Mas estou mortinha por experimentar!
30 de setembro de 2012
29 de setembro de 2012
Só hoje e amanhã
Uma simples latinha de ração, ainda que seja de marca branca, já pode ser uma ajuda. Custa pouco e vale muito.
E para os fãs de design e de bicicletas...
... que tal estes candelabros feitos de antigas correntes? São fabulosos, criados por Carlina Fontoura Alzaga e podem ser vistos e encomendados aqui.
28 de setembro de 2012
E pagers, quem teve?
Fotografias de cães (lindas)
Esta miúda é... uma miúda. Mas uma miúda com um talento fantástico. Jessica Trinh tem apenas 17 anos e um portefólio já muito respeitável. Quer ser fotógrafa mas eu acho que já o é. Começando pelos seus próprios cães, Chuppy (um golden retriever ruivo de 6 anos que a inspirou para as primeiras fotografias) e Daisy (uma cadela de 1 ano arraçada de pastor australiano), Jessica regista o que vê de um modo único pois, como a própria diz, para ela ser fotógrafa é conseguir ver as gotas da chuva a cair e os raios de Sol a tocar na Terra, é ter uma enorme urgência em registar cada gesto de humor, cada sorriso e cada gargalhada de seres humanos e animais.
O seu portefólio online está dividido em 4 categorias: The Simple, imagens de animais captadas naturalmente sem quaisquer artifícios; The Creative, imagens de animais já com recurso a produção fotográfica e com um bom trabalho de pós-produção; Into the Dark, imagens com fundos escuros ou a preto e branco; e The Action, imagens de animais em ação.
Os seus cães são os seus principais modelos, mas há outros por lá. Apetece ter todos. Ou pelo menos todas as fotografias.
27 de setembro de 2012
Lucky me
Depois de um dia em que tive de fazer vários percursos de Vespa sempre com as nuvens negras à vista e sem cair pinga, chegar a casa e começar a chover bastante sabe bem.
«Woody Allen, queremos ver-te a filmar em Lisboa»
Não há tempo a perder depois de Woody Allen ter declarado ao Cinebox da TVI24: «Basta um convite e avançar com o dinheiro. (...) Acho que para Lisboa teria de ser um filme romântico. Porque em Lisboa ou há romance ou há espiões, (...) mas, uma vez que não conheço boas histórias de espiões, provavelmente seria um filme romântico».
O grupo «Woody Allen, queremos ver-te a filmar em Lisboa» existe há 4 dias no Facebook e já tem mais de 1300 seguidores. É óbvio que não será por isso que o filme se fará, mas que ajuda, ajuda.
As peças Jonathan Adler
Acho que a primeira vez que tomei contacto com as peças da Jonathan Adler foi por causa da célebre jarra das maminhas, vendida na Area há uns 2 ou 3 anos. Apesar de essa peça não fazer de todo o meu género, há centenas de outras que não me importava nada de ter lá em casa. Os dois senões são os preços e o facto de as lojas serem todas nos EUA, com a exceção de uma em Londres.
Estas seriam as minhas primeiras compras. Escolham as vossas aqui.
Estas seriam as minhas primeiras compras. Escolham as vossas aqui.
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| Vaso Okura, $895 |
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| Tigela para cão, $50 |
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| Ampara-livros Owl, $195 |
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| Bases para copos Santorini, $168 |
Nao acho lá muito simpático...
... quando faço um comentário num blogue daqueles que têm aprovação de comentários ativada e depois não o aprovam. Sobretudo quando fiz um comentário educado, só que contra o que a autora do blogue pensa. Não lhe fica nada bem.
Fui à descoberta e encontrei
É evidente para quem me visita que adoro ler, que é uma das coisas de que muito dificilmente prescindiria. Mas tenho um grave gap na minha bagagem literária: a poesia. Para além das leituras obrigatórias que tive de fazer na escola, confesso que nunca me esforcei muito para gostar de poesia. Ou nunca tive ninguém que me mostrasse o que era.
Ontem tive um convite para ir ao lançamento da Poesia reunida de Maria do Rosário Pedreira, poetisa, editora no mesmo grupo editorial que eu e uma pessoa com quem simpatizo imenso apesar de termos trocado pouquíssimas palavras. E autora do blogue literário Horas extraordinárias, que visito quase todos os dias.
Ontem, na Ler Devagar, acho que pela primeira vez na minha vida ouvi atentamente a leitura de poesia. E gostei, muito. Acho que percebi que o meu problema é não saber ler poesia, nunca ter apanhado a cadência e o ritmo. E agora vou tentar aprender. A sério.
Vejam lá se este não é bonito. (Em caso de dúvida, ler em voz alta ou pedir a alguém para o fazer.)
Vamos ser velhos ao sol nos degraus
da casa; abrir a porta empenada de
tantos invernos e ver o frio soçobrar
no carvão das ruas; espreitar a horta
que o vizinho anda a tricotar e o vento
lhe desmancha de pirraça; deixar a
chaleira negra em redor do fogão para
um chá que nunca sabemos quando
será - porque a vida dos velhos é curta,
mas imensa; dizer as mesmas coisa
muitas vezes - por sermos velhos e por
serem verdade. Eu não quero ser velha
sozinha, mesmo ao sol, nem quero que
sejas velho com mais ninguém. Vamos
ser velhos juntos nos degraus da casa -
se a chaleira apitar, sossega, vou lá eu; não
atravesses a rua por uma sombra amiga,
trago-te o chá e um chapéu quando voltar.
A ideia do fim, in Poesia reunida
PS: Mais tarde, depois de já ter escrito este texto, li mais uns quantos poemas e fiz alguns progressos. Um dia destes mostro mais.
26 de setembro de 2012
O mistério do buldogue francês
Alguém me consegue explicar a fixação de toda a gente com o buldogue francês? O cão até tem alguma graça, mas porque é que só se fala dele? E os golden retriever? E os pastores alemães? Os serra da Estrela? Ou, num registo mais pequeno, os fox terrier?
A sério, não compreendo como até os animais entram na moda, como se de objetos se tratassem. Daqui a dois ou três anos surge outro fashion dog e já ninguém se lembra deste.
A sério, não compreendo como até os animais entram na moda, como se de objetos se tratassem. Daqui a dois ou três anos surge outro fashion dog e já ninguém se lembra deste.
Hoje à tarde vou filosofar
Lisboa de portas abertas
As portas vão abrir-se e nós temos de o aproveitar. Nos próximos dias 6 e 7 de outubro, Lisboa junta-se a outras 12 cidades do mundo no projeto Lisboa Open House, criado em Londres há 20 anos para partilhar com a população arquitetura de excelência a que geralmente não temos acesso. Ou que, se temos, não lhe damos o devido valor por não conhecermos o enquadramento.
Nesses dois dias, e totalmente de graça (apenas vão ser necessárias reservas em alguns dos casos), guias bem documentados vão mostrar aos visitantes verdadeiras pérolas da arquitetura lisboeta, num total de 54 edifícios diferentes. Se gostam de igrejas, há lá. Se gostam de teatros, há lá. E também escolas, edifícios de apartamentos, museus, palácios e hotéis. E até a Casa da Moeda, o Aqueduto das Águas Livres, o Supremo Tribunal de Justiça, a Fundação Champalimaud ou a nova sede da RTP.
Eu já reservei o meu lugar numa visita ao Bloco das Águas Livres, um edifício de apartamentos dos anos 50 de Nuno Teotónio Pereira que há muito tempo queria visitar. E aconselho a escolherem depressa o que querem ver, pois algumas visitas têm um número de participantes bastante limitado.
A lista de todos os edifícios está aqui. As reservas podem ser feitas para openhouse@trienaldelisboa.com.
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