9 de dezembro de 2016

Gene Brown e as cores

Estou apaixonada por estas paisagens estilizadas. São de Gene Brown, um designer norte-americano que se especializou nestas pinturas com tinta acrílica. Gosto muito.






6 de dezembro de 2016

Ser mãe de gémeas é... #11

... achar que sei distingui-las perfeitamente até um dia dar o leite a uma pensando que estava a dá-lo a outra (a culpa não é minha, é de nesse dia estarem vestidas igual!).

5 de dezembro de 2016

Behind closed doors, de B. A. Paris

Gostei da sinopse, sobre um casamento que em nada parece o que é. Jack e Grace parecem feitos um para o outro... perante os outros. Na privacidade, ela está prisioneira dele a todos os níveis, física e psicologicamente. Não porque ele tenha uma obsessão por ela, como em casos parecidos, mas porque ela tem uma irmã com síndrome de Down. Mais não posso revelar.

Não é de todo um We need to talk about Kevin, um Gone girl ou um A rapariga no comboio, que são completamente twisted. Mas é um bom thriller, prende muito e tem um final relativamente inesperado. Não dou por perdidas estas horas de entretenimento.

2 de dezembro de 2016

Primeiro Natal com as bebés

Eu já gostava do Natal, mas este ano foi com outro gosto que fiz a árvore de Natal e decorei a casa, sob o olhar daqueles quatro olhinhos a brilhar.







30 de novembro de 2016

Toda a luz que não podemos ver, de Anthony Doerr


Este livro é uma preciosidade. Passado durante a II Guerra Mundial, desde o seu início até ao desembarque na Normandia, no Dia D, narra em simultâneo a história de Marie-Laure e de Werner, dois jovens que vivem em locais diferentes e com vidas muito distintas.Marie-Laure vivia com o pai em Paris e cegou aos seis anos, aprendendo a deambular pelo seu bairro graças a uma meticulosa maqueta da zona onde vivia feita pelo pai. Este é responsável por todas as chaves do Museu de História Natural e, aquando da invasão, veem-se obrigados a deixar a cidade, levando consigo um tesouro do museu. Partem para a maravilhosa cidade costeira de Saint-Malo, onde o crescimento de Marie-Laure se desenrola.Werner é um jovem alemão, órfão e vivendo com a irmã numa casa para crianças numa zona mineira. Graças à sua aptidão para trabalhar com aparelhos de rádio, Werner consegue escapar ao destino de mineiro que lhe levou o pai, ingressando numa escola militar para a juventude nazi. Com o tempo, a sua aptidão leva-o a percorrer os territórios tomados, na tentativa de identificar emissões radiofónicas inimigas. E chega a Saint-Malo. Vencedor do Prémio Pulitzer de 2015, é uma história de amizades no meio da guerra, que nos faz pensar que nem todos eram totalmente bons ou totalmente maus.Infelizmente li o livro em inglês, o que, devido a uma linguagem muito rica, me fez perder algumas coisas. Neste caso recomendo a tradução.

29 de novembro de 2016

Ser mãe de gémeas é... #10

... cortar uma média de 200 mini-unhas por mês (unhas das mãos cortadas de três em três dias, podendo ser de dois em dois). As dos pés, felizmente, crescem bem mais devagar.

28 de novembro de 2016

Second life toys


Este é um projeto que, com base em brinquedos, alerta para a importância do transplante em crianças e por crianças, sobretudo no Japão, onde as mentalidades estão ainda muito fechadas.

Funciona assim: há quem envie um brinquedo para arranjar. E há quem envie um brinquedo para ser dador. O resultado são brinquedos transplantados que crianças e adultos olharão com outros olhos.







25 de novembro de 2016