É o paraíso, portanto.
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4 de dezembro de 2017
Lego House
Projetada pelo ateliê dinamarquês BIG-Bjarke Ingels Group, a Lego House adapta o universo dos blocos LEGO à escala da arquitetura. Começada a construir em 2014 e inaugurada em setembro de 2017, fica em Billund e nos 21 blocos que a compõem proporciona uma experiência única de criatividade, emoção e conhecimento.
É o paraíso, portanto.
É o paraíso, portanto.
19 de maio de 2016
A Vespinha com um bebé
Estou orgulhosa da Vespinha e bastante confiante. Ontem tive cá em casa uma amiga com uma bebé de 6 meses, que esteve na espreguiçadeira e de vez enquanto lançava uns guinchinhos. As gatas simplesmente ignoravam, de vez em quando vinham cá dentro mas depois voltavam para o pátio.
Até que a Vespinha veio com mais calma, cheirou os doudous da bebé e começou a dar-lhe marradinhas no pé, enquanto a bebé se regalava com o pelo fofinho. Adorei. Só tenho pena de anote conseguido fotografar.
6 de abril de 2016
Floresta vertical
Ou, no original, Bosco verticale. Estas duas torres, inauguradas em 2014 e concebidas por Stefano Boeri, Gianandrea Barreca e Giovanni La Varra, ficam em Milão, medem uma 76 metros e a outra 110 metros e alojam na sua totalidade cerca de 900 árvores. Uma maravilha para quem quer viver no meio da Natureza dentro da cidade.
25 de março de 2015
Impróprio para doentes cardíacos
Imagens dos anos 30, aquando da construção do Empire State Building. Conheço algumas pessoas que vão fechar esta página assim que olharem para as primeiras.
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| 13 de setembro de 1930. |
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| 29 de setembro de 1930. |
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| 2 de dezembro de 1932. |
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| 24 de março de 1936. |
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| 29 de setembro de 1930. |
Podem ver muitas mais imagens aqui.
20 de março de 2015
20 de novembro de 2014
Dará Deus nozes?
Ontem, dia de bastante chuva em Lisboa, tive de apanhar o comboio na estação do Oriente para ir a uma reunião do Porto. Senti vergonha. Vergonha de estar debaixo de uma obra de arte, internacionalmente conhecida e fotografada, mas tão maltratada.
Percebi agora porque é que a maioria das fotografias que vejo são tiradas de longe. Certamente não o são apenas porque é uma boa perspetiva, mas também porque de perto o cenário é desolador. Então num dia de chuva, nem se fala. 1. A estrutura metálica está repleta de pontos de ferrugem. 2. As junções devem estar cheias de fissuras, pois cá em baixo é difícil encontrarmos um ponto onde não nos caiam pingos em cima. 3. Os bancos, que numa estação em condições estariam cheios de pessoas à espera do comboio, estão encharcados devido aos pontos 1 e 2. Em suma, não há o mínimo de conforto, apenas vontade de sair dali depressa.
Penso que, se fosse turista, gostaria de visitar a estação, e em como ficaria desiludida pelo estado em que se encontra. Como é que se deixa uma obra de Calatrava (e que não é assim tão antiga) chegar a este ponto? Não sei quem é a entidade responsável pelas estações de comboio, mas se alguém o souber agradeço que me diga, porque isto merece pelo menos um mail com algumas das fotografias abaixo. Tiradas de perto.
Percebi agora porque é que a maioria das fotografias que vejo são tiradas de longe. Certamente não o são apenas porque é uma boa perspetiva, mas também porque de perto o cenário é desolador. Então num dia de chuva, nem se fala. 1. A estrutura metálica está repleta de pontos de ferrugem. 2. As junções devem estar cheias de fissuras, pois cá em baixo é difícil encontrarmos um ponto onde não nos caiam pingos em cima. 3. Os bancos, que numa estação em condições estariam cheios de pessoas à espera do comboio, estão encharcados devido aos pontos 1 e 2. Em suma, não há o mínimo de conforto, apenas vontade de sair dali depressa.
Penso que, se fosse turista, gostaria de visitar a estação, e em como ficaria desiludida pelo estado em que se encontra. Como é que se deixa uma obra de Calatrava (e que não é assim tão antiga) chegar a este ponto? Não sei quem é a entidade responsável pelas estações de comboio, mas se alguém o souber agradeço que me diga, porque isto merece pelo menos um mail com algumas das fotografias abaixo. Tiradas de perto.
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| A água escorre pelas vigas e cai lá de cima das junções entre os vidros. |
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| Os pontos de ferrugem são bem visíveis em toda a estrutura. |
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| Em dias de chuva, não há banco que não esteja assim. |
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| Tudo de pé. Não há conforto possível. |
14 de outubro de 2014
Palácio da Justiça de Lisboa
Adoro edifícios monumentais, sobretudo se forem modernos, por isso andava há uma data de tempo cheia de curiosidade de conhecer melhor o Palácio da Justiça, que só via ao longe.
Graças à Lisboa Open House, consegui visitá-lo no passado fim de semana, e é de facto uma grande obra, inaugurada em 1970. Se o projeto tivesse ficado completo conforme o plano inicial, teríamos ali hoje uma das mais impressionantes praças de Lisboa. Mas o que ficou feito dá para ter uma ideia.
O projeto é dos arquitetos Januário Godinho e João Andresen, com a construção iniciada em 1968 e dada por concluída em 1970. Na maqueta, o único edifício existente é o da esquerda. Imagina-se a monumentalidade se tudo tivesse sido construído.
No exterior, 14 painéis de Jorge Barradas, Querubim Lapa e Júlio Resende, respetivamente, para quem anda de Sul para Norte.
No átrio sul dos tribunais cíveis, uma escultura enorme de Joaquim Correia.
Os puxadores das portas representando as tábuas da lei com os Dez Mandamentos.
As vistas lá de cima são deslumbrantes. Esta é a vista para Este.
A coerência nos pormenores: a mesma base de relógio, três aplicações diferentes.
Para o fim fica a única fotografia que preferia não ter tido de tirar: vistos pela janela, centenas de processos amontoados nos corredores, cortesia do trabalho do Ministério da Justiça atual.
Nota: Fotografias todas minhas exceto a da maqueta, que «roubei» ao Restos de coleção.
O projeto é dos arquitetos Januário Godinho e João Andresen, com a construção iniciada em 1968 e dada por concluída em 1970. Na maqueta, o único edifício existente é o da esquerda. Imagina-se a monumentalidade se tudo tivesse sido construído.
No átrio sul dos tribunais cíveis, uma escultura enorme de Joaquim Correia.
Os puxadores das portas representando as tábuas da lei com os Dez Mandamentos.
Nas salas de audiências, público e magistrados entram por portas diferentes. Lá dentro, a maior ou menor riqueza da decoração das salas identificaria a importância do processo julgado: tapeçarias e frescos nas dos mais importantes, esculturas e baixos-relevos nas dos de menor importância.
A coerência nos pormenores: a mesma base de relógio, três aplicações diferentes.
Para o fim fica a única fotografia que preferia não ter tido de tirar: vistos pela janela, centenas de processos amontoados nos corredores, cortesia do trabalho do Ministério da Justiça atual.
Nota: Fotografias todas minhas exceto a da maqueta, que «roubei» ao Restos de coleção.
25 de outubro de 2013
15 de junho de 2013
30 de maio de 2013
O novo skyline de Londres
Nesta ida a Londres repeti a visita a uma série de sítios onde já tinha ido (o British, o Museu de História Natural, Portobello, o South Bank, o bunker de Churchill, o navio HMS Belfast...), para rever algumas coisas mas sobretudo para mostrar ao meu irmão a riqueza da cidade.
Agora do que eu não estava à espera era de, em apenas dois anos, a mudança no skyline da cidade ser tão grande. Onde há dois anos se viam gruas, veem-se hoje edifícios moderníssimos a crescer por entre os antigos. Há quem não goste. Eu adoro o contraste.
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| The Shard, o edifício mais alto da União Europeia. |
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| Walkie-Talkie, a inaugurar este ano e com um jardim no topo. |
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| City Hall, de Foster + Partners, pouco antes da ponte. |
10 de abril de 2013
29 de março de 2013
Já lá vão 15 anos...
... desde que inaugurou uma das pontes mais bonitas que conheço e que tenho o privilégio de ver do meu pátio. E hoje está toda iluminada.
14 de dezembro de 2012
Arquitetura para cães
E o que tem uma coisa a ver com a outra? Para mim, tudo. Porque são duas coisas que adoro. E agora descobri o projeto Architecture for dogs, uma coleção de 13 objetos concebidos por arquitetos a pensar no conforto e na brincadeira dos cães. E, o melhor de tudo, todos estes objetos podem ser feitos por cada de um de nós, através do simples download gratuito dos moldes.
O site está extremamente bem feito e, além dos moldes, apresenta uma série de vídeos que ensinam a construir cada objeto. Só pelos vídeos vale a pena dar uma espreitadela.
Alguns dos meus eleitos:
- Dog cooler, para manter os cães sempre frescos no verão:
- Architecture for the bichon frisé, para um conforto absoluto:
- Architecture for long-bodied-short-legged dog, para os cães ficarem à nossa altura:
- Wanmock, para uma sesta perfeita:
O site está extremamente bem feito e, além dos moldes, apresenta uma série de vídeos que ensinam a construir cada objeto. Só pelos vídeos vale a pena dar uma espreitadela.
Alguns dos meus eleitos:
- Dog cooler, para manter os cães sempre frescos no verão:
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