Graças à Lisboa Open House, consegui visitá-lo no passado fim de semana, e é de facto uma grande obra, inaugurada em 1970. Se o projeto tivesse ficado completo conforme o plano inicial, teríamos ali hoje uma das mais impressionantes praças de Lisboa. Mas o que ficou feito dá para ter uma ideia.
O projeto é dos arquitetos Januário Godinho e João Andresen, com a construção iniciada em 1968 e dada por concluída em 1970. Na maqueta, o único edifício existente é o da esquerda. Imagina-se a monumentalidade se tudo tivesse sido construído.
No exterior, 14 painéis de Jorge Barradas, Querubim Lapa e Júlio Resende, respetivamente, para quem anda de Sul para Norte.
No átrio sul dos tribunais cíveis, uma escultura enorme de Joaquim Correia.
Os puxadores das portas representando as tábuas da lei com os Dez Mandamentos.
As vistas lá de cima são deslumbrantes. Esta é a vista para Este.
A coerência nos pormenores: a mesma base de relógio, três aplicações diferentes.
Para o fim fica a única fotografia que preferia não ter tido de tirar: vistos pela janela, centenas de processos amontoados nos corredores, cortesia do trabalho do Ministério da Justiça atual.
Nota: Fotografias todas minhas exceto a da maqueta, que «roubei» ao Restos de coleção.
O projeto é dos arquitetos Januário Godinho e João Andresen, com a construção iniciada em 1968 e dada por concluída em 1970. Na maqueta, o único edifício existente é o da esquerda. Imagina-se a monumentalidade se tudo tivesse sido construído.
No átrio sul dos tribunais cíveis, uma escultura enorme de Joaquim Correia.
Os puxadores das portas representando as tábuas da lei com os Dez Mandamentos.
Nas salas de audiências, público e magistrados entram por portas diferentes. Lá dentro, a maior ou menor riqueza da decoração das salas identificaria a importância do processo julgado: tapeçarias e frescos nas dos mais importantes, esculturas e baixos-relevos nas dos de menor importância.
A coerência nos pormenores: a mesma base de relógio, três aplicações diferentes.
Para o fim fica a única fotografia que preferia não ter tido de tirar: vistos pela janela, centenas de processos amontoados nos corredores, cortesia do trabalho do Ministério da Justiça atual.
Nota: Fotografias todas minhas exceto a da maqueta, que «roubei» ao Restos de coleção.
4 comentários:
Eu também fui à Lisboa Open House mas optei pelo Bairro da Mouraria, que não conhecia.
[não duvido da qualidade e grandiosidade da obra, mas o Palácio da Justiça traz-me más recordações...]
É de facto grandioso sim. Passo aqui muitas vezes.
Pena ter ficado inacabado?
Ontem também outra pessoa me disse ter más recordações daquele lugar... Para mim, até hoje, é apenas mais uma obra de arte lisboeta.
Fantástica a tua reportagem! Tive pena de não poder participar na iniciativa porque trabalhei o fim de semana todo!
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