Leya romances.
Leya banda desenhada.
Leya poesia.
Leya devagarinho.
Leya todos os dias.
Leya o que lhe apetecer.
Leya. A partir de hoje, é este o nome do grupo editorial a que pertenço. Um verbo no imperativo, que é também um apelo, que é também um conselho e dos bons. Um verbo em que o «i» se transforma num «Y», um «i» de braços abertos para abraçar o mundo e manter bem junto a si todas as editoras que já lhe pertencem.
O que aí vem, não sei, mas hoje sinto-me um bocadinho vaidosa por pertencer ao Grupo Leya. Nem que seja pelo trabalho fabuloso de todos os que prepararam o evento fantástico que foi o lançamento da marca. A eles, muitos, muitos parabéns.
2 comentários:
Quando vi a notícia, não gostei do nome. Mas agora que li a tua explicação, já gosto mais.
Se calhar, primeiro estranha-se e depois entranha-se :-)
É isso mesmo, depois de explicado, acho que faz todo o sentido. E a imagem, a fonte de letra, e as cores caem muito bem em qualquer sítio. Gostei ;)
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