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22 de maio de 2019

Europeias: uma ajuda para decidir


O dia 26 está a aproximar-se e, se ainda não decidiram em que partido vão votar, o Euandi2019 pode dar-vos uma ajuda... ou surpreender-vos!

Desenvolvida pelo Instituto Universitário Europeu e pela Universidade de Lucerna, esta ferramenta pretende, através de 22 perguntas sobre assuntos como as despesas do Estado, os impostos, a imigração, os refugiados, o casamento entre pessoas do mesmo sexo, as drogas, a eutanásia, o ambiente, o crime, a política externa ou a integração europeia..., ajudar-nos a tomar uma decisão.

Experimentem! Os meus resultados aproximam-se bastante daquilo que pretendo escolher, com uma ligeira variação.

7 de janeiro de 2017

O fim de uma era


Não consigo deixar de ver a morte de Mário Soares como o fim de uma era. Desapareceu um dos grandes combatentes pela nossa liberdade, um homem que acreditava piamente nas suas causas e que por nada desistia delas, uma pessoa que nunca tinha medo de dizer o que pensava ou mostrar o que sentia.

Ficam aqui algumas das minhas fotografias preferidas de momentos marcantes da sua vida e da vida do país.

O regresso do exílio em 1974.


No comício na Fonte Luminosa em 1975 (eu estava lá, com um anito e pouco).


A assinatura da adesão à CEE em 1985.


A campanha e a vitória nas presidenciais de 1986.




A coragem de defender publicamente o amigo Sócrates em 2014.

9 de novembro de 2016

Pray for the world


Palavras de Barack Obama que subscrevo. Trump representa tudo o que de mau poderá haver: xenofobia, misoginia, divisionismo... uma bomba-relógio que ameaça afetar todo o mundo. Como é que, com a história mundial que conhecemos, continuamos a cometer os mesmos erros e, pior, a surpreendermo-nos a nós próprios cada vez mais pela negativa?

Pray for the world.

25 de maio de 2016

Tenha juízo


Pode ser a líder de um dos partidos da posição, e nem é do maior, mas as declarações que fez hoje, depois do que o presidente da República disse ontem acerca da necessidade de estabilidade no país, só demonstram muito capricho e uma grande dose de irresponsabilidade. Como se Cristas não fosse uma das responsáveis pela tentativa de destruição do Estado social. Não lhe digo para pôr a mão na consciência, porque não deve ter muita, mas pelo menos para estudar algumas das medidas que ajudou a tomar nos últimos cinco anos.

"Naquilo que depende do CDS, [este governo] terá sempre um prazo de validade curto. Quando entendo que há um Governo que está a fazer mal ao país, o meu desejo, a bem do país, é que ele não dure muito."

19 de fevereiro de 2016

25 de janeiro de 2016

Cavaco Silva colocou a cereja no topo do bolo

Por isso, para terminar o seu mandato em beleza, acaba de vetar o diploma que previa a adoção de crianças por casais do mesmo sexo. Diploma esse aprovado na Assembleia da República por maioria de votos do PS, BE, PCE, PEV e pela deputada do PSD Paula Teixeira da Cruz. Que, sublinhe-se, foi alvo de um processo disciplinar por parte do seu partido por não ter respeitado a disciplina de voto.

Falta pouco mais de um mês para esta múmia retrógrada sair de vez das nossas vidas, não sem antes deixar mais uma mossa, e das grandes. Cavaco não sabe o que é uma criança a viver numa instituição. Não sabe o que é uma criança a viver com pais alcoólicos ou toxicodependentes. Não sabe o que é uma criança a viver vítima de violência ou de pedofilia intrafamiliar. Porque se soubesse não as deixaria viver assim, e equacionaria se não seria melhor viverem em paz no seio de uma família homossexual, com dois pais ou duas mães que as amariam incondicionalmente.

Estou enojada com mais este gesto, estou enojada com os comentários que li, e estou enojada com o modo como se processam as adoções em Portugal. Porque sei que, mesmo que a lei passe (imprescindível num país de liberdade, igualdade e democracia), os casais homossexuais ficarão para trás na adoção, tal como ficam os candidatos singulares, em detrimento de famílias «normais» que muitas vezes acabam por devolver as crianças. Mas isto ficará para outro tópico.

Para já, fica o protesto. E a expectativa de, se um dia o diploma voltar ao presidente da República, aquele que o será, Marcelo Rebelo de Sousa, não o vete tal como declarou durante esta campanha. Será uma das suas primeiras provas de fogo.

Vencedores e vencidos

Conhecidos os resultados das Presidenciais de ontem, e apesar de ter pena (muita) de não ver o meu candidato passar à segunda volta, concluo o seguinte:

Vencedores
- Marcelo Rebelo de Sousa. É incontestável, uma maioria absoluta revela que é o preferido dos portugueses. Resta-nos esperar que venha a ser de facto o que prometeu: um presidente de consensos. E que não caia no erro de continuar a ser o que tem sido durante a sua vida política: um intriguista nos bastidores. Vamos ter esperança.
- Sampaio da Nóvoa. É certo que não «chegou lá», mas um resultado na ordem dos 22 por cento por parte de alguém que há um ano era um perfeito desconhecido pela grande maioria dos portugueses não deixa de ser inédito. Deu-me esperança, e isso foi bom. Fui dormir tranquila depois de ouvir o seu discurso de fecho. Um senhor.
- Marisa Matias. Pouco conhecida, conseguiu com uma campanha muito afirmativa continuar a levar o Bloco de Esquerda para um lugar muito apetecível no espectro político português, ficando em terceiro lugar com mais de 10 por cento. O partido promete, e o Partido Comunista que se ponha a pau.
- Vitorino Silva, aka Tino de Rans. As sondagens davam-lhe um resultado muito baixo, e de facto os números provam-no, mas ficar em sexto lugar de dez com com cerca de 3 por cento de votos é um feito.

Vencidos
- Maria de Belém. Quanto a mim, é a grande derrotada da noite, fruto da forma como se candidatou e da má campanha que fez. Ainda por cima não tem bom perder. Uma ex-presidente do Partido Socialista e ex-ministra da Saúde ficar em quarto lugar, com apenas 4 por cento de votos, é uma vergonha e uma humilhação. Pessoal, a meu ver.
- Edgar Silva. Aqui, não posso dizer que a derrota tenha sido dele, mas antes do Partido Comunista, que o empurrou para a frente para ter um candidato à força. Era pouco conhecido, pouco aguerrido, ficou-se com pouco.

E depois há os restantes quatro (Paulo de Morais, Henrique Neto, Cândido Ferreira e Jorge Sequeira), que não classifico porque os seus resultados não me surpreenderam.

E agora os dados estão finalmente lançados, com governo e presidente fixados. Resta-nos esperar que os próximos anos sejam mais calmos do que os passados.

15 de janeiro de 2016

Sampaio da Nóvoa em abril de 2015

Hoje, 9 meses depois, acredito ainda mais neste candidato, pelo seu percurso de vida e pelo seu percurso a partir do momento em que fez estas declarações.


Sei que muita gente que segue este blogue não acredita neste candidato, e compreendo isso porque cada um tem uma perceção diferente do mundo. Eu tenha esta, e por isso bato-me por ela até ao dia da decisão de todos.

13 de janeiro de 2016

Capaz

Acho que estes três senhores não estão enganados.




Eu não tenho dúvidas.

5 de janeiro de 2016

... e porque não apoio os outros

Vou referir-me apenas a alguns, aos que conheço melhor e que já ouvi falar e expor as suas «ideias».

Começo por Marcelo Rebelo de Sousa, é inevitável. Durante anos, falou, deu opiniões, fez previsões. Hoje, não lhe ouço uma ideia. É social-democrata apesar de não lhe ser conveniente encostar-se a tal, pisca o olho ao centro-esquerda mas não se compromete com nada. Marcelo preparou a sua candidatura durante meses, defendendo sempre que os candidatos só deveriam surgir após as legislativas, ganhando terreno enquanto os restantes se iam retraindo. Marcelo foi, durante anos, um entertainer. E não é disso que o país precisa.

Passo a Maria de Belém. Considero a sua candidatura deplorável. Fê-lo à revelia do seu partido, que foi onde cresceu e onde se lançou. Não lhe reconheço história, apesar de ter sido ministra mais do que uma vez e de passar mais de metade do tempo a falar de si própria. As propostas também não são muitas, e a sua atitude classista e elitista irrita-me bastante. No fundo, não a acho capaz.


Quanto a Marisa Matias, tenho dificuldade em perceber o que ali está a fazer. Pelo que sei, no Parlamento Europeu tem feito um bom trabalho, mas quando confrontada com as competências de um presidente da República comporta-se como se de umas legislativas se tratassem. Diz que não promulgaria um orçamento retificativo como o que acaba de ser aprovado, mas não é capaz de dizer o que faria. Limita-se a dizer que não, sem explicar quais as condições para dizer um sim.

Acabo com Henrique Neto, que confesso só ter conhecido melhor agora. Neto surpreendeu-me nos debates a que assisti, quando me apercebi de que não passa de uma pessoa mesquinha, cuja campanha se vai centrar no ataque sem defender uma única ideia. Neto é muito cheio de si próprio, precisamente o oposto do que um presidente deve ser. 

Porque apoio Sampaio da Nóvoa...


Admiro este candidato ainda antes de ele o ser. Mais propriamente, desde 2013, quando ou ouvi a discursar e pensei: uma pessoa assim é que devia representar o país. Tenho seguido de perto a sua campanha, sempre com uma mensagem de esperança, de aposta nas pessoas, na educação como base de tudo.

Nóvoa tem a qualidade básica que acho que qualquer presidente (ou melhor, qualquer pessoa) deve ter: é um humanista. Em muitas ocasiões, vejo-o acusado de não ter experiência «política». Mas o que é isso de experiência política? Fazer joguinhos de bastidores? Passar de uma jota para uma carreira política sem outra experiência de vida? O percurso de Nóvoa é um espelho do que a política verdadeira deve ser: saber conciliar vontades, pôr o cidadão acima de todas as coisas. 

É num presidente-cidadão que acredito. Num que é um de nós. Acredito em Sampaio da Nóvoa. 

17 de dezembro de 2015

«Não ceder à preguiça - votar Sampaio da Nóvoa», por Isabel Moreira

Isabel Moreira desperta em mim mixed feelings. Ora concordo com o que diz, ora a acho extremista e às vezes me parece até um pouco pateta. Mas este texto reflete bem aquilo que penso. Publicado no Expresso, a 28.11.15.


«(...) Estamos num tempo novo e desafiante.

O paradigma político-social mudou para sempre com a morte das convergências que de tão tradicionais se pensaram donas da democracia e Cavaco, terminando o seu mandato formalmente, dá-nos a oportunidade de devolver um Presidente da República à República.

Esta última oportunidade não pode ser desperdiçada. Não pode ser decidida pela empatia televisiva de quem faz campanha há um ano em exclusivo na TVI, porque a desigualdade dessa arma deve pesar mais do que a habituação ao rosto.

Não pode ser decidida apenas porque Marcelo - que aprecio pessoalmente – é popular, abandonamo-nos à preguiça de constatar que o candidato em causa não tem um plano da sua conceção dos poderes presidenciais, não é claro e direto nas respostas, num estilo de rede simpática apanha-tudo, é incerto, é imprevisível, a sua história política prova que não sabemos mesmo com quem contar numa segunda-feira e com quem contar numa sexta-feira, embora estejamos sempre a falar mesma pessoa.
De resto, é isso que faz de Marcelo um homem divertido, mas não um candidato.

Sendo mulher, e feminista, tenho por importante a representação feminina nos cargos políticos. Nunca houve uma Presidente da República. É um facto. Mas nunca me bastaria a constatação de ver uma militante do meu Partido – no caso, Maria de Belém – para desatar a correr para o voto em nome das mulheres ao poder. Porque não é esta a mulher que eu quero a fazer história.

Direi mesmo que até por ser mulher, a minha adesão à candidatura de Sampaio da Nóvoa é reforçada perante Maria de Belém. Basta recordar-me, sobretudo na semana em que se discutiu, quase dez anos depois, o absurdo de mulheres que não tenham a tutela de um homem serem excluídas do acesso à procriação medicamente assistida (sexismo e homofobia num pacote), que Maria de Belém tutelou esse processo. Sim, em 2006, Maria de Belém tutelou o processo que informou mulheres solteiras, viúvas, lésbicas, casais de lésbicas disto: o vosso útero pertence a um homem.

É verdade que com a disciplina de voto votou favoravelmente o casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas ficou clara a sua discordância na declaração de voto que apresentou. Pertencia ao grupo que defendia um outro caminho.

Estes dois exemplos não relevam apenas das matérias em causa. Relevam para nos apercebermos que Maria de Belém, sendo mulher, não comporta em si o desígnio mais forte que essa condição na Presidência mereceria: um conceito amplo, sem pó, sem adversativas da igualdade.

É por isto, por também não encontrar em Maria de Belém uma vontade fundacional de ser candidata, nem um guia do que entende ser o exercício dos poderes presidenciais que, por mim, Belém não irá para Belém.

Sampaio da Nóvoa não esperou. Nada tem contra os Partidos, antes pelo contrário, mas dispenso a retórica que lhe vejo ser atirada vinda de um bafiento conceito de monopólio dos Partidos ou da pertença a um Partido, como fator de superioridade para se atuar politicamente.

Sampaio da Nóvoa tem uma visão cosmopolita do mundo, tem como positivas as diferenças de identidade, de modelos de família, de modelos de parentalidade, rejeita a abominável tarefa estatual que desgraçou o século passado, essa de padronizar comportamentos.

Finalmente, Sampaio da Nóvoa apresentou uma Carta de Princípios que corresponde à mais correta interpretação que já li do que deve ser o exercício dos poderes presidenciais. (...)

É ouvir, é ler, é estar atento, é ter memória, é não ceder à preguiça e fazer de Sampaio da Nóvoa o grande candidato da esquerda.»

14 de dezembro de 2015

Está a esquecer-se de algo muito importante...

... que se trata de ainda faltar o voto dos portugueses. Bem sei que as suas hipóteses são muito grandes, mas nada pode ser dado ainda como certo. (Notícia do Observador com base em entrevista dada ao Expresso.)


30 de novembro de 2015

«A ameaça presidencial», por Nicolau Santos

A análise de Nicolau Santos acerca da tomada de posse do novo governo. Diz tudo o que penso e ainda aquilo que não me tinha passado pela cabeça.

«António Costa disse que era tempo de sarar as feridas. Mas Cavaco Silva não quer. Insiste em deitar-lhes sal. O Presidente da República termina o seu segundo mandato de forma penosa.
Dez anos como primeiro-ministro e outros dez como o inquilino de Belém deveriam garantir a Cavaco Silva um lugar destacado na História de Portugal. Mas se são as últimas impressões que ficam, então o economista que um dia arrebatou a liderança do PSD e a seguir deitou abaixo o governo de coligação que o seu partido integrava porque queria chegar ao poder, vai deixar uma péssima imagem – de político vencido mas não convencido, rancoroso, ressabiado, vingativo, ameaçador, parcial, sem grandeza, obcecado pelo julgamento que dele fará a História.

A azia é tanta que lhe tolda inclusive as suas indiscutíveis capacidades de economista. E isso deveria levá-lo a constatar que, em primeiro lugar, o XXI Governo Constitucional vai ter em 2016, com grande probabilidade, uma conjuntura externa favorável: manutenção de juros a um nível muito baixo, euro desvalorizado em relação ao dólar, preço de petróleo a pouco mais de 60 dólares, assinalável crescimento da economia espanhola, para onde vão um quarto das exportações nacionais.

Junte-se a isto aquilo que Cavaco, apesar das suas enormes dúvidas, deveria reconhecer: o que o PS se propõe é continuar a cumprir a consolidação orçamental, embora a um ritmo mais lento que o da coligação. Isso dará margem ao Governo para repor salários e pensões, enquanto a aceleração do crescimento económico vai não só melhorar as receitas fiscais como o peso da dívida pública em percentagem do PIB. Além do mais, o que se dá com uma mão será compensado por medidas que estavam previstas no programa do PS mas que já não serão aplicadas. Finalmente, o Presidente sabe seguramente que há um novo ar que se respira na Europa e que vai no sentido de uma interpretação mais flexível do Tratado Orçamental, com a possibilidade de algumas despesas deixarem de contar para o défice.

Há riscos? Claro que há. Estar vivo é um risco que só pode acabar mal. Mas esperar que aconteça um cataclismo nos próximos dois meses, tempo que o Presidente ainda terá no cargo, que lhe possibilite encontrar razões para demitir o primeiro-ministro e deixar o país com um governo de funções, só é possível a quem tem o pensamento completamente obnubilado pelo ódio e pela raiva à solução governativa que deu origem ao XXI Governo Constitucional – e que seguramente não foi uma surpresa para Cavaco Silva, ele que disse várias vezes que tinha previsto todos os cenários. 

A partir do final de janeiro, Cavaco deixa Belém e encerra a sua longuíssima carreira política, ele que sempre tentou demonstrar que não era um político como os outros. Pois bem: vai-se embora, já vai demasiado tarde e não vai deixar saudades. Adeus.»

E que dia 24 de janeiro chegue depressa.

26 de novembro de 2015

Mesmo publicado no Correio da Manhã, é inacreditável

Pronto, agora já não consigo não chamar «pasquim» a este «jornal». Deixou de haver filtros, deixou de haver bom senso, há gente com a mente muito deturpada à solta.

14 de novembro de 2015

Hoje o jantar é com este senhor


Para demonstrar a Sampaio da Nóvoa que, independentemente do resultado das presidenciais em janeiro próximo, acreditamos nele, nos seus ideais e que o consideramos a pessoa certa para o cargo que melhor deve representar os portugueses.

2 de novembro de 2015

Do medo do comunismo

Em pleno século XXI, e em Portugal, confesso que não consigo perceber o medo visceral que tanta gente ainda tem dos comunistas.

Como diz o meu pai, antigamente dizia-se que os comunistas comiam criancinhas ao pequeno-almoço, mas o que esta gente faz é comer o pequeno-almoço às criancinhas (e, já agora, aos velhinhos também).

16 de outubro de 2015

As coincidências que não existem


Uma sentença de prisão preventiva que durou quase um ano, informações duvidosas a sair para a opinião pública em momentos-chave da vida política do país, o alívio da medida para prisão domiciliária pouco antes das eleições legislativas e agora a libertação com termo de identidade e residência numa altura em que se decide o governo de Portugal.

Ninguém me convence de que o caso Sócrates não é também um caso político.

12 de outubro de 2015

E agora, Portugal? - Hoje às 18h no Pavilhão do Conhecimento


Uma mesa-redonda que promete ser interessante, com Eduardo Lourenço, Jorge Miranda, Manuel Carvalho da Silva, Pedro Pezarat Correia e Sampaio da Nóvoa. Às 18h no Auditório do Pavilhão do Conhecimento, Parque das Nações.