É uma das melhores séries policiais que tenho visto nos últimos anos. Com casos impressionantes, cenas fortíssimas, finais inesperados, personagens coerentes e extremamente bem interpretadas. Passada numa Londres moderna, falada com um sotaque grave e totalmente british, povoada por viaturas comuns sem glamour nem perseguições estonteantes.17 de abril de 2011
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É uma das melhores séries policiais que tenho visto nos últimos anos. Com casos impressionantes, cenas fortíssimas, finais inesperados, personagens coerentes e extremamente bem interpretadas. Passada numa Londres moderna, falada com um sotaque grave e totalmente british, povoada por viaturas comuns sem glamour nem perseguições estonteantes.15 de abril de 2011
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31 de março de 2011
Aliviada
Depois de 16 anos sem ter falhado uma única eleição, foi com um apertozinho no estômago que esperei pelo anúncio da data das próximas legislativas. Ontem, com medo que fossem a 29 de Maio (quando vou estar em Londres), ainda enviei uma mail para a CNE a perguntar se poderia votar à distância. Que disparate... só:a) Militares, agentes militarizados e civis integrados em operações de manutenção de paz, cooperação técnico-militar ou equiparadas;
b) Médicos, enfermeiros e outros cidadãos integrados em missões humanitárias, como tal reconhecidas pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros;
c) Investigadores e bolseiros em instituições universitárias ou equiparadas, como tal reconhecidas pelo ministério competente;
d) Estudantes inscritos em instituições de ensino ou que as frequentem ao abrigo de programas de intercâmbio;
e) Eleitores doentes em tratamento no estrangeiro, bem como os seus acompanhantes.
Num país onde já se usa quase exclusivamente a Internet para tudo (ao ponto de haver tantos extremismos que todos conhecemos), ainda não inventaram um meio de podermos cumprir o nosso dever cívico sem nos deslocarmos pessoalmente ao local onde estamos recenseados.
Felizmente alguém teve a ideia de marcar as eleições para dia 5 de Junho. E assim ainda não é desta que peco como cidadã.
29 de março de 2011
A aprender





28 de março de 2011
Para variar



22 de março de 2011
Em campanha

Ainda a propósito de bicicletas e de pais e filhas...
19 de março de 2011
A quem me ensinou um dos maiores prazeres da vida
Que sorte tenho por saber andar de bicicleta! E que sorte tenho por ter um pai que me ensinou a andar de bicicleta! E que sorte tenho por ter um pai que tantas vezes nos levou pela serra de Sintra e pelo Guincho em passeios de bicicleta! E que sorte tenho por ter um pai que já me acompanhou em tantos belos dias por cidades do mundo também de bicicleta!18 de março de 2011
Uma de cada, por favor

15 de março de 2011
A minha Babá
12 de março de 2011
Quem estará verdadeiramente «à rasca»?

8 de março de 2011
Na dúvida
2 de março de 2011
Não me chamem, por favor

27 de fevereiro de 2011
Eu mereço ir para o céu...

23 de fevereiro de 2011
Úteis


20 de fevereiro de 2011
Ernestina, de Rentes de Carvalho

Com sacrifício... - The real toy story, por Micgael Wolf



Com talento... - Real fake art, por Michael Wolf




10 de fevereiro de 2011
Com zoom... - Transparent city, por Michael Wolf




7 de fevereiro de 2011
Sem foco... - Architecture of density, por Michael Wolf






6 de fevereiro de 2011
Sem ar... - Tokyo compression, por Michael Wolf




Saber olhar com outros olhos
Descobri recentemente o trabalho deste fotógrafo. Michael Wolf é alemão, cresceu nos Estados Unidos e Canadá mas desenvolveu quase toda a sua carreira na Ásia. Fascinou-me a sua capacidade de ver com outros olhos, de conseguir classificar e arrumar as coisas em gavetas, de retratar cidades no seu melhor e no seu pior e de, simultaneamente não esquecer os seres humanos que nelas vivem. Estas são as minhas séries preferidas, que aqui destacarei nos próximos dias:5 de fevereiro de 2011
Esta é de filme

31 de janeiro de 2011
Três homens num barco, de Jerome K. Jerome
Quem disse que a literatura light é necessária para criar leitores? Depois do último livro que li, acredito que novos leitores podem ser criados de muitas outras formas, até mesmo através de um pequeno livrinho publicado no final do século XIX e que é tudo menos aborrecido e desactualizado. 29 de janeiro de 2011
Para mim, são perfeitos
Hoje ao iníco da tarde fui ao CCB ver a exposição Tinta nos nervos, banda desenhada portuguesa, que apresenta trabalhos de 41 desenhadores. Gostei, alguns surpreenderam-me pela novidade. De seguida fui ao Museu da Cidade de Almada à inauguração de Diários gráficos em Almada. E que diferença! Perdoem-me alguns dos desenhadores representados no CCB (até porque alguns também estão na exposição de Almada), se calhar estou aqui a escrever uma barbaridade, mas na maior parte dos casos o que vi em Almada dá 10 a 0 aos primeiros. São mais de 400 trabalhos de 30 desenhadores, que assim se descrevem a si próprios: «Não somos desenhadores perfeitos.» Pois eu acho que estão lá muito perto.
Maravilhei-me com aqueles cadernos cheios de vida, pequenos no tamanho mas tão grandes naquilo que contêm. Visões do dia-a-dia, de pessoas, de sítios, de momentos, de sentimentos. Sempre com um toque muito pessoal, recorrendo a técnicas que vão da tinta-da-china à colagem, passando pela simples esferográfica ou pelas canetas de feltro.
A qualidade do que vi não foi a maior surpresa, porque já a conhecia bem. Surpresa a sério foi a simpatia com que eu e uma amiga fomos recebidas. Ainda que já houvesse um elo de ligação, o extraordinário Eduardo Salavisa (também mentor em Portugal da divulgação desta forma de arte), surpreendeu-me a humildade daqueles artistas, sempre com um sorriso nos lábios, sempre interessados em quem se interessa pelo trabalho deles. E vale a pena ganhar interesse. Muito.
Vespas na Costa do Castelo, João Catarino.

Azinhaga em Carnide, Pedro Cabral.
27 de janeiro de 2011
Tenho uma pegada demasiado grande

26 de janeiro de 2011
Desliguem para se ligarem
23 de janeiro de 2011
As presidenciais de hoje, para mim
Como eu gostava de ter tido interesse e respeito por esta campanha eleitoral, de ter querido ir a um comício na sexta-feira à noite, de hoje ter sentido algo ao deitar o voto na urna, de sentir crescer a ansiedade ao longo do dia, de ao fim da tarde acompanhar as transmissões de todos os canais, de roer as unhas ao conhecer os primeiros números, de pular de alegria ou ferver de raiva apor ter visto o meu candidato a vencer ou a perder.Ideia boa e barata

