8 de setembro de 2015

Refugiados: todos podemos dar um bocadinho


Todos estamos chocados com o que se está a passar com os refugiados, mas o choque não basta, é preciso agir. Não é essencial oferecermos todos abrigo, há muitas outras formas de ajudar: doando bens, sendo voluntário ou mesmo fazendo donativos.

Num artigo do Observador de dia 03.09, encontrei algumas das instituições que ajudam a ajudar (e como):

Centro Português para os Refugiados - precisam de apoio no alojamento, de alimentos e de voluntários. Enviar um mail para geral@cpr.pt.

Serviço Jesuíta aos Refugiados - precisam de voluntários (enviar mail para par@jrsportugal.pt) e de donativos (NIB: 0036.0071.99100093831.32)

Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados - precisam de voluntários e de donativos.

UNICEF - precisam de donativos. €7 por mês permitem comprar 264 saquetas de um alimento especial para crianças malnutridas. €60 por mês dão para 2000 biscoitos de alto teor proteico.

Save the children - precisam de donativos.

Cruz Vermelha Internacional - precisam de donativos.

Amnistia Internacional Portugal - precisam de donativos e de assinaturas na petição. Também se pode ajudar através de uma chamada de valor acrescentado para o 760 300 112 (€0,60 + IVA).

ebay/PayPal - se vendermos alguma coisa através da plataforma, podemos doar uma parte do valor aqui.







amazon.co.uk - tem uma lista de produtos em falta para os refugiados de Calais. Está aqui e os bens são entregues por eles até 17.09.

Do ridículo em que algum jornalismo cai

Na passada sexta-feira, perto da meia-noite, um batalhão de jornalistas fazia vigília à porta da nova morada de José Sócrates. Não sei do que estariam à espera, acho que mesmo que um cão fizesse chichi na entrada isso já seria motivo de reportagem.

Mas tiveram mais sorte, pois apareceu um rapaz a entregar uma piza! Desgraçado. Rodeado de câmaras e microfones, foi bombardeado com perguntas: para quantas pessoas era a piza, quem a tinha pedido, que ingredientes tinha... O rapaz ainda pensou que fosse para os apanhados, mas a certa altura parece-me que começou mesmo a ficar amedrontado.

Não vale a pena descrever mais nada, as imagens dizem tudo.

Juro que só lhes dou adubo duas vezes por ano

Quem conhece o meu pátio e tem acompanhado a sua evolução ao longo dos últimos seis anos, mal acredita no tamanho que as plantas atingiram (quase todas catos). Eu própria às vezes tenho dúvidas de como cada uma delas veio no meu jipe, nomeadamente uma iúca com quase três metros de altura e alguns catos que já tiveram de ser desbravados antes de caírem para o lado com tanto cacho. Acho, mesmo, que deve ser o paraíso de qualquer cato, com o sol que apanham e a água que lhes dou.

Ontem, um deles começou a dar flor pela primeira vez. Mostrarei mais imagens à medida que for evoluindo.

4 de setembro de 2015

Conhecem a processionária?

Pois não queiram conhecer. A avaliar pelo estado em que o meu pescoço ficou, devo ter-me cruzado com uma delas ontem, quando ia de Vespa. Senti um misto de picada/ardor na zona do pescoço e parei de imediato, com medo de que fosse uma vespa (como desta vez...). Quando coloquei o dedo na zona fiquei de imediato com picadas também no dedo. Só poderia ter sido algo que tivesse libertado seiva ou pó, uma planta ou inseto.

Pois parece que andam por aí muitas lagartas do pinheiro (também chamadas processionárias por numa certa fase andarem em fila dos ninhos para o chão), e que uma delas, ou uma folha com pelos das ditas, entrou no meu capacete. Estas lagartas têm oito recetáculos com cerca de 100 000 pelos urticantes. Estes, em contacto com a pele ou com as mucosas (de pessoas ou animais), agem como agulhas, inoculando substâncias tóxicas.


As áreas mais afetadas são a cara, as mãos e o pescoço, provocando dermatites irritantes, mas também podem atingir os olhos ou mesmo as vias respiratórias, com consequências mais graves.

Uma vez que estas meninas andam por todo o lado, e tendo em conta o estado do meu pescoço, como se tivesse uma bola de ténis enfiada debaixo da pele no lado esquerdo, todo o cuidado é pouco. Sobretudo com crianças, que acham piada a estes bichinhos e que, pelo tamanho corporal que têm, podem ser ainda mais afetadas.

O lixo de uns é o tesouro de outros

Terei de passar a conduzir a Vespa assim?


Isto é, de máscara? É que nos últimos tempos tenho sentido cada vez mais a poluição no ar, carros a deitar fumo que nunca mais acaba e que não percebo como passam nas inspeções, outros que expelem poluentes mas que não se veem, camiões em estado péssimo que duvido que sejam fiscalizados.

Se eu já o estou a sentir de forma consciente, de certeza que isto bem à saúde não fará.

3 de setembro de 2015

Viver na pele de David Bowie


Eu gosto muito de David Bowie, adoro mesmo, mas não faria isto. Will Broker, professor universitário da Universidade de Kingston, em Londres, está a encarnar Bowie durante 365 dias, «para habitar na cabeça de Bowie, perceber melhor a sua vida e carreira».

Segundo a P3, A vestir as mesmas roupas, a usar a mesma maquilhagem, a experimentar a privação de sono, e ler os mesmos livros, a visitar os mesmos sítios, a fazer uma dieta de leite e pimentos vermelhos que Bowie seguiu nos anos 70... para substituir a cocaína, vai beber seis latas de bebidas energéticas para simular a experiência.

Há mesmo doidos para tudo.


Das «partidas» da escrita automática

Os gatos têm um superpoder (só pode...)

Ontem a minha mãe adotou uma gatinha bebé, irmã da maravilhosa Minion, a gatinha que o meu irmão adotou há três semanas. Trouxeram-na de Penamacor pelas 12h, ela vinha calminha, andou pela cozinha a cheirar as pedras e a ver a comida e de repente... desapareceu. Passámos duas horas (sim, duas horas inteiras!) a vasculhar a casa toda (e é uma casa grande, com sete assoalhadas) e nada.

A certa altura comecei a duvidar de mim própria, pois numa fração de segundo tinha ido à rua para falar ao telemóvel e achava que era a explicação para o desaparecimento. Se bem que, na verdade, tivesse sido impossível escapar-se tão depressa sem eu ver.

Saí para regressar ao trabalho com uma angústia gigante. Vinte minutos depois, mal me tinha sentado à secretária, recebo um telefonema da minha mãe. Tinha encontrado a Quinta (o nome dela, em homenagem à quinta de onde veio, o Moinho do Maneio) a descansar numa boa num local onde eu já a tinha procurado (juro!), e já estava ao colo a dormir a e fazer ronrom.

Às vezes acho que os gatos têm o superpoder de se tornarem invisíveis.

A Quinta, quando ainda vivia no Moinho do Maneio...
... e a Minion, na casa do meu irmão já há 3 semanas.

31 de agosto de 2015

Questionar: sim ou não?

A meu ver, tem de ser q.b. Apesar de não conseguir deixar de o fazer sempre em excesso.

Não é difícil perceber qual foi a bebida preferida este verão


Então para mim, que não gosto de cerveja, a Somersby tem sido uma excelente alternativa. Prefiro a de maçã à de amostras silvestres, e de preferência com gelo. Recomendo imenso.

Ponto de situação felino

As coisas aqui em casa não têm estado fáceis, com a TT e a Vespa cada uma com a sua maleita (afinal, têm 12 anos cada uma!):

TT - anda a tomar um tranquilizante natural, que ajuda a lidar ou a prevenir situações stressantes. É o Zylkène e toma o pó de uma cápsula por dia, misturado no patê. Poderá demorar uns dias a fazer efeito, mas espero que reduza a sua vontade de arrancar pelos das patas. Tenho-lhe dado muito mimo (mas também já dava...) e evitado chegar muito tarde a casa.




Vespa - continua intermitentemente coxa, tudo indica que seja artrite, o que parece que acontece com 90% dos gatos com mais de 12 anos (teria sido difícil ficar nos 10%...). Está a terminar o anti-inflamatório e a experimentar um suplemento natural que permite desinflamar e «olear» as articulações. Se melhorar com isto fá-lo-á para sempre. O pior é administrar-lho. O anti-inflamatório não é difícil, um comprimido pequenino esmagado no patê. Mas se misturar este ela rejeita-o. Um filme para o dar diretamente pela boca, pois é muito grande. A solução tem sido desfazê-lo em água e dá-lo com uma seringa, mas perde-se sempre um bocado. Se se concluir que será mesmo este o tratamento a seguir, terá de se arranjar uma alternativa do género das cápsulas de que se retira o pozinho.

O PDI chegou cá a casa...