7 de julho de 2012

Birkenstock Madrid: para votação

Três pares depois de Birkenstock Gizeh (ainda me faltam umas brancas), acho que me vou render às Birkenstock Madrid. É que ficam lindas nos pés. Agora a dúvida é a cor, preciso de ajuda...


Eu adoro ler na cama

Mas isto começa a raiar os limites da obsessão. A sério, até me sinto claustrofóbica.

6 de julho de 2012

Dedicação

Esta fotografia comove-me. Henri Matisse, com 81 anos, no seu quarto do Hotel Regina, a desenhar a partir da cama. Mais fotografias da vida do pintor aqui. Vale a pena vê-las.

Néon

Quero estes, da H&M, porque são giros e são baratos. Agora só me falta encontrá-los.

Série Novos Músicos Portugueses



By Patrícia Póvoa, com base em fotografias de Vera Marmelo.

Cheira-me que às vezes não dizem mas pensam


Mas eu não me importo muito, porque sei que quando é mesmo, mesmo preciso não preciso de lhes dizer para trabalharem.

5 de julho de 2012

Fazendo contas

Ora bem... se tenho uns 16 anos de experiência de trabalho, passando pelos livros, pelos vinhos, pela imprensa e até pela moda, em quantas licenciaturas já poderei ter equivalências? Se calhar já tenho o doutoramento e nem sequer me apercebi disso. Vou ligar ao Relvas para me dar umas luzes.

Este é o dia em que adoro a minha caixa de correio

Série Copyrighted Famous Hairs

«Série de posters com alguns dos cabelos mais reconhecidos universalmente.»



By Patrícia Póvoa.

O design de Patrícia Póvoa

Nos próximos dias, publicarei aqui a seguir ao almoço, para o blogue ficar bonito, algumas das séries de trabalhos da designer Patrícia Póvoa, que descobri há pouco tempo e aos quais estou rendida. A Patrícia baseia quase todas suas obras na cultura pop - nos seus ídolos de infância, nos músicos da nova geração, no cinema de sempre -, conseguindo de modo ultraminimalista representar os todos.

O resultado são desenhos verdadeiramente originais.

4 de julho de 2012

Para desanuviar (mas também sobre as avós)

Sem título (mas sobre a minha avó)

O que vou aqui escrever não é mórbido, mas apenas racional. Aconselho toda a gente a deixar bem expresso que, quando morrer, quer ser cremada ou, no máximo, sepultada em locais perpétuos. Amanhã, cerca de 15 anos depois de a minha avó ter falecido, teremos de assistir à sua cremação. Isto porque, como a campa não era perpétua, ao longo dos tempos foram feitos diversos levantamentos, sempre sem estar «em condições» (seja lá o que for que isso significa), e só agora o corpo poderá finalmente ficar em paz.

Bem sei que 15 anos passaram e que o tempo ajuda a aliviar tudo, mas reviver um pouco o choque do dia 30 de setembro de 1997 não vai ser nada fácil. A minha Babá é muito importante para mim.

O que é e o que deveria ser

Inversão de papéis

E se se invertessem os papéis e os gatos tivessem de trabalhar enquanto nós ficávamos em casa? Se fossem eles a fazer as limpezas? E a comida? Mas, no fundo, se fôssemos nós, humanos convertidos em dominados, a tomar conta da situação? 

Heitor Nova imaginou dezenas de situações e eu escolhi estas, por serem as mais emblemáticas do que sucede lá por casa. Para verem a série toda, é só visitarem esta página do Facebook.






Utz, de Bruce Chatwin

Bruce Chatwin ficou conhecido pelos seus livros de viagens, mas foi um livro de ficção o último que escreveu antes de morrer. Em Utz, ficamos a conhecer a obsessão do protagonista, Kaspar Utz, pela sua coleção de porcelanas de Meissen, obsessão tal que condicionou toda a sua existência.

Judeu a viver em Praga no período da Guerra Fria, ao longo da sua vida Utz tem uma série de oportunidades para desertar para oeste, mas o amor à sua coleção fá-lo sempre voltar a casa. Ao longo da história, narrada por um investigador, vamos tendo perceções muito diferentes acerca de Utz, de velho obcecado a homem promíscuo, mergulhando cada vez mais na trama em busca das porcelanas desaparecidas após a sua morte.

Mais um de que me aproximei por causa da capa e de que não me arrependi.

Nota: Nunca tinha lido nada de Bruce Chatwin, gostei muito da sua escrita, limpa e com um toque divertido.

3 de julho de 2012

Speak Porto (ou falar à Porto)

Eu confesso que não gosto muito do sotaque do Porto, é inexplicável e mais forte do que eu, mas os portuenses devem dizer o mesmo do meu sotaque. Mas não há dúvida de que algumas expressões são muito curiosas, como estas disponíveis nos pins da Speak Porto que não me importava de usar.

E agora, quais preferem? O branco ou o amarelo?

  



Chocolates Tony's

Não faço ideia se são bons, pois fiz um enorme esforço para não comprar nenhum. Mas adorei as embalagens da Tony's Chocolonely, marca de chocolates holandesa seguidora do comércio justo e do emprego de mão de obra não escrava. Acho que podiam dar umas belas capas!

Before I go to sleep, de S. J. Watson

Christine acorda todos os dias sem saber onde está. E com quem está. E que idade tem. E, todos os dias, o homem que acorda com ela tem de lhe explicar que é seu marido e que ela sofreu um acidente há mais de 20 anos que lhe afetou a memória. Até que, por indicação de um neuropsiquiatra que todos os dias lhe liga de manhã, Christine começa a escrever um diário, que tem de ler sempre e onde vai descobrindo as memórias que vai recuperando ou que lhe recuperam. E é assim que se apercebe de que nem tudo é como lhe contam.

Before I go to sleep é o livro de estreia de S. J. Watson, resultado de um curso de escrita da Faber Academy. Pela qualidade do que li (forma e conteúdo), e sabendo que os direitos já foram cedidos para um filme de Ridley Scott, acreditem que vale a pena ler.

2 de julho de 2012

Evolução natural das coisas, aqui para mim


PS: Vá, podia e devia haver por ali uma bicicleta em paralelo.

Alerta: Luther 2 começa hoje


Começa hoje no AXN Black, às 21h35, a segunda temporada de Luther, uma das minhas séries preferidas dentro do género. Serão apenas 4 episódios, de uma hora cada, mas garanto-vos, porque já os vi, que valem por muitos, muito episódios de outras séries que andam por aí.

E ainda se espantam de eu gostar de me deitar cedo...

Elvas é oficialmente património!


Tenho uma ligação afetiva com Elvas. Porque os meus pais estagiaram lá há uns 30 anos e porque lá passei boas temporadas na quinta de uns tios da minha mãe, onde bebi litradas de sumo de laranja acabada de colher e garrafas inteiras de gaspacho caseiro, comi os melhores parrameiros de que tenho memória e li sossegadamente grandes calhamaços.

Por isso estou muito contente com a classificação pela Unesco das fortificações de Elvas como património mundial. Visitem a cidade, é um Alentejo ainda não estragado e, melhor ainda, beneficiado ao longo dos anos. Eu tenho saudades dos tempos que lá passei e que muito dificilmente se irão repetir.

1 de julho de 2012

Silêncio

São um pouco desoladoras estas imagens, da série Silent world de Lucie & Simon, mas sem dúvida portadoras de uma mensagem de silêncio e de grandiosidade. Não foram muitas as vezes, mas foi verdadeiramente inspirador quando me encontrei praticamente sozinha em cenários monumentais como estes.

Madison Square, 2009 
Beijing railway station, 2010
Paris church, 2009
Beijing ring roads, 2010
Place de la Concorde, 2008

Poiso para esta tarde


Esta semana foi tão, mas tão desgastante que este é o único local até onde vou conseguir dar três passos esta tarde. Apesar das solicitações para ir à praia ou andar de bicicleta, simplesmente não consigo.

Eu sei que voltarás, de Mary Higgins Clark

O novo livro aqui ao lado, de Mary Higgins Clark, é daqueles que nunca pensei em comprar, até porque o tipo de escrita não faz nada o meu género. Apesar da tensão da história, abomino ler descrições como «o seu fato com gola de pelo era obviamente caro». É que eu não preciso que me digam se era caro, pelo contexto percebo facilmente o nível social a que a personagem pertence. E tal como esta descrição há outras, que falam em apartamentos luxuosos, olhos doces e coisas do género.

Mas pronto, comprei o livro por causa do resumo e agora estou a lê-lo, até porque quero perceber o que se terá passado com o «pequeno Matthew» depois do rapto que julgam ter sido perpetrado pela sua mãe. O que vale é que se lê depressa.