31 de março de 2014

Quem tem medo de palhaços?

E se falássemos com as pessoas como falamos com os cães?

Faríamos estas lindas figurinhas....

A minha pequena livraria, de Wendy Welch

Quem é o verdadeiro viciado em leitura que não gostaria de ter ou trabalhar numa livraria ou numa editora? Eu felizmente tenho a sorte de poder trabalhar na segunda, mas nada como a magia de ter uma livraria... em casa.

Esta é a história real de Wendy Welch e do seu marido Jack, que a certa altura das suas vidas largaram tudo para mudarem de cidade e instalarem-se na Virgina, onde compraram um casa de dois andares: a parte de cima para viverem, a parte de baixo para venderem livros em segunda mão.

O início não foi fácil, pela integração numa terra estranha, pelo negócio em si, pela angariação de obras. Mas, com o tempo, a livraria foi-se transformando num ponto de encontro da comunidade, onde se toca, se faz tricô, se representa, se bebe chá e come biscoitos. E onde há muita bicharada instalada nos sofás, gatos e cães de que o casal nunca se separou. Hoje, a Tales of the lonesome pine é já uma instituição em Big Stone Gap, cidade de mineiros que ganhou uma nova vida nos últimos anos.

Eu adorei este livro. Pela simplicidade com que foi escrito, pelas histórias de quem nunca tinha passado por elas, pelas referências literárias semeadas em contexto, por retratar uma vida que, confesso, me faz um bocadinho de inveja. Para saberem mais, podem também ir à página da Tales of the lonesome pine no Facebook.

29 de março de 2014

28 de março de 2014

I love it!


Sim, continuo a gostar e parece que vai continuar.

Há dias em que preciso mesmo de tomar isto

Moradores de Alfragide e arredores

Aproveitem o fim de semana, que vai estar fraquito a nível meteorológico, para irem à Venda de Garagem em Alfragide, no Polidesportivo da Quinta Grande. Pela escolha que estive a fazer dos brincos da minha mãe, garanto-vos que vão encontrar boas pechinchas. A€0,50 e €1, só não fiquei com eles porque não tenho as orelhas furadas...

Sábado e domingo das 10h às 19h.

27 de março de 2014

Scary...

Brilhante...

... este recado de separação de uma rapariga depois de saber que estava a ser enganada pelo companheiro.

E à volta dos grandes ícones, o que há?

Às vezes, nada de muito bonito. Ora vejam:

O Taj Mahal, fotografado por Marvin Bartels.
Os arredores, imagem de igmur.com.
As pirâmides de Gizé, fotografadas por Edward Ewert.
A envolvente, fotografada por Raimond Spekking.
A Mona Lisa, fotografada por Pascal Le Segretain.
A sala onde se encontra, imagem de traveljapanblog.com.
A pequena sereia, imagem de wallpaperswiki.com.
O local onde se encontra, imagem de cooldaddypop.com.
Vejam mais 11 exemplos aqui.

26 de março de 2014

Sabiam como é que os cães bebem água? Assim:


Quem nunca recebeu uma carta destas?

Pensando bem, hoje em dia provavelmente poucos as receberão. Mas «no meu tempo» o envio de um CV ou de um trabalho ainda merecia resposta de rejeição, ainda que dissesse que os ditos iriam diretamente para arquivo.

Mas estas pessoas receberam-nas, e não baixaram os braços. Nada que um pouco de persistência e vontade de fazer melhor não consigam.

Resposta do MOMA a Andy Warhol em 1956.
Resposta da Walt Disney a Tim Burton em 1976.
Resposta da Arthur C. Fifield a Gertrude Stein.
Resposta da RSO aos U2.
Podem consultar outras tantas aqui. Provas de que um pontapé no rabo às vezes nos faz pôr de pé.

A lebre de Vatanen, de Arto Paasilinna

E se um dia, por um mero acaso, tivéssemos a oportunidade de deixar tudo para trás sem nos preocuparmos com o futuro e apenas com as necessidades mais básicas? É o que acontece neste livro de Arto Paasilinna, em que o jornalista Vatanen e o seu fotógrafo atropelam por acidente uma lebre numa estrada da Finlândia. E Vatanen decide socorrer o bicho.

E, sem mais nem quê, não regressa a casa e passa a viver a sua vida em função de encontrar boa erva para a lebre e atividades que lhe permitam não passar fome e ter um sítio quente para dormir. Claro que lhe sucedem algumas peripécias pelo caminho, mas são meros percalços de que rapidamente se vê livre para se tornar aquilo que no fundo pretende ser: um espírito livre, tal como o era a lebre antes de por ele ser recolhida.

Fiquei com vontade de ler outras coisas de Arto Paasilinna, nomeadamente Um aprazível suicídio em grupo.

24 de março de 2014

Como têm os vossos livros organizados?

Durante muito tempo tive os livros arrumados por nacionalidade dos autores, fosse por pais ou por continente: os portugueses, os italianos, os norte-americanos, os sul-americanos, os africanos... Só que com o passar do tempo e com a necessidade de ter de estar sempre a acrescentar livros às estantes, a arrumação começou a ser uma desarrumação, e começo a ter cada vez mais dificuldade em encontrar o que quer que seja.

Como têm os vossos livros organizados? Agora pensei na ordem alfabética do nome dos autores, mas ainda não tenho bem a certeza...

Especialmente para o meu irmão...

... que não o disca mas que tem um e lindo.

Parabéns, Mary!

Que a nossa amizade possa continuar durante pelo menos tantos anos quantos os que fazes hoje. See you later.

21 de março de 2014

Do pet sitting

Há seis anos, publiquei aqui uma listagem de outras profissões que não me importava de ter para além daquela que tenho. Uma delas era (e é) ser pet sitter. Mesmo sabendo que teria de aturar cenas destas.

Mais uma cadeira que não me importava nada de ter...

E está com uma super promoção só hoje, através do Forretas.

Um dos meus rituais estranhos


Não precisam de me dizer que estou a precisar de cortar o cabelo, porque eu sei-o e bem (apesar de ter o cabelo mais curto do que umas 80 por cento das portuguesas). Mas eu tenho uma superstição/ritual: corto sempre o cabelo na altura dos meus anos, em finais de dezembro, e depois só o volto a cortar no final da campanha, isto é, quando tiver todos os livros prontinhos. Está quase, mas falta o quase...

E depois, até dezembro, é cortá-lo sempre que me apetecer.

20 de março de 2014

Já plantaram uma revista hoje?

Então saibam tudo aqui. Basta comprar a Sábado, destacar a capa e mergulhá-la uns dias em água para libertar as sementes. Depois, juntar terra e enterrar o que sobrar da capa rasgado aos bocadinhos.

Os resultados, garantem, surgirão dentro de um mês e meio.


Primavera: 20 ou 21?

Sou capaz de jurar que, quando andei na Primária, me ensinaram que a primavera começava no dia 21 de março. Mas, ao longo dos últimos anos, só se fala no dia 20. É uma daquelas mudanças astrais que só os físicos sabem explicar, pois é o dia em que a noite e o dia tem ambos exatamente 12 horas... Só que esse equilíbrio é medido a uma data hora (hoje, a primavera começa às 16h57, hora a que, se contamos 12 hora para a frente e 12 horas para trás obteremos exatemente o mesmo tempo de luz e esxuridão.  Aliás, li mesmo no Público que até 2050 começará sempre no dia 20 (hoje, às 16h57), e que duas das vezes será até no dia 19.

Anyway, que sejas bem-vinda e que não tragas muito calor nem muita mosquitada contigo.

Só não poupa quem não quer (ou quase...)

(publitópico)

A partir de hoje passo a ter mesmo aqui ao lado um link direto para o Forretas, um site agregador de TODOS os descontos que andam a cair nas nossas caixas de mail. A vantagem é que este, numa única plataforma, mostra-nos logo dezenas de ofertas de várias empresas, sem termos de andar a saltitar de página em página.

Há quem se fascine pelos gadgets, pelos descontos em restaurantes, em tratamentos de beleza, em espetáculos, em tratamentos ao carro, em mobiliário. Eu sou mais das viagens, e vou estar bem atenta ao que me aparecer. É que em tempos de crise há que aproveitar todas poupanças que consigamos fazer. Não é que sejamos forretas à letra, mas... também não sejamos tolos.

Para receberem uma única vez por dia aquilo que realmente mais vos interessa na zona onde vivem, é só registarem-se aqui ou clicarem no banner aqui ao lado. E depois estarem atentos a todas as oportunidades.