8 de junho de 2015

Já se inscreveram? Vale a pena por vários motivos:

Porque serve para ajudar a Missão Patas Felizes.
Porque nos vai ajudar a ficar em forma.
Porque a paisagem é maravilhosa.
Porque o convívio vai ser sem dúvida muito bom.


A iniciativa é da Ana Galvão, e aqui vai o que interessa:
- percurso de 15 km em bicicleta
- dia 13.06, sábado, de manhã
- zona da Praia das Maçãs, em Sintra
- inscrição de apenas €3 (a transferir para o NIB 0079 0000 4682 5711 10193 e a confirmar para mulheresembicicleta@gmail.com)
- inclui uma t-shirt, petisco e seguro de acidentes

Mais informação no Facebook da Ana Galvão.

O mistério do lago, de Arnaldur Indridason

Para comprar este livro
com 10% de desconto,
clicar aqui.
E pronto, fiquei com a certeza de que afinal gosto mesmo dos livros de Arnaldur Indridason, apesar de não ter gostado do primeiro, A voz. Aqui, mais uma vez, a investigação de Erlendur parte da descoberta de uma ossada no fundo de um lago cujo nível das águas está a baixar. Preso ao cadáver, um antigo radiotransmissor russo, que terá servido de peso para o afundar.

Aqui embrenhamo-nos numa investigação que percorre arquivos das antigas embaixadas soviéticas, grupos de jovens dissidentes e tudo o que se pudesse relacionar com a Finlândia durante o período da Guerra Fria.

Confirmo o que Francisco José Viegas me disse: Arnaldur Indridason é um escritor de policiais, sim, mas sobretudo daqueles que não partem de carne morta fresca, mas antes de cadáveres já bem ressequidos e antigos. Infelizmente não encontrei mais nada traduzido em Portugal.

5 de junho de 2015

Quantos de nós não passámos já por isto?

Eu vou perder-me, eu sei que vou perder-me

Não vou conseguir resistir a pelo menos dois destes vasos da Bordallo Pinheiro para pôr no pátio. Com um caracol, uma joaninha, uma abelha, um lagarto, um sapo ou uma libelinha, custam €24 cada ou €77 o conjunto de três com um tabuleiro por baixo.

Acho que talvez o caracol e o sapo, o que dizem?





E sabem quem voltou?

A Heidi! Em 3D, é certo, mas é a Heidi da minha infância, com o seu vestido colorido, os amigos Pedro e Clarinha, o avô e as cabrinhas e a alegria inocente da infância.

Espero que os miúdos de hoje gostem tanto dela como eu gostava.


No Canal Panda, de 2.ª a 6.ª feira, às 07h30 e às 20h.

4 de junho de 2015

Para os quatro patas: Nunca é demais lembrar

Para os miúdos: Nivea dolls


Genial esta ideia da Nivea Brasil de oferecer às crianças pequenos bonecos que ficam vermelhos com um escaldão se não lhes aplicarem protetor solar. Assim é impossível não aprender!

Ora vejam como funciona:


Para todos: Tornem-se também skin checkers

Atenção, este não é um vídeo sobre cães. É um vídeo de uma campanha promovida pela La Roche-Posay a alertar cada um de nós para estarmos atentos aos nossos sinais cutâneos e aos de quem nos rodeia, como se carregassem a nossa própria pele.


Porque em 90% dos casos o diagnóstico precoce pode ser a cura para o cancro da pele. Saibam tudo sobre a campanha e sobre como se podem tornar skin checkers aqui.

2 de junho de 2015

De facto...


E eu faço um mea culpa, que gosto tanto de rabiscar lápis de carvão em papéis virgens.

Nunca pensei que o Clint Eastwood fosse tão giro em jovem...



A casa vermelha, de Mark Haddon

Para comprar este livro, clicar aqui.
Com a morte da mãe de ambos, Richard e Angela juntam-se de novo, depois de quase vinte anos sem praticamente se contactarem. Richard, casado pela segunda vez e com uma enteada, convida a irmã e a sua família de três filhos (dois dos quais adolescentes) para uma semana numa casa no campo.

A intenção é boa, mas oito pessoas que não se conheciam a viver juntas durante tantos dias pode não dar bom resultado. Ou, por outro lado, resultar numa espécie de catarse em que cada um acaba por se revelar como realmente é. O contraste é grande, entre a calma do campo e a tensão tantas vezes latente dentro de casa ou entre os seus habitantes. Mais um romance, muito bom, que nos mostra que não há famílias perfeitas.

Nota 1: Li-o em inglês porque o tinha comprado em Londres há uns anos, mas aconselho a edição portuguesa, da Presença, pela dificuldade que muitas vezes senti no original em seguir o fio à meada e identificar-me com uma série de elementos culturais.

Nota 2: Para quem gostou de O estranho caso do cão morto, em que um rapaz autista desperta para a vida quando se empenha em tentar descobrir quem matou o cão de uma vizinha, o autor é o mesmo.

1 de junho de 2015

Cartas de crianças a Salazar


Recomendo vivamente a leitura deste artigo da Sábado, publicado ontem online, sobre cartas que crianças enviaram a Salazar, sempre a pedir qualquer coisa: proteção para os exames que vão fazer ou para intervenções cirúrgicas, melhores empregos para os pais, intervenção junto de Nossa Senhora, livros escolares para estudar, fotografias do presidente do Conselho para guardarem sempre consigo... Alguns chegam a confessar boicotar os cartazes de Humberto Delgado e a fazer queixas dos pais.

Um artigo extremamente curioso que demonstra como uma geração pode ser moldada desde idades bem tenras.

No Dia da Criança, tinha de partilhar isto

E assim de repente...

Vantagens (económicas) da minha Vespa


Partindo do capacete e no sentido dos ponteiros do relógio:
- só não poupo nas portagens porque raramente as uso e não pedi a Via Verde para motas;
- estacionamento a zero cêntimos a dois passos de qualquer destino;
- inspeções não há (mas aqui que ninguém nos ouve, acho que devia haver);
- apenas €7,77 de IUC por ano por uma 300 cc;
- as filas de trânsito são peanuts;
- só não cabe na algibeira;
- cinco moeddas de €1 para a lavar e já é muito;
- não há prestações, felizmente está paga;
- da aquisição não falo, numa Vespa não se paga apenas a mota;
- 3,2 litros aos 100 km é quase imbatível.

Dúvidas?

No Dia da Criança...

... só gostava que todas as crianças do mundo pudessem ser simplesmente crianças, brincar, correr, aprender e rir livremente sem preocupações. Que não tivessem de chorar de fome ou de sede, de pegar em armas, de ver os pais morrer à sua frente, de ser vítimas nas mãos de alguns pais, de sofrer de doenças que não deviam ser de ninguém muito menos delas. Que fossem felizes.

29 de maio de 2015

Medo... que a época está a chegar

Eu tenho, tantas...


Não só dos desenhos animados, como Dartacão, um dos meus preferidos, mas também dos Jogos sem fronteiras durante as férias, do Agora escolha depois do almoço, do Jornalinho, até do Natal dos hospitais...

Da obrigatoriedade do novo Acordo Ortográfico


Há uns quatro anos que utilizo o novo Acordo Ortográfico (mais conhecido por AO90), não por opção mas por motivos profissionais. Trabalhando numa editora escolar, que desde o ano letivo de 2011/2012 tem de cumprir um calendário da sua implementação bastante rígido, tive de me adaptar. E pronto. Não fazia então sentido, para mim, utilizar duas grafias diferentes: uma no trabalho, outra noutros escritos, como no blogue, por exemplo.

Não posso dizer que sou contra o AO90, porque em certas palavras facilita a escrita e reduz o erro (a queda de consoantes mudas, por exemplo). Mas também não sou totalmente a favor, pois há casos em que não o compreendo (o para, preposição, e o para, 2.ª pessoa do singular do verbo parar). Outra dificuldade que tenho é com alguns hífenes, o que me obriga a algumas consultas para ir chegando a conclusões. Perceber porque há-de passou a há de foi fácil. E porque fim de semana perdeu o hífen também. Mas a manutenção no arco-íris levou mais tempo, se bem que agora já a entendo. Mas continuo sem perceber o arco da velha, que por ser uma expressão em sentido figurado o devia manter.

Em conclusão, acho que o AO90 precisava de ser aprimorado mas não abolido. Porque a língua é viva. Porque o AO90 não nos tira coisas que são nossas: de facto é de facto em Portugal e de fato no Brasil. Um conjunto de calças e casaco é fato em Portugal e terno no Brasil.

Não acho que estejamos a ir atrás de ninguém, porque estamos a conservar aquilo que é verdadeiramente nosso. E acho que muitos dos que criticam não sabem o que estão a criticar: não vamos passar a escrever ôtimo, mas ótimo, nem a escrever cagado em vez de cágado. Nada disso. A essas pessoas, aconselho uma leitura que tive de fazer muitas vezes quando eu própria ainda era bastante crítica: o documento Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990. Organizado em diversos temas (21 no total), apresenta exemplos e esclarece muitas dúvidas, apesar de não todas. Mas ajuda.

28 de maio de 2015

Postais para os momentos difíceis

Há momentos em que não conseguimos dizer nada aos amigos que sofrem. Porque não sabemos o que dizer. Mas estes postais podem ser uma ajuda, sobretudo quando temos amigos que estão a sofrer de doenças graves e que precisam de um «cheer up!». Nem que seja só para mostrar que estamos lá.




 




Podem ver mais desta coleção e de outras aqui, no Emily McDowell Studio.

Somos de facto uma máquina impressionante...

... toca a reforçar o sistema imunitário!

O bom alemão, de José Manuel Saraiva

Para comprar este livro
com 10% de desconto,
clicar aqui.
Ainda hoje deparo-me com muitas críticas ao povo alemão, e com acusações veladas de antissemitismo. E já lá vão 70 anos desde o fim da II Guerra Mundial...

Por isso tento sempre pôr-me no lugar de um alemão a viver na época. Teria conseguido rebelar-me? Ou teria colaborado numa tentativa de me proteger e aos meus? Nunca o saberei. Este livro interessou-me logo desde a sua introdução, sobre um artigo de Hannah Arendt:

... qualquer cidadão colocado perante determinadas circunstâncias pode praticar atos repreensíveis, brutais até. É o resultado de um fenómeno que Arendt chamou de «banalização do mal», que retira ao homem a sua capacidade de reflexão e de julgamento moral, criando nele e convicção de que tudo é permitido. Mas pode acrescentar-se que o contrário também é verdade: qualquer cidadão comum, perante determinadas circunstâncias, é capaz de atos de uma natureza extraordinária.

Em O bom alemão, Nicole e Fritz conhecem-se nos anos 60 e acabam por se apaixonar e mesmo casar. O passado de Fritz é aparentemente «limpo», mas a dúvida acaba por se instalar na cabeça de Nicole. Seria ele mesmo um bom alemão, o ser humano reto que a recolheu e que dela cuidou durante uma tarde de tumultos em Paris? Ou teria um passado mais obscuro?

Um livro que, apesar de por vezes exagerar no pormenor de algumas das descrições que faz de Portugal (afinal, julgo que será lido sobretudo por portugueses que conhecem os mínimos da História), nos mostra como os nossos juízos mudam as nossas vidas.

27 de maio de 2015

Perfeito!

Contra o desperdício

Quando vou a Londres gosto muito de comer no Pret a manger, uma loja na linha da Go natural mas com muito mais produtos e preços mais ajustados.

Mas aquilo que me surpreendeu mesmo desta vez foi o que li nos guardanapos. Porque uma das coisas que me irrita mesmo muito é, nas cadeias de fast food, ver algumas pessoas a puxar guardanapos de papel como se não houvesse amanhã.

Para a Bruxa Mimi

Mais de um mês para responder a um desafio de uma bloguer que segue a Vespinha é uma vergonha, mas a disposição não é sempre a mesma e hoje chegou o dia.

O convite foi da Bruxa Mimi, e agora cabe-me a tarefa de nomear mais cinco:

- José
- Flores, cores e amores
- On the catwalk
- Pink poison
- 27 and counting stars

1. Há quanto tempo tens o blogue?
Há oito anos. Mas o primeiro ano não contou, só teve duas publicações. Portanto, mais a sério há oito.

2. Em que dia é o teu blogue foi criado?
29 de agosto de 2006. Caramba, tanta coisa se passou entretanto.

3. Sem ires ao painel, quantas visualizações tens, aproximadamente?
Quase a chegar às 700 000.

4. Sem ires ao painel, quantos comentários tens, aproximadamente?
Não fazia a mais pequena ideia antes de ir ver. A chegar aos 17 mil.

5. Quantas mensagens publicadas tens?
Tive de ir espreitar. Quatro mil e picos.

6. Quantos seguidores tens?
226. Poucos mas bons.

7. Quem mais sabe da existência do teu blogue?
Depois destes anos todos, acho que quase todos os que me rodeiam, incluindo pai e mãe.

8. Já alguma vez pediste conselhos a outro bloguer?
Sim, sobretudo coisas técnicas. E também já dei alguns.

9. Lembras-te perfeitamente de todos os layouts que o teu blogue teve?
Acho que foram dois totalmente diferentes antes do atual, este feito à medida pelo Paulo Buchinho, com uma Vespinha vestida de verão e outra de inverno. É para manter.

10. Que opinião achas que as pessoas têm do teu blogue?
Um amigo diz que são impressões sobre o mundo, para mim é um modo de registar coisas de que não me quero esquecer. Mas importante, importante é conseguir transmitir as coisas que me apaixonam e as que me revoltam. Espero que cheguem a esse lado.

26 de maio de 2015

Já cá em casa e com muita vontade de o começar

GIV / HIV


Um cartaz de divulgação contra o preconceito relativamente ao HIV e o desconhecimento relativamente às formas de contágio.

«Eu sou um cartaz HIV positivo» são as letras grandes que se leem, acompanhadas de uma gota de sangue portadora de HIV. Vale a pena ver como foi concebido e as reações que gerou.

2 por 3, o que na prática dá 30% de desconto


Com mais de 20 livros em espera (e estou certamente a pecar por defeito), vou tentar resistir, mas vai ser muito difícil.

25 de maio de 2015

E as compras de Londres

Além das que foram para oferecer e que não posso mostrar aqui porque muitas ainda não chegaram aos destinatários, para mim foi isto (e mais um casaco que não coube na fotografia):


- uma capa de almofada com uma bicicleta bordada;
- uma toalha de praia daquelas finíssimas (estranha peça para comprar em Londres, mas foi mesmo);
- conjunto de lápis da Liberty para juntar às dezenas que já tenho;
- livros: A man called Ove (Fredrik Backman), Fascism - A graphic guide, Family life (Akhil Sharma), The children act (Ian McEwan), Summer house with swimming pool (Herman Koch), Your fathers, where are they? And the prophets, do they live forever? (Dave Eggers) e The girl on the train (Paula Hawkins). A ir falando melhor deles à medidas que os for lendo.

No Portal das Finanças...

... alguém ainda me há de explicar o que faz a fotografia de uma família com um ar feliz a olhar para o computador. Estarão a consultar o reembolso e os pais a dizer aos filhos que afinal irão de férias para fora? Ou estarão a ensinar-lhes a preencher os impressos para que um dia se tornem cidadãos exemplares? A sério que não percebo...

Novidades habitacionais

No regresso ao trabalho depois de uma semana e meia de férias, nada como ter umas coisas novas em casa para sentir que a vida mudou alguma coisa.

Para recordar Portobello Road sempre que me sento no sofá.
Cadeira que estava em espera desde o Natal.
Para fugir à tradicional cadeira de escritório que tinha em casa.
Eu não me esqueço, mas para me lembrar quem me espera sempre
que chego a casa. Presente inesperado da minha mãe.

23 de maio de 2015

Dia da minha consulta despreferida


Para quem é alto míope como eu e depois de há sete anos ter colocado lentes intraoculares que mudaram muito a minha vida, ter a noção de que a minha miopia entretanto aumentou e que muito provavelmente terei de voltar a usar óculos pelo menos para algumas atividades é um bocado duro.

A (enorme) vantagem é que de certeza não terão lentes de fundo de garrafa como os antigos. E que talvez possam ter estilo.