momentos aberto o portão que os separava.

Passei a tarde toda a pensar naquilo. Oito cachorrinhos! Por um lado, pensava no que seria tê-la grávida, no esforço que seria para ela e para nós, no parto, nos primeiros meses de vida dos bichos e em como arranjar donos para tantos. Por outro, tinha pena daquelas alminhas.

E foi só quando a fui buscar, pelas 19h30, que fiquei mais descansada. As crias não eram oito, eram onze (ONZE!), e eram ainda apenas sacos embrionários, o que significa que estavam numa fase de desenvolvimento muito incipiente e que a conceção era muito recente. Onze crias dificilmente sobreviveriam na totalidade, não só porque a Loba só tem oito maminhas mas também porque não é assim tão grande (apesar de ter 28 kg) para suportar uma gravidez assim. Em resumo, tivemos todos muita sorte por se ter dado tudo agora.

A Loba ainda vinha muito fraquinha, apesar de já caminhar sozinha, mas mal chegou a casa quis logo beber e comer (pouco, porque não lhe demos mais com medo do vómito). E vinha com o seu body cor-de-rosa, toda contente por ver a dona. Passou bem a primeira noite e ontem até já foi à rua algumas vezes, para apanhar sol. E está a tomar a medicação exemplarmente. Além de já ter tentado fazer algumas asneiras. No sábado vamos de novo à clínica para verificar as suturas, mas confio que tudo irá correr bem.

É uma valente, a nossa Loba!

1 de maio de 2014

Escolha bizarra #4

Mastigar uma verruga do pescoço de alguém... ou beber meio copo com sangue de um amigo?

Conhecem o Pusheen?

É um gato cinzento, gordo e que tem página no Facebook. E que às vezes publica imagens queridas e engraçadas como esta.

30 de abril de 2014

Escolha bizarra #3

Ganhar a vida como fabricante de artigos eróticos... ou de armas?

Gatos ao sol

Para além de lhes fazer imensamente bem ao pelo, é das imagens mais relaxantes que podemos ter, pelo prazer que qualquer felino transmite quando está ao sol.

As fotografias são do japonês Seiji Mamiya e a série pode ser toda vista aqui.


 


Wish us luck

Que a Loba vai ser hoje esterilizada para não ter bebés, para reduzir as probabilidades de tumor e para não ter de ser separada do Cascão três semanas de seis em seis meses.

29 de abril de 2014

Para dormir bem

Tenho o sono demasiado leve. Apesar de adormecer rapidamente, devo acordar umas dezenas de vezes durante a noite. Não lhes posso chamar insónias, porque não fico de olhos esbugalhados nem me levanto para ir fazer outras coisas. Digamos que é um sono desassossegado.

E por não achar esta característica incapacitante nem grave por aí além, muno-me de outras armas que não medicação. São elas, em doses variáveis:

- um bom spray de almofada, daqueles com um cheiro suave e que têm um poder relaxante. Eu escolho o Deep sleep, da The Body Shop, ou o Pillow mist, da L'Occitane;


- nada de televisão no quarto, e o telemóvel no silêncio e longe da cabeça  q.b.;

- estores bem fechados;

- cápsulas Bional Nuitdor, à venda no Celeiro, naturais, que relaxam ligeiramente e que dão um acordar totalmente desperto.


- em casos extremos, quando passei uma semana inteira a dormir mal, e tenho um sábado com mais tempo de manhã, tomo um Atarax à noite, que é um anti-histamínico mas que para mim serve como um soporífero.