30 de abril de 2009

I'm out

Durante 3 dias, em destino incerto, com muitos amigos e alguma criançada.

28 de abril de 2009

'bora lá aprender com eles?

Nunca tinha encomendado na Amazon mas a semana passada, quando na Fnac previram 2 meses para a entrega de uma encomenda, rendi-me às evidências. Por €46 comprei 2 DVD e um mapa que cá, numa loja, me custariam €62. Com entrega ao domicílio incluída. Fiz a encomenda no dia 21, foi expedida de Inglaterra no dia 22, e no dia 24 era entregue no meu local de trabalho em Lisboa, impecável e sem ter de me chatear com filas de espera, estacionamento, parques pagos e empregados maldispostos. Já andei por lá a espreitar e a oferta vai muito para além de livros e filmes. Os Fly London, Crocs e Havaianas também lá estão, e muitas vezes bem mais baratos do que as barbaridades que pedem por cá.

20 de abril de 2009

Este homem é o meu herói

1. É globalmente lindo.
2. Tem um sorriso lindo.
3. Tem uma voz linda - a falar e a cantar.
4. É extremamente simpático.
5. É versátil - os seus papéis em filmes como Trainspotting e Moulin Rouge dizem tudo.
6. É embaixador da Unicef.
7. Gosta de andar de mota.
8. É aventureiro.

Descobri agora (se calhar, tarde demais...) a viagem que Ewan McGregor fez com o amigo Charley Boorman de John O'Groats, na Escócia, até à Cidade do Cabo, na África do Sul. 24 000 km feitos de mota, atravessando a Grã-Bretanha, França, Itália, Líbia, Egipto, Sudão, Etiópia, Quénia, Uganda, Tanzânia, Zâmbia, Bostwana e Namíbia. Encontraram-se com crianças-soldados, com famílias de gorilas, com o presidente do Ruanda, com crocodilos, com diversos projectos da Unicef... Pelo que sei, a jornada Long Way Down passou no National Geographic Channel há uns meses. Quem me disser quando e onde posso ver todos os episódios ganha um prémio.

Aqui, alguns vídeos sobre a jornada. E aqui, o site oficial.

17 de abril de 2009

«Ter opinião própria dá muito trabalho»

Não sou eu quem o diz, apesar de concordar plenamente. Quem o disse foi o meu «primo da Beira», que entrou na minha família pela mão e coração da minha prima e que para todos nós é mais primo do que tantos outros primos «verdadeiros».

Ontem, lançou o seu primeiro livro, uma compilação das crónicas que tem publicado semanalmente no JN, tantas vezes sobre a cidade onde nasceu, onde vive e a quem se dedica. Neste «O Homem que Abria o Piano», escreveu dedicatórias personalizadas que fizeram chorar muita gente. O Paulo, que só tem 28 anos, tem a sabedoria e o humanismo de um homem feito e acredito que terá uma grande carreira pela frente, um papel muito importante na vida do país e, acima de tudo, um lugar essencial na vida da nossa família.

Querido «primo da Beira», não te dou mais uma vez as boas-vindas à nossa família porque já fazes parte dela.

14 de abril de 2009

Who watches the watchmen

I did. E gostei bastante. Apesar das muitas críticas que diziam que era impossível filmar a obra, achei o filme extremamente fiel à graphic novel de Alan Moore e Dave Gibbons. Gostei do Rorschach e do Nite Owl tanto como no livro, do Comedian e do Dr. Manhattan mais do que no livro, de Ozymandias e da Silk Spectre menos do que no livro. Excelente filme, excelente banda sonora, com um genérico inicial muito interessante que mostra uma versão alternativa da história dos EUA com os vigilantes pelo meio. A aguardar impacientemente pela saída em DVD para rever e deliciar-me com todos os pormenores.



Ironia

Para Mao, que defendia que «a arte pela arte não existe», o destino foi bastante irónico, transformando-o a ele próprio num objecto de arte...

Mao, por Zhang Hongtu.

Mao, por Andy Warhol.

Mao, anúncio a rádio russa.

Mao desfocado, por Huang Yan.

Mao, em The Simpsons.

10 de abril de 2009

Cancer Vixen, de Marisa Acocella MArchetto


Marisa Acocella Marchetto é ilustradora freelancer, colaboradora da New Yorker e da Glamour. Nova-iorquina tipicamente Sex and the City, doida por sapatos, frequentadora de múltiplos eventos sociais, solteira aos 43 anos mas prestes a casar com um cozinheiro italiano da moda. Três semanas antes do casamento, em 2004, foi-lhe diagnosticado um cancro da mama. Marisa, como tantos norte-americanos, tinha o seguro de saúde caducado mas teve sorte por ter um namorado com dinheiro que entretanto conseguiu adicioná-la ao seu seguro - sabe agora que 49% das diagnosticadas com cancro da mama e sem seguro de saúde correm um muito maior risco de morrerem da doença. E a história continuou...

Ultrapassado o cancro, Marisa decidiu«aproveitar-se» dele e explorá-lo, escrevendo e ilustrando uma novela gráfica que vale a pena ler. Porque não é uma história lamechas, mas também não é uma história de uma supermulher. É antes a história de uma mulher que, com altos e baixos, bons amigos e alguma sorte, conseguiu vencer a doença. Parte dos lucros de Cancer Vixen vão para um fundo de ajuda às mulheres vítimas de cancro da mama, em colaboração com a campanha da Estée Lauder «Mundo cor-de-rosa».

Aqui, algumas páginas do livro: http://www.mediabooks.com/pesquisa/result_pesqB.jsp

E aqui, um vídeo promocional: http://www.randomhouse.com/knopf/cancervixen/

Para quem queira saber mesmo tudo, o site da autora: http://marisamarchetto.com/

9 de abril de 2009

Cinema mudo

Desta vez, Scarlett Johansson a fazer caretas num filme pequenino. Adorável.

4 de abril de 2009

E dos Kalkitos, quem se lembra?

Isto sim, acho imperdoável ter deixado de existir, porque nunca inventaram nada que fosse uma verdadeira evolução deste material. Cada edição trazia um cenário panorâmico e uma folha tipo acetato com uma série de figuras decalcáveis que, com a pressão de um lápis, ficavam coladas no fundo, no sítio onde nos apetecesse. Ainda hoje acho que era uma distracção verdadeiramente pedagógica: além de se poder aprender sobre uma série de temas (animais da quinta ou da savana, cenários de várias épocas, diferentes povos...), era um desafio à nossa noção de proporcionalidade e perspectiva, pois quantas vezes não colávamos as figuras maiores nos locais mais afastados.

Como tenho saudades do cheiro de uma edição de Kalkitos acabadinha de abrir...

Dois dos que passaram pelas minhas mãos, entre tantos outros:

3 de abril de 2009

20 000

E só mais um mini-tópico por hoje para agradecer às minhas 20 000 visitas.

Alguém brincou com estrumpfes?

Eu brinquei.

Uns gnomos azuis com barretes brancos, feitos de PVC, que existiam às dezenas, cada um com o seu objecto ou atitude. Tinha bastantes, que não sei onde foram parar, incluindo uma casa-cogumelo com o telhado vermelho. O meu preferido tinha uma flor na mão e um olhar romântico.

Parece que vão voltar a estar na moda, e espero que sim, preferia ver os meus sobrinhos a brincar com estrumpfes do que com gormitis...

2 de abril de 2009

Campanha Meet the World

Vi pela primeira vez esta campanha num manual, escolar. E agora deparei com ela novamente na Internet. Com base em dados reais retirados de sites da Amnistia Internacional e da ONU, o brasileiro Icaro Doria deu um novo significado às cores de 8 bandeiras. Significados que focam temas como a pobreza (Brasil), o tráfico de droga (Colômbia), o HIV e a malária (Angola), o consumo de petróleo (UE), a guerra no Iraque (EUA), o trabalho infantil (China), a mortalidade infantil (Burkina-Faso) e a mutilação genital feminina (Somália).

Uma campanha cheia de coincidências que vale a pena divulgar:


1 de abril de 2009

Blog risks

Ter um blog é tornar um bocadinho público quem somos, a nossa vida, os nossos gostos e desgostos. Perante as pessoas de que gostamos, as de que não gostamos, as que conhecemos e as que não conhecemos. Mas por vezes esquecemo-nos do público potencial que temos, que pode vir de todo o qualquer lugar. Por vezes, escrevo sem me lembrar disso. E depois, arrependo-me. Mas também, se quero mais privacidade, teria de ter um blog por convite. O que também não quero. Assim, visite-me quem quiser, que eu respondo a quem me apetecer.