27 de julho de 2012
Hoje vou dar uma facadinha na dieta...
... e comer piza d'O Pizza, uma das minhas comidas preferidas e que não como há mais de 3 semanas. Mas não se assustem, tentarei comer só meia.
Hoje é o último dia de trabalho
Mas não sinto a alegria que é costume. Porque na próxima semana ainda terei de fazer lá uma perninha e porque nestas férias terei preocupações pessoais na cabeça que não me deixam relaxar. Mas tentarei, e é para aqui que tentarei ir:
26 de julho de 2012
Proud of myself III
Hoje fui ao veredicto da nutricionista e saí-me muitíssimo bem, eu e a minha amiga Mary.
Em 22 dias de um plano alimentar equilibrado, perdi 4,1 kg sem passar fome e sem ter um único ataque de gula. E ainda com a oportunidade de comer uma ótima feijoada, salmão grelhado do melhor, churrasco, saladinhas maravilha e, loucura, dois pastéis de nata. Não há melhor motivação para continuar do que esta.
Mais: o meu índice de massa gorda passou de 30,7% para 28%. Estou contente.
Dot
Novo perfume de Marc Jacobs a que espero conseguir resistir. Para já, sou fã de Daisy Eau So Fresh e de Kumquat Splash, que são neste momento os que mais vezes me acompanham.
Ainda o autismo
Ainda a propósito de autismo, e mais concretamente do síndrome de Asperger, recomendo a série Parenthood, que começou há pouco a terceira temporada e que sigo desde o início.
Na história, que gira em torno da família Braverman e das suas três gerações, compostas por gente que não é perfeita mas que se une quase sempre em torno dos problemas, fala-se de amor e de traição, do crescimento e das suas dores, de desemprego e de desafios, da maternidade e da velhice. Apesar de o rapaz Max ter Asperger, não é de todo o centro da série, o que ainda mais contribui para vermos como a vida pode e deve continuar. Não é de desprezar o excelente elenco (lembram-se de Peter Krause, o Nate de Sete Palmos de Terra?).
Na Fox Life, às segundas-feiras.
25 de julho de 2012
Antitouradas
Numa conversa hoje à hora de almoço, descobri que o ilustrador Paulo Buchinho, de que gosto bastante, é fervorosamente antitouradas. Este logótipo, executado pro bono para o movimento Vila Franca de Xira Anti-Touradas, ilustra muito bem o que este espetáculo significa (e não partilho aqui uma fotografia que o Paulo publicou na sua página Facebook porque poderia ferir os mais sensíveis... mas muita gente deveria vê-la).
24 de julho de 2012
Libertação
Hoje retirámos o colar à Twiggy. Não a estava a proteger de nada, pois ela, como é contorcionista e está cheia de energia, arranjou uma técnica de chegar à ferida e escarafunchar na mesma, com a agravante de o plástico do colar ainda a estar a dilacerar mais. Ainda fomos ao veterinário, de onde veio com um colar ainda maior, mas ela deu-lhe a volta na mesma.
Assim, a partir de hoje, e como fazer um penso naquela zona está fora de questão (e qualquer penso não resistiria meia hora às suas mandíbulas ainda fortes), manter-se-á apenas com o antibiótico, o anti-inflamatório e a cortisona quimioterápca. E uma desinfeção da zona uma vez por dia. De resto, deixaremos a natureza seguir o seu curso.
A verdade é que sem o colar nos pareceu muito mais feliz, perdeu o andar cabisbaixo e anda novamente com as orelhas arrebitadas como nos habituámos a vê-la. Não sei quanto tempo isto durará, mas pelo menos quero vê-la confortável, a minha querida menina.
Assim, a partir de hoje, e como fazer um penso naquela zona está fora de questão (e qualquer penso não resistiria meia hora às suas mandíbulas ainda fortes), manter-se-á apenas com o antibiótico, o anti-inflamatório e a cortisona quimioterápca. E uma desinfeção da zona uma vez por dia. De resto, deixaremos a natureza seguir o seu curso.
A verdade é que sem o colar nos pareceu muito mais feliz, perdeu o andar cabisbaixo e anda novamente com as orelhas arrebitadas como nos habituámos a vê-la. Não sei quanto tempo isto durará, mas pelo menos quero vê-la confortável, a minha querida menina.
Autismo, de Valério Romão
Uma criança é atropelada perto da escola e levada para o hospital, aonde os pais vão ter para saberem notícias. E é à porta das urgências que todo o livro se baseia, onde Rogério vai recordando o seu percurso e o de Marta, antes e depois de Henrique nascer. Henrique nasceu autista e virou a vida dos pais do avesso. Surgiram as dúvidas, as angústias, as faltas de paciência, as discussões e os conflitos. Até àquele momento, em que tudo se pode decidir.
Autismo é o romance de estreia de Valério Romão, também ele pai de uma criança autista e também ele experiente nas reviravoltas que esta disfunção obriga a vida a dar. Com uma capa sem título (porque Henrique também não consegue verbalizar) e uma escrita muito rica e de registos variados (diálogo – ou antes monólogo –, entradas de blogue…) Autismo leva-nos para um mundo que a maioria de nós não quer conhecer, mas que muitos têm de enfrentar. Não hesitem em ler o livro, é menos dramático do que parece mas muito realista e uma excelente aprendizagem. E… suspense… tem um final inesperado.
Depois, para quem quiser saber mais sobre a vida deste autor, é ler o seu blogue Trabalho de casa, coisa que tenciono fazer muito em breve.
23 de julho de 2012
E onde estão quando precisamos deles?
Há cerca de 3 semanas apareceu aqui pelo pátio o quarto gato refugiado na história desta casa. Para os três anteriores o caso resolveu-se, embora sempre com alguma dose de angústia. Dois reencontraram os donos, o terceiro conseguiu uma nova dona.
Mas desta vez está a ser mais difícil. Comecei por tentar ignorar o bicho, mas o desgraçado não deixou. Miados terríveis a meio da noite, entradas e saídas furtivas do pátio, as minhas gatas também já desesperadas. Com tanta insistência, percebi que o mal dele não era apenas fome, mas antes a procura de um dono. E aí comecei a tentar arranjar uma instituição onde deixá-lo (aqui em casa, com as minhas gatas, uma delas siamesa, seria um processo muito difícil). Fiz telefonemas e enviei diversos mails, explicando pormenorizadamente a situação e oferecendo-me inclusive para suportar as primeiras despesas. Ora, aquelas instituições, que já ajudei algumas vezes e onde já adotei animais mais de uma vez, simplesmente ignoram-me. E isso custa muito.
Consegui hoje finalmente um sim, do Centro de Recolha Oficial de Animais do Município da Amadora, onde o Cascão foi recuperado há cerca de ano e meio e cujas instalações conheço bem e considero dignas. Terei de pagar uma taxa e seguir uma série de procedimentos, mas acho que é pelo melhor deste gato que afinal de contas só quer ter quem cuide dele. Preto e ainda jovem (pelo brilhante e dentes bem branquinhos), acredito que depressa vai encontrar um dono que lhe dê a casa que merece. Ele pelo menos anda à procura disso. E não desiste.
Mas desta vez está a ser mais difícil. Comecei por tentar ignorar o bicho, mas o desgraçado não deixou. Miados terríveis a meio da noite, entradas e saídas furtivas do pátio, as minhas gatas também já desesperadas. Com tanta insistência, percebi que o mal dele não era apenas fome, mas antes a procura de um dono. E aí comecei a tentar arranjar uma instituição onde deixá-lo (aqui em casa, com as minhas gatas, uma delas siamesa, seria um processo muito difícil). Fiz telefonemas e enviei diversos mails, explicando pormenorizadamente a situação e oferecendo-me inclusive para suportar as primeiras despesas. Ora, aquelas instituições, que já ajudei algumas vezes e onde já adotei animais mais de uma vez, simplesmente ignoram-me. E isso custa muito.
Consegui hoje finalmente um sim, do Centro de Recolha Oficial de Animais do Município da Amadora, onde o Cascão foi recuperado há cerca de ano e meio e cujas instalações conheço bem e considero dignas. Terei de pagar uma taxa e seguir uma série de procedimentos, mas acho que é pelo melhor deste gato que afinal de contas só quer ter quem cuide dele. Preto e ainda jovem (pelo brilhante e dentes bem branquinhos), acredito que depressa vai encontrar um dono que lhe dê a casa que merece. Ele pelo menos anda à procura disso. E não desiste.
Naturezas mortas
O que veem nas imagens abaixo? Frutos e flores, certamente. Mas, ao contrário do que parece, não são fotografias, mas sim desenhos. Mais propriamente, pinturas de Dennis Wojtkiewicz.
Segundo o próprio, cada imagem começa por ser um desenho monocromático, que vai depois sendo colorido por várias camadas (que podem chegar a 10!) de óleo colorido semitransparente, até se conseguir o efeito pretendido. As obras de Wojtkiewicz recuperam na técnica artistas como Vermeer, e no conteúdo são uma recriação moderna das antigas naturezas mortas.
O resultado é deslumbrante.
Segundo o próprio, cada imagem começa por ser um desenho monocromático, que vai depois sendo colorido por várias camadas (que podem chegar a 10!) de óleo colorido semitransparente, até se conseguir o efeito pretendido. As obras de Wojtkiewicz recuperam na técnica artistas como Vermeer, e no conteúdo são uma recriação moderna das antigas naturezas mortas.
O resultado é deslumbrante.
22 de julho de 2012
O fim de semana lá em cima
Foram apenas dois dias, mas cheios como poucos outros. Para compensar um fim de semana inteiro sem novidades por estes lados, aqui vai a reportagem, fotografada e comentada.
O nosso acampamento base: a Casa da Rodela, herdada pelo meu pai do meu avô e onde já não ia há uns bons 5 anos. E nem sei bem porquê, mas tenciono agora lá voltar com mais frequência. Senti-a desta vez, mais do que nunca, como um regresso às origens.
As estradas da Beira: estão todas carregadinhas destes avisos, não vão os mais distraídos fazerem alguma asneira. E depois, o arvoredo que nunca mais acaba, e as eólicas que embelezam a paisagem e me fazem lembrar que um dia já investimos a sério nas energias alternativas.
O Piódão: a aldeia em xisto, arranjadinha como nunca a vi, apesar das inúmeras casas abandonadas que ainda por ali abundam. Chegámos ao fim da tarde, quando os turistas já tinham desaparecido, e partimos já de noite, depois de jantar numa das excelentes esplanadas que agora por ali há e já acesas as luzes que transformam a aldeia num verdadeiro presépio.
O nosso orgulho, em ruínas: a casa de Aristides Sousa Mendes, cônsul português em Bordéus nos anos 40 onde, graças às dezenas de milhares de vistos que passou à revelia de Salazar, salvou tantas vidas. A casa de Cabanas de Viriato, onde tantas famílias se refugiaram, está neste triste estado. Uma vergonha perante um homem com H enorme que morreu tão pobre que nem um fato tinha para ser sepultado.
A nossa vergonha, engalanada: a campa de oliveira Salazar, no Vimieiro, que mal consigo descrever mas que a imagem exemplifica bem. Os escritos que contém são irrepetíveis. Que belo contraste com a imagem anterior...
A barragem da Agueira: construída no final dos anos 70 e onde vou desde criança. Hoje a barragem é já mais conhecida, graças ao excelente complexo Montebelo Aguieira, que se vê lá ao fundo e onde já tive a sorte de ficar. Uma paz.
E o santuário de Fátima: onde fomos sobretudo com interesse sociológico e arquitetónico. Tenho pena de não ser crente no sentido em que aquelas pessoas o são, mas admiro a sua devoção e gostava de também a ter para me poder refugiar. O santuário é grandioso.
O nosso acampamento base: a Casa da Rodela, herdada pelo meu pai do meu avô e onde já não ia há uns bons 5 anos. E nem sei bem porquê, mas tenciono agora lá voltar com mais frequência. Senti-a desta vez, mais do que nunca, como um regresso às origens.
As estradas da Beira: estão todas carregadinhas destes avisos, não vão os mais distraídos fazerem alguma asneira. E depois, o arvoredo que nunca mais acaba, e as eólicas que embelezam a paisagem e me fazem lembrar que um dia já investimos a sério nas energias alternativas.
O Piódão: a aldeia em xisto, arranjadinha como nunca a vi, apesar das inúmeras casas abandonadas que ainda por ali abundam. Chegámos ao fim da tarde, quando os turistas já tinham desaparecido, e partimos já de noite, depois de jantar numa das excelentes esplanadas que agora por ali há e já acesas as luzes que transformam a aldeia num verdadeiro presépio.
O nosso orgulho, em ruínas: a casa de Aristides Sousa Mendes, cônsul português em Bordéus nos anos 40 onde, graças às dezenas de milhares de vistos que passou à revelia de Salazar, salvou tantas vidas. A casa de Cabanas de Viriato, onde tantas famílias se refugiaram, está neste triste estado. Uma vergonha perante um homem com H enorme que morreu tão pobre que nem um fato tinha para ser sepultado.
A nossa vergonha, engalanada: a campa de oliveira Salazar, no Vimieiro, que mal consigo descrever mas que a imagem exemplifica bem. Os escritos que contém são irrepetíveis. Que belo contraste com a imagem anterior...
A barragem da Agueira: construída no final dos anos 70 e onde vou desde criança. Hoje a barragem é já mais conhecida, graças ao excelente complexo Montebelo Aguieira, que se vê lá ao fundo e onde já tive a sorte de ficar. Uma paz.
E o santuário de Fátima: onde fomos sobretudo com interesse sociológico e arquitetónico. Tenho pena de não ser crente no sentido em que aquelas pessoas o são, mas admiro a sua devoção e gostava de também a ter para me poder refugiar. O santuário é grandioso.
20 de julho de 2012
Notícias nossas
Recebi há pouco a notícia de que o tumor da Twiggy está metastizado num dos pulmões. Não há nada que possamos fazer, a não ser administrar-lhe cortisona, pois qualquer intervenção cirúrgica agora só aceleraria o processo tumoral. Resta-nos dar-lhe toda a atenção que merece e o máximo de conforto possível. Há pouco fui passeá-la e tinha a mesma alegria e energia de sempre.
Sei que vai chegar o dia em que terei de tomar uma decisão muitíssimo difícil, mas neste momento só posso alegrar-me por ainda a ver assim e desejar que os meses que aí vêm sejam longos, muito longos. Também sei que ela tem 12 anos e que a esperança mésia de vida destes cães é de 13-14 anos. Só que nós queríamos mais, muito mais.
Nos próximos dois dias estarei na Beira, no último fim de semana do meu primo em Portugal. E, em casos destes, costumo deixar sempre meia de dúzia de tópicos agendados. Desculpem, mas desta vez não consigo.
Sei que vai chegar o dia em que terei de tomar uma decisão muitíssimo difícil, mas neste momento só posso alegrar-me por ainda a ver assim e desejar que os meses que aí vêm sejam longos, muito longos. Também sei que ela tem 12 anos e que a esperança mésia de vida destes cães é de 13-14 anos. Só que nós queríamos mais, muito mais.
Nos próximos dois dias estarei na Beira, no último fim de semana do meu primo em Portugal. E, em casos destes, costumo deixar sempre meia de dúzia de tópicos agendados. Desculpem, mas desta vez não consigo.
Eu quero imenso colar este autocolante no jipe
Só me está a chatear um bocado vir com o logotipo da Liberty Seguros. Mas acho que, ainda assim, vale a pena.
Obrigada e continuem...
Independentemente do desfecho, que ainda está um pouco nublado, quero agradecer a todos os que se têm preocupado com a saúde da minha Twiggy, pessoalmente, via telemóvel, blogue ou facebook. Acredito mesmo a sério que a vossa preocupação lhe está a dar muita força. E a mim também.
19 de julho de 2012
Já cá estão os tall ships
E eu aconselho todos os que puderem a irem visitá-los até domingo, dia 22. Infelizmente não estarei por cá, mas se estivesse não perderia pelo menos um regresso ao «meu» Creoula, onde passei uns belos dez dias da minha vida.
Os Scissor Sisters são elétricos
Apesar de ter ido ao concerto muito a contragosto e com pouquíssima vontade de dançar, a verdade é que me fez muito bem. Durante uma hora e meia as preocupações ficaram guardadas na gaveta e saltei e dançei sem parar graças aos Scissor Sisters.
Já os acompanho há alguns anos e são a minha banda preferida para quando estou no ginásio a fazer step, mas nunca pensei que fossem TÃO bons ao vivo. São super enérgicos, simpáticos, cinematográficos, imparáveis mesmo. Jake Shears é o verdadeiro excêntrico. Ana Matronic uma dominadora muito credível. E o resto da banda complementa-os na perfeição.
Diverti-me muitíssimo. Ainda bem que fui.
PS: O facto de ter ficado apenas a uns 5 metro do palco também ajudou.
18 de julho de 2012
Choque cultural
Eu hoje infelizmente não pude ir ao lançamento, aliás esta semana tem sido demasiado complicada para qualquer tipo de atividade cultural. Mas já tinha o livro aqui comigo, prontinho para ser autografado pelo João Lopes Marques, autor de um blogue de que já aqui falei: o Elogio do salmão. A escrita do João é divertidíssima, e pelo que já espreitei em algumas páginas é um bom investimento para este verão.
Woody Allen em Lisboa
Desculpem, este título foi só para chamar a atenção. Quem vai cá estar, e a preço de saldo, não é Woody Allen, mas alguns dos filmes mais emblemáticos de um dos meus realizadores preferidos. A ver ou a rever.
17 de julho de 2012
As músicas dos anúncios
Descobri há dias um blogue essencial para quem gosta de música e para quem gosta de publicidade. Quantas vezes já vimos um anúncio e adorámos a música? E andámos dias a tentar descobrir de quem era? E depois deparámos na net com montes de informações contraditórias?
O Aquela música do anúncio... faz todo o trabalho por nós. E depois publica tudo muito bem organizadinho, por marcas, por anos, por categorias (automóveis, bancos, telemóveis...), pelo nome das bandas. Mais: ainda tem músicas de anúncios antigos. E fóruns, por categorias, para ir tirando dúvidas. E uma ficha completa para cada anúncio, incluindo a agência que o concebeu. E links diretos para as músicas no YouTube (os anúncios e os videoclipes originais).
Querem mais? Parece-me difícil.
O Aquela música do anúncio... faz todo o trabalho por nós. E depois publica tudo muito bem organizadinho, por marcas, por anos, por categorias (automóveis, bancos, telemóveis...), pelo nome das bandas. Mais: ainda tem músicas de anúncios antigos. E fóruns, por categorias, para ir tirando dúvidas. E uma ficha completa para cada anúncio, incluindo a agência que o concebeu. E links diretos para as músicas no YouTube (os anúncios e os videoclipes originais).
Querem mais? Parece-me difícil.
Hoje: Scissor Sisters
O aspeto deles é muito estranho (para não dizer muito mau), mas a música é muito boa. Até ontem à tarde estava ansiosa por vê-los, hoje irei com pouca vontade de me pôr aos saltos. Mas tentarei.
Um bocadinho mais civilizados
A partir de hoje, e 53 anos depois da sua inauguração, a rede de metro de Lisboa chega finalmente ao aeroporto. Quase todos agradecem: os cidadãos e sobretudo os turistas, que deixarão de ser explorados e de pagar uma bandeirada até Cascais quando só querem ir até à baixa da cidade. Eu disse quase todos. Menos os taxistas, claro.
Entremos então na civilização.
Entremos então na civilização.
16 de julho de 2012
Triste, de rastos
Acabada de chegar da veterinária depois de saber que a Twiggy tem um tumor gigante na mama. Estou tão triste. Dificilmente terei outro cão na vida que goste tanto de mim quando lhe dou tão pouco.
Vai seguir-se uma TAC e uma série de exames antes de decidir se vale a pena operar. Tenho muito pouca esperança, mas tenho alguma, queria tanto poder continuar a chegar a casa da minha mãe e tê-la à minha espera para irmos passear.
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