13 de março de 2015

Não custa (quase) nada

Durante anos tive pavor de dar sangue, porque a única vez em que tinha dado foi um filme, com desmaio no final, um aparato à minha volta, sumos e mais sumos cheios de açúcar para me espevitar.

Mas a verdade é que desde que tomei a decisão de começar a dar a sério, cada vez me custa menos. Ontem foi a quarta vez, com intervalos de quatro meses, e a sensação com que de lá saio é sempre esta:

4 comentários:

Ana Chagas disse...


Olá :)

Admiro muito quem o faz. Pessoalmente não sou capaz. Ainda, pelo menos. Eu e agulhas, sangue, procedimentos médicos e afins é um caso sério de fobia. Adio ad aeternum as idas ao médico, e se tenho, por exemplo, análises agendadas, imagina para daqui a dois dias, ando dois dias com dores no braço, e quando chego lá, só de esperar a minha vez, fico branca que nem cal e quase me dá uma coisinha.

Vespinha disse...

Ana, eu era tal e qual... Até que um dia, ao passar por uma unidade móvel do Inst. Port. do Sangue, decidi arriscar. Cada vez me custa menos. :)

PS: Mas olha que para fazer análises continuo a fazê-lo deitada e sem olhar para o processo...

CAP CRÉUS disse...

Dou pelo menos 1 vez por ano! Isso é certo.

Vespinha disse...

Já é muito bom!