22 de maio de 2013
Expo'98: inaugurada a 22.05.98
Quem diria que 15 anos depois da abertura iria morar aqui, eu que só vim à Expo durante 3 dias porque era caro? Demos uma grande lição ao mundo, ao mostrar que o espaço de uma grande exposição podia, em tão pouco, transformar-se numa zona habitada e viva, cheia de gente, comércio e entretenimentos. Cada vez gosto mais de aqui viver.
21 de maio de 2013
Ir de férias tem que se lhe diga
Sobretudo quando só faltam dois dias de trabalho e ainda há tanto, mas tanto por fazer.
Sou completamente a favor do sexo na terceira idade...
... mas há algumas coisas que basta saber, não precisamos de ver. Como neste anúncio (retirado de uma revista de decoração!):
Eh pá, isto faz-me mesmo impressão...
Maria Teixeira Alves: existirá mesmo alguém assim?
E pronto, em poucos dias alguém de quem nunca tinha ouvido falar tornou-se um dos meus focos de ódio. Começou com os seus comentários abjetos quanto à coadoção, e agora descubro mais algumas pérolas que a senhora defende nos blogues em que escreve:
- sobre Pinochet e o filme No: «... deixa perceber o civismo de Pinochet na transição para a democracia.»; «Hoje o Chile volta a estar liderado pela direita, o que é o reconhecimento de que a direita faz mais pelo crescimento economico do país que a esquerda.»
- sobre Margaret Thatcher: «A Primeiro Ministro que deu cabo da austeridade, que impediu o comunismo em Inglaterra. A Dama de Ferro que enfrentou o país, os sindicatos, que privatizou tudo, para fazer crescer a economia do país.»
- sobre o governo: «Mas na minha opinião, as medidas em geral [DO GOVERNO] estão correctas. Acho que as pessoas precisam de uma experiência-choque. De outra forma continuaremos a pensar que o mundo nos deve tudo.»
- sobre Cavaco Silva (no discurso de 25.04): «Não é possível ser intelectualmente honesto e ao mesmo tempo criticar o discurso do Presidente da República. Cavaco Silva fez um discurso sensato, inteligente e apelou ao consenso político.»
E é Maria Teixeira Alves «jornalista» no Diário Económico. Qualquer dia exibe orgulhosamente uma suástica tatuada algures pelo corpo.
- sobre Pinochet e o filme No: «... deixa perceber o civismo de Pinochet na transição para a democracia.»; «Hoje o Chile volta a estar liderado pela direita, o que é o reconhecimento de que a direita faz mais pelo crescimento economico do país que a esquerda.»
- sobre Margaret Thatcher: «A Primeiro Ministro que deu cabo da austeridade, que impediu o comunismo em Inglaterra. A Dama de Ferro que enfrentou o país, os sindicatos, que privatizou tudo, para fazer crescer a economia do país.»
- sobre o governo: «Mas na minha opinião, as medidas em geral [DO GOVERNO] estão correctas. Acho que as pessoas precisam de uma experiência-choque. De outra forma continuaremos a pensar que o mundo nos deve tudo.»
- sobre Cavaco Silva (no discurso de 25.04): «Não é possível ser intelectualmente honesto e ao mesmo tempo criticar o discurso do Presidente da República. Cavaco Silva fez um discurso sensato, inteligente e apelou ao consenso político.»
E é Maria Teixeira Alves «jornalista» no Diário Económico. Qualquer dia exibe orgulhosamente uma suástica tatuada algures pelo corpo.
20 de maio de 2013
A(s) minha(s) experiência(s) com a Volvo
Quem vem com frequência aqui ao blogue sabe o quanto eu gostava do meu velhinho Discovery. Mas a manutenção que estava a exigir mensalmente levou-me a ter de tomar uma decisão bem mais racional. E depois de ter andado a espiolhar tudo o que era carros em segunda mão dentro do meu orçamento, a gasóleo e com menos de 90 mil quilómetros, acabei por optar por um Volvo C30 (o mais pequeno da marca, para quem não conhece).Os primeiros tempos foram de adaptação: à altura muito mais baixinha, a um porta-bagagens reduzido, mas também a uma estabilidade e a um conforto a que não estava nada habituada. Mas a verdadeira surpresa veio agora, 5 meses depois de andar com ele e já com uma série de enchimentos de depósito que me permitem saber quanto gasta de gasóleo: 4,46 litros aos 100 km! Eu nunca tive um carro que gastasse tão pouco, ainda por cima um 1.6 que acho giro como poucos outros modelos. Para terem uma ideia, na Vespa gasto 3,54 litros aos 100 km, diferença muito pouca para o carro.
Ontem fui fazer um test-drive com o Volvo V40 Cross Country (apenas por curiosidade, uma vez que tenciono fica com o que tenho durante bastante tempo), e cada vez mais compreendo a taxa de fidelização de 85% que a marca anuncia. É que os carros são mesmo lindos, fiáveis e inovadores.No que experimentei, os pormenores que me encheram mesmo as medidas (para além de tudo aquilo que considero «mariquices», como três tipos de visualização do painel de instrumentos e cor ambiente que muda dentro do carro) foram o sistema BLIS (Blind Spot Information System), que nos alerta sempre que há uma viatura no ângulo morto de visão, a quantidade de instrumentos de apoio ao estacionamento, o sistema de travagem automático que evita colisões a menos de 50 km/h e o air-bag exterior para peões. Para além, claro, da qualidade dos materiais e de toda a panóplia de outras coisas que o tornam um carro muito confortável e de condução muito segura.
Não sei o que o futuro me reserva, mas se puder as minhas compras de carros em segunda mão passarão a estar focadas na Volvo. Como diz o slogan da marca, Volvo for life.
Mortalidade, de Christopher Hitchens
Christopher Hitchens foi um jornalista, cronista e crítico literário de dupla nacionalidade (britânica e norte-americana), escrevendo para publicações como a Vanity Fair, a Harper's e a The New Yorker. Fez reportagens fantásticas, submetendo-se a coisas a que poucos repórteres se submeteriam por uma peça. Era profundamente ateu. E, em 2011, foi-lhe diagnosticado um cancro no esófago que o venceu em 19 meses, aos 62 anos.
Mortalidade reúne alguns dos seus escritos nos últimos meses de vida, em que reflete sobre a doença e o seu papel social, mantendo sempre que possível o registo jornalístico e cronístico, por vezes até com algum sentido de humor. Hitchens fala da reação das pessoas perante a seja doença, descreve os que lhe diziam rezar por ele, propõe um manual de conduta para lidar com pessoas com cancro, e desmonta com mestria a máxima de Nietzsche "O que não nos mata torna-nos mais fortes". Mas também descreve as dores, as tentativas de tratamento, e o último capitulo deixa de ser uma crónica para ser uma série de ideias que não teve tempo de desenvolver.
É um livro curto e duro, muito duro, que nos mostra o cancro de um modo muito mais racional do que estamos habituados a ver.
Mortalidade reúne alguns dos seus escritos nos últimos meses de vida, em que reflete sobre a doença e o seu papel social, mantendo sempre que possível o registo jornalístico e cronístico, por vezes até com algum sentido de humor. Hitchens fala da reação das pessoas perante a seja doença, descreve os que lhe diziam rezar por ele, propõe um manual de conduta para lidar com pessoas com cancro, e desmonta com mestria a máxima de Nietzsche "O que não nos mata torna-nos mais fortes". Mas também descreve as dores, as tentativas de tratamento, e o último capitulo deixa de ser uma crónica para ser uma série de ideias que não teve tempo de desenvolver.
É um livro curto e duro, muito duro, que nos mostra o cancro de um modo muito mais racional do que estamos habituados a ver.
19 de maio de 2013
Ainda a coadoção: recado para alguns
Nomeadamente para Luís Villas-Boas, diretor do Refúgio Aboim Ascensão, e para a jornalista do Diário Económico Maria Teixeira Alves, que consideram que as crianças estão melhor em instituições do que se foram «dadas» a homossexuais. O primeiro apela ao veto presidencial por considerar a coadoção «preocupante» para o desenvolvimento da criança. A segunda acha que «pelo menos nas instituições não correm o risco de chegarem à adolescência e serem seduzidas pelos pais».
Tanta porcaria que vai naquelas cabeças.
Tanta porcaria que vai naquelas cabeças.
PS: O blogue onde escreve Maria Teixeira Alves não deixa que bloguers não inscritos no Sapo deixem comentários. Mesmo que nos identifiquemos e mesmo que os comentários fossem moderados. Isso também explica muita coisa, a avaliar pelo que lá li escrito pela senhora.
A Volvo também ajuda os animais
18 de maio de 2013
19 emoções sem tradução. Vá, descubram «aquela» que procuram...
See these red dots? Those are 19 emotions for which English has no words.
The graphic itself uses baseline of Parrot’s Emotion Classification - a seemingly
nuanced guide to specific human feelings.
But the foreign words, working their way into the spokes of language,
make Parrot’s emotions sound like they’ve been muttered by a caveman.
The graphic makes a strong case to keeping the variety of world wide language alive.
Because in a way, if we don’t have the words to describe a feeling…
…how much are we really feeling it?
Retirado daqui.
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