19 de março de 2014

18 de março de 2014

Cartas ao passado

Presidiários escrevem a si próprios enquanto jovens, avisando-os dos erros que não deviam ter cometido. Dá muito que pensar.







Confirmo


Ontem foi dia disso!

Drive

Impressionante: Como este filme me tinha passado ao lado.

Impressionante: Como o trailer engana tão bem e quão mais além o filme vai.

Tornou-se um dos meus filmes de culto.

)

17 de março de 2014

Quem tem coragem de dizer que eles não são família?

Fotografias de pessoas com os seus companheiros tiradas às vezes com muitos anos de intervalo. Lindas.

10 anos de intervalo.
4 anos de intervalo.
14 anos de intervalo.
16 anos de intervalo
10 anos de intervalo.

Eu até gosto do IKEA

Gosto dos preços, gosto de conjugar algumas peças com outras que já tenho de outros estilos, gosto de escolher e de poder trazer logo aquilo que comprei, gosto de montar as coisas.

Mas há uma coisa que eu detesto no IKEA com todas as minhas forças: a secção das lâmpadas. Dou um doce a quem me conseguir explicar como aquilo está (des)organizado e que lâmpadas devo comprar para aquilo de que preciso. É que é raro sair de lá com a coisa certa.

E o vosso pequeno-almoço, como é?


O meu é assim:

16 de março de 2014

Big Boy

Há anos que queria um destes Big Boy para colocar no pátio. Com 50% de desconto, hoje não me escapa.

15 de março de 2014

A minha Babá faria hoje 90 anos


A minha Babá era a minha avó materna, uma das pessoas que mais contribuiu para a pessoa que sou hoje. Morreu há 17 anos, com apenas 73, com uma energia que era só dela. Hoje, por acaso ou talvez não, vou fazer algumas das coisas de que ela mais gostava: tratar do meu pátio, estar com a minha bicharada e estar com amigos.

Babá, esteja onde estiver, sei que está a olhar por nós. Só pode, por nos sentirmos tão protegidos. Um grande beijinho cheio de saudades do fundo do coração.

14 de março de 2014

Candy Crush: Jogo muito...

... mas ainda não cheguei a este ponto. Se chegar, paro no momento.

E de gatos também

Eu já vivi aqui! (quase...)

Quando terminei a minha licenciatura, estudei um ano no Cenjor (Centro de Formação de Jornalistas), onde fiz amigos para sempre. Durante esse ano, e durante pelo menos oito horas por dia (às vezes bem mais quando tínhamos de fazer um jornal de um dia para o outro), vivemos entre aquelas paredes, no palácio Torel na rua Júlio de Andrade, ali no Campo de Santana. E aquelas paredes agora estão à venda. Por 8 (sim, OITO) milhões de euros.

E pergunto-me eu como é que na época não lhes dei o valor que tinha. Talvez por estar mais ocupada em aprender e em fazer aqueles amigos que são para a vida toda.

Anyway, vejam bem a pinta da coisa (as fotos todas estão aqui):









13 de março de 2014

Só por causa das coisas...

Este é para a minha mãe, que anda a desenvolver esta arte

Onze, de Mark Watson

Este é um daqueles livros em que o efeito borboleta se aplica na perfeição, embora totalmente focalizado na cidade de Londres. O facto de um homem não defender uma criança numa cena de bullying gera uma sequência de acontecimentos que afeta muito mais pessoas do que se poderia imaginar.

Xavier, um animador de rádio de um programa noturno, é o protagonista, mas divide o protagonismo com uma série de outras personagens que fazem todo o sentido no ambiente retratado. Ao contrário do que li na capa e na contracapa, não achei este livro «uma história divertida», mas é sem dúvida um livro que retrata muito bem os laços invisíveis que nos ligam uns aos outros.

O autor, Mark Watson, é um humorista britânico, muitas vezes participante em espetáculos de stand-up comedy, e talvez daí tenha vindo a classificação do livro. Anyway, gostei. Li-o depressa e é daqueles livros que não nos faz rir mas que também não nos deprime. Ideal para uma altura em que, com tanto trabalho, não consigo pensar muito.

12 de março de 2014

Este verão os meus chapéus de sol não vão voar, ai não vão não

Depois de quase perder a conta aos chapéus de sol que comprei para o meu pátio (pelo menos cinco nos últimos cinco anos), decidi finalmente que o barato sai caro, e que o investimento nuns bons toldos me vai dar pelo menos maior paz de espírito.

Vamos ser criativos

Afinal, a maior parte destes conselhos não custam nada.


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Ainda cabem, mas pelo menos que estejam mais largos