27 de janeiro de 2010

O fim do pesadelo

Data assinalável, 65 anos depois da libertação de Auschwitz pelo Exército Vermelho. Lá terão sido assassinadas e eclipsadas cerca de um milhão de pessoas. Acho que lhes senti a presença quando há uns anos visitei os campos.

É que, segundo se diz, em Auschwitz nem os pássaros cantam.

6 comentários:

sininho disse...

tenho mesmo de lá ir mas custa-me imaginar-me lá.

Mary disse...

A avaliar pelo que senti quando passei pelo Ground Zero, pouco depois do 9-11, duvido que seja capaz de visitar Auschwitz.

É como dizes: as (muitas) pessoas que perderam a vida nestes lugares continuam, de certa, forma, ali presentes...

K disse...

Dos locais a não deixar de visitar...
A não esquecer... o mundo também não devia...

Vespinha disse...

Ambos são locais muito pesados... Embora no Ground Zero, talvez pelo estaleiro que é neste momento, a sensação não seja tão opressora.

Ezul disse...

Cheguei a este blogue ao procurar textos sobre Zimler e encontrei as palavras que traduzem o que penso a seu respeito: um escritor, uma pessoa com um profundo sentido humano. A forma aberta e límpida como fala da sua relação é, para mim, absolutamente comovente e só contribui para dignificar o ser humano.
Auschwitz - chegou a hora de ir lá, é imperioso que faça essa viagem ainda este ano. Não consigo sequer imaginar, não consigo prever o que irei sentir, sei apenas que tenho de ver...
:)

Vespinha disse...

É uma experiência brutal, mas desde que lá fui olho para o(s) holocausto(s) com outros olhos... e descobri Zimler a partir daí!

PS: Bem-vindo ao blogue!