23 de agosto de 2019

E as minhas férias foram... delas!

Nunca nestes três anos tinha sentido tanto a necessidade de ter férias depois das férias como este ano. Entre idas à piscina, à praia e a parques infantis, à mistura com muitas birras para comer e dormir, estas duas semanas foram absolutamente esgotantes.

A conclusão a que chego é: elas estão a precisar de escola. Não para me «livrar» delas, mas porque precisam de rotina, de regras, de refeições e sestas a horas certas, de não estarem sempre em ação. Desde que nasceram, pela primeira vez sinto-me em privação de sono, pois as noites refletem a agitação dos dias, com muitos acordares agitados e madrugadores e muita resistência nas sestas.

Para elas foi bom, tenho a certeza, mas também será bom e positivo terem uma vida mais regrada.







2 de agosto de 2019

Vamos de férias!

Continuaremos pelo Instagram.

Atelier, de Diogo Freitas da Costa

Gostei muito desta série de 12 retratos/entrevistas sobre artistas plásticos portugueses, que alteraram a perspetiva que tinha de alguns deles. Em pequenos textos, o autor começa por descrever os espaços de trabalho de cada um, os processos de trabalho que seguem, as rotinas que têm, para terminar com algumas perguntas sobre o seu percurso, o que pensam ao idealizar e realizar uma peça, o que querem fazer chegar ao público.

Acima de tudo, este livro acaba com a ideia de que os artistas são uns «artistas», pessoas que vivem ao sabor do vento sem um rumo muito definido. Pelo contrário: na maior parte dos casos há regras, há rotinas, há método, há organização.

Ficamos a conhecer tanto ateliers mínimos, dentro de lojas ou casas de habitação, como ateliers gigantescos, do tamanho de hangares. Artistas que se recolhem dias a fio e artistas que pouco tempo param em cada sítio. Julião Sarmento, Pedro Calapez, Miguel Palma, Rui Sanches, Alexandre Farto (Vhils), Joana Vasconcelos e Ana Vidigal são alguns dos entrevistados, em áreas tão diferentes quanto a pintura, a escultura, a colagem, o vídeo ou a instalação.

31 de julho de 2019

Contra a brigada do jerrycan

O dia 12 de agosto, mais conhecido pelo dia em que começa a greve dos camionistas que mais uma vez lançará o caos no país, aproxima-se rapidamente, e não faltam por aí pessoas com ideias mirabolantes para se safarem com o combustível em falta.

Mas o mais fantástico é que veio da televisão a sugestão mais irresponsável que ouvi até agora. Propõem os média que as pessoas se abasteçam previamente de combustível em jerrycans e que o reservem até precisarem dele. Espero, sinceramente, que a população seja sensata e não o faça. Terá toda a gente consciência do que é ter gasolina ou gasóleo em casa ou numa garagem? No que pode acontecer se houver um azar? E que nenhum seguro cobrirá danos causados por tais causas?

Não haverá soluções perfeitas (a não ser, claro, os senhores camionistas ganharem um pouco de bom senso e abrirem mão de demasiada ambição), mas o melhor, a meu ver, é ir mantendo os depósitos cheios desde cedo, repondo regularmente até não ser mais possível, quando começarem as filas. E, depois, ser poupado nas deslocações. Ah, e ter também à mão a lista das bombas «de serviço», não vá haver uma emergência.

É o que farei. Não sem alguma angústia, claro.

PS: Just in case, ter também em casa alguns itens não perecíveis, para 3 ou 4 dias, deixando alguma coisa nos supermercados para chegar para todos.

30 de julho de 2019

Um inverno, sete sepulturas, de Christoffer Petersen

Chegou a vez da Gronelândia como cenário de um policial nórdico. Paisagens desoladoras, capazes de nos fazer frio até enrolados no melhor edredão do mundo, imaginando águas geladas e grandes icebergues a passar em frente à janela.

Este é um dos tipos de policiais de que mais gosto, os que juntam a parte do crime propriamente dito à contextualização sociológica onde o mesmo decorre. O autor, Christoffer Petersen, viveu sete anos na Gronelândia, onde se imbuiu de toda a sua cultura, hábitos e preocupações, e isso é visível no livro.

A história tem como protagonista o ex-polícia David Maratse que, lesionado e reformado, escolhe a pequena vila de Inussuk para viver, caçando, pescando e observando os icebergues. Logo à sua chegada, numa saída de barco, encontra um cadáver na água, que se vem a saber ser da filha da primeira-ministra gronelandesa. E a história desenvolve-se a partir daqui. Mas, como já disse, o que a torna mais interessante é o que a rodeia: o que é ser ou não ser gronelandês, a luta por uma identidade de uma região que pertence à Dinamarca.

Vale a pena experimentar. Eu fiquei com curiosidade de ler os próximos.

24 de julho de 2019

Theft by finding - Diaries 1977-2002, David Sedaris

David Sedaris é, a meu ver, um dos maiores humoristas da atualidade. Através da sua extraordinária capacidade de observação, consegue construir histórias absolutamente hilariantes que achamos que só poderiam ser inventadas... mas não são.

Neste «Theft by finding», que significa o contrário de «achado não é roubado», Sedaris aproveita tudo aquilo com que se depara para narrar episódios que só podiam ter sucedido com ele ou através dos olhos dele. O período temporal é longo, 25 anos da sua vida, passando por Raleigh, Nova Iorque, Paris e Londres e abarcando desde a idade do jovem adulto, dependente de estupefacientes, álcool e incapaz de manter um emprego estável, até se tornar conhecido pelas rábulas e textos que foi construindo.

Faz muito sentido ler estes diários, sobretudo se se conhecer alguns dos seus livros de crónicas. Mal posso esperar pelo segundo volume.

19 de julho de 2019

Portugal insólito: barragem de Varosa

O nosso país não para de me surpreender. Desta vez foram as imagens da escadaria da barragem de Varosa, em Lamego, uma serpente que desce a pique 76 metros do cimo da barragem até ao terreno natural. Infelizmente, não consegui descobrir em lugar algum quantos degraus são.


16 de julho de 2019

As minhas filhas são info-excluídas

Não se ofenda quem pensar ou fizer o contrário de mim, mas tenho de partilhar aqui o que penso sobre o assunto. A Luísa e a Maria são info-excluídas. Com 3 anos, até hoje nem um minuto estiveram com o meu telemóvel ou com o meu tablet nas mãos, mesmo que a ver filmes de desenhos animados, jogar jogos difáticos, o que seja. Nem um minuto.

Como raramente me veem com tecnologias nas mãos, acabam por não querer imitar, e como nunca lhes mostrei o que está lá dentro não podem querer aquilo que não sabem que existe. Elas fazem brincadeiras interativas, mas com livros, elas praticam atividades de role-play, mas com os seus bonecos, elas aprendem as cores e algumas letras e números, mas com peças de madeira e associando-as aos nomes de pessoas e animais que conhecem.

Não sabem contar até 50, não conhecem a Masha, a Peppa ou o Noddy. Mas procuram as letras que conhecem quando andam pela rua, gostam de andar de triciclo e de escorregar no parque infantil de cabeça para baixo. Jogam à bola e gostam que eu lhes faça bolhas de sabão. Às vezes sentam-se ao pé de mim na cozinha enquanto preparo o jantar. Para a mesa não levam brinquedos e se quiserem entreter-se é a conversar. Televisão, talvez vejam umas duas horas por semana ao todo.

Se sou melhor mãe assim? Não faço a menor ideia. Se as estou a privar de algo a que a maioria tem acesso? Talvez, mas tudo virá a seu tempo. E se um macaco aprende a navegar num telemóvel, elas também o aprenderão num ápice. Quando disso precisarem.

15 de julho de 2019

Nascer em Portugal

Mais um estudo muito interessante e super completo levado a cabo pela Fundação Francisco Manuel dos Santos e pelo Instituto Nacional de Estatística. Desta vez, sobre a fecundidade e natalidade em Portugal. Textos, infografias e vídeos sobre a decisão de ter ou não ter filhos e quantos, o adiamento devido ao estudo, à carreira e à vida financeira, a idade da maternidade...

Podem ver tudo aqui, são umas horas para explorar tudo muito bem empregues.



12 de julho de 2019

Desdramatizando a renovação do Cartão de Cidadão

O meu Cartão de Cidadão caducava daqui a uns dias, e em maio recebi um sms alertando para o facto e aconselhando a fazer um agendamento. Assim o fiz, ainda em maio, só conseguindo vaga para dia 12 de agosto. Surreal, portanto.

Mas há duas semanas falaram-me da hipótese de o fazer online, só tendo de ir ao serviço de registos para o levantar. Pedi-o há duas semanas, esta semana recebi o aviso e hoje, em não mais de 5 minutos, fui levantá-lo calmamente.

A única condição para poder renová-lo desta forma é a não alteração dos dados visíveis no cartão, como a fotografia, a assinatura ou o apelido. Podem fazer tudo aqui, sem stresse nem filas de espera. Vale a pena.

https://eportugal.gov.pt/servicos/renovar-o-cartao-de-cidadao

11 de julho de 2019

16 anos hoje. Minha querida TT!

Velas, apenas velas!

Só para repararem bem no preço destas velas. Atenção, são apenas velas!

€298,00, para o caso de não se ver bem.
E esta, €225,00. E não, não falta mais nenhuma vírgula no número.

10 de julho de 2019

Somos o que comemos

Muito interessante este estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos sobre os hábitos alimentares dos portugueses, avaliando desde o que comem até ao que deveriam comer. Aconselho a leitura dos dados na íntegra aqui, mas partilhos já alguns.





9 de julho de 2019

Os enamoramentos, de Javier Marías

É sempre um prazer descobrir autores que, já sendo consagrados, são novos para nós. Aconteceu-me com Javier Marías através deste livro, que adorei.

Num café no centro de Madrid, uma mulher, Maria, toma o pequeno-almoço todos os dias, cruzando-se quase sempre com um casal que ela considera perfeito. Nos dias em que não os vê parece que não fica com tanta energia, são como um bálsamo para o seu estado de espírito.

Mas a certa altura deixa de os ver, acabando por saber que ele fora assassinado por um mendigo e de que ela ficara viúva com os filhos. Consegue, a certa altura, chegar à fala com ela, através de quem conhece Javier, um amigo da família com quem acaba por se envolver numa relação quase unilateral.

Um dia, em casa de Javier, ouve escondida uma conversa inesperada entre ele e uma visita, conversa essa que lhe muda completamente a perspetiva sobre ele. Mas a perspetiva vai voltar a mudar, revelando uma história de que nenhum leitor está à espera.

É um livro denso, narrado por Maria e contendo muitas reflexões , mas ao mesmo tempo fluido quando nos embrenhamos na sua pele. Excelente, com a vantagem de me ter aberto as portas para uma data de outros livros que já cá estão publicados.

5 de julho de 2019

Pixie and Brutus

Pixie é um gatinho inocente, para cuja casa vai viver um pastor-alemão vindo dos serviços do exército. Não têm alternativa se não tornarem-se nos melhores amigos.



3 de julho de 2019

Um dia na vida de Ivan Deníssovitch, de Aleksandr Soljenítsin

O autor do nome impronunciável mais uma vez não me desiludiu. Consegue que um único dia na vida de um prisioneiro num gulag seja assunto para cento e muitas páginas, sem ser nem um bocadinho aborrecido.

A miséria do campo entranha-se-nos na pele, com o frio de enregelar, a fome constante, o cansaço extremo. Desde o momento em que acorda às 5 da manhã na sua cama com colchão de serradura até ao momento em que se volta a deitar, acompanhamos Chukóv em toda a sua rotina.

As chamadas de centenas de prisioneiros ao frio, a demanda pelo pequeno-almoço, a tentativa constante de se aquecer, a ida para o trabalho como pedreiro, a jornada levada a cabo, apesar de tudo, com energia, o regresso e a loucura que é conseguir uma sopa aguada no refeitório. Mas Chukóv não é um lamuriador, mas antes alguém que vai tentando arranjar esquemas de sobrevivência, desde conseguir mais uma dose de pão até ter pequenas ferramentas escondidas que lhe facilitam a vida.

No final do dia, e já com 10 anos de campo em cima, adormece com a sensação de que até não foi um dia mau. Como todos os outros, aliás. É «só» uma questão de habituação.

2 de julho de 2019

Corridas de animais


Até que enfim! Está aberto na Assembleia da República o debate sobre as corridas de animais, nomeadamente de cães e de galos. O PAN já vinha há algum tempo a dar sinais de querer levar o assunto ao Parlamento, mas o caso da corrida de galgos em Vila do Conde foi a gota de água. Após muita pressão nas redes sociais, a Cruz Vermelha retirou o seu apoio à corrida, que vai ser cancelada.

Os animais envolvidos nesta atividade são sujeitos a treinos extremamente violentos e, muitas vezes, dopados para obterem melhores performances. Quando deixam de ter préstimo, são abatidos ou abandonados. Acabem com isto.

28 de junho de 2019

A árvore dos Toraja, de Phillippe Claudel

A propósito da morte precoce e relativamente inesperada do seu melhor amigo, um cineasta reflete sobre a vida e a morte, equacionando o nosso papel na passagem por esta experiência, falando do amadurecimento, da velhice, da tentativa de preservação das memórias após o fim.

É um livro sobre a amizade, o amor, a lembrança e o esquecimento, a doença e o que significa estar vivo.

É também um livro sobre o cinema, a literatura e a mudança que os mesmos podem gerar nas nossas vidas.

E tem um extra, que acaba por justificar a tentativa do cineasta de perpetuar a vida do amigo anos após a sua morte: a história do povo Toraja, uma tribo indonésia que preserva o corpo dos seus mortos como se apenas de doentes se tratassem, vestindo-os e despindo-os, colocando-os em situações do dia a dia e prolongando ao máximo a sua existência física.

26 de junho de 2019

Para os apaixonados por locais abandonados

Acabo de descobrir o site de Dax Ward, fotógrafo com um gigantesco portefólio de fotografia em locais abandonados, nomeadamente na Ucrânia, na Tailândia, nos Estados Unidos e na África do Sul.

Estas fotografias são só para abrir o apetite:

Teatro Petch Siam, Sukhotai, Tailândia.
Roda gigante em Pripyat, Ucrânia.
Creche em Pripyat, Ucrânia.
Discoteca Roxy, Petchaburi, Tailândia.
Estádio de basebol, Dort Worth, Texas, EUA.
Jardim Zoológico na Cidade do Cabo, África do Sul.

25 de junho de 2019

A avó e a neve russa, de João Reis

É maravilhoso, este livro. Narrado por um rapazinho de 10 anos, conta-nos do seu amor pela avó e da sua preocupação com a sua frágil saúde pulmonar, fruto da sua vida em Pripyat, na Ucrânia, aquando do desastre de Chernobyl.

A Babushka (avó, em russo) emigrou com a família para o Canadá, já apenas com a sua filha e o neto mais velho. Com a morte da filha por atropelamento, ficou com os dois netos a cargo, o mais novo apenas com cinco anos e já nascido na América. É este neto, numa linguagem que pretende que seja cuidada mas que por vezes é infantil, que ingenuamente decide assumir a missão de «salvar» a avó, tentando ir ao México em busca de um cato que fará um chá milagroso.

Expressões como «oncologia» em vez de «ornitologia», «loja de convivivência» em vez de «loja de conveniência», «ser de menoridade» em vez de «ser menor», «acampamento de concentração» em vez de «campo de concentração» e «gaseificada» em vez de «gaseada» são apenas algumas que usa no meio de textos mais complexos, o que gera em nós uma ternura infinita.

24 de junho de 2019

Dia de São João é dia do meu Avô João

Avô João, 24.06.1928

Faria hoje 91 anos, o Pai do meu Pai e Tio, Avô meu, dos meus irmãos e prima, Bisavô das minhas filhas e do seu primo.

A melhor homenagem é que a que o meu Tio lhe prestou hoje:

Quem disse que por de trás daquela barba que nos arranhava o rosto não tinha um coração de criança a querer brincar?
Quem disse que por detrás daquela voz grossa não tinha um menino criativo a querer falar?
Quem foi que falou que aquelas mãos grandes não sabiam fazer carinhos se os filhos chorassem?
Quem foi que pensou que aqueles pés enormes não deslizavam suaves na calada da noite para o sono dos filhos velar?
Quem é que achou que no fundo do peito largo e viril não tinha um coração doce quando os filhos amados, com um sorriso largo, se punham a chamar?
Quem foi que determinou que aquele coroa de cabelos brancos não sabia da vida para querer nos ensinar?
Pai, hoje festejaríamos o teu nonagésimo primeiro aniversário.
Parabéns Pai.
Obrigado e perdoa-me sempre que te magoei.

E porque passámos de uma a três...

... as compras na Feira do Livro tornaram-se diferentes. Pelas minhas contas, foram 9 livros para mim e 10 para elas, o que ainda não me anula completamente e espero não o venha a fazer. Mas acho importante começar a construir-lhes uma biblioteca, e comprar-lhes livros dá-me cada vez mais prazer. Esta foi a nossa colheita.



21 de junho de 2019

A varicela e o Zovirax

Desde há uns tempos, os pediatras recomendam o Zovirax para amenizar os efeitos da varicela. Como é um medicamento para o herpes, vírus da mesma família que a varicela, tem resultados muito bons no atenuar da doença, desde que administrado logo aos primeiros sinais.

Com a Maria só lho dei no segundo dia, pois no primeiro não tinha a certeza de que as 3 borbulhas que vi fossem varicela, por isso a borbulhagem já ia adiantada quando o começou a tomar. Mas a verdade é que foi tudo muito leve e ao quinto dia já tinha as borbulhas praticamente todas secas e a fazer crosta.

Na Luísa usei mal vi 2 borbulhas, e ela não desenvolveu mais de 5 ou 6. A coisa terá passado tão despercebida que ainda não sei se a varicela passou mesmo por ela ou se ainda aí vem algo mais (as próximas duas semanas serão cruciais). Se tiver passado, posso dizer que o medicamento foi milagroso.

Concluindo, e para quem tem filhos que ainda não tenham passado por isto: perguntem aos vossos pediatras se também o recomendam, e se a resposta for afirmativa tenham um frasco em casa, pois pode fazer toda a diferença. Têm é de atacar logo.


19 de junho de 2019

Vantagens e desvantagens da varicela

Como é sabido, a varicela é das doenças infantis uma das mais chatas, pela reclusão a que obriga e pelo mau-estar que gera.

Felizmente a Maria teve só um bocadinho de febre no primeiro dia, e uma noite terrível de coceira que acompanhou a principal erupção. Isto implicou várias tomas de medicação ao longo do dia (entre antivírico e anti-histamínico) e várias aplicações de produtos para a secagem das borbulhas e a acalmia da comichão.

As vantagens foram que deu para fazer uma série de coisas com elas, pela obrigatoriedade de as manter entretidas. Eu sou apologista de as deixar encontrarem entretenimentos por si só e darem asas à imaginação, mas por vezes é preciso pôr as mãos na massa (literalmente). Assim, brincaram à sombra no pátio, fizeram puzzles, brincámos horas com plasticina. E deu para perceber muito claramente o nível de vocabulário que já têm.