9 de dezembro de 2015

Os D. Sebastiões desta terra


Estes não aparecem para salvar a pátria, mas antes para gerar a confusão. São muito mais do que deviam, conduzem sempre um veículo e andam nos dias de nevoeiro sem se dignarem a acender as luzes. Não sei o que lhes passa pela cabeça, mas deve ser algo do género: Se eu vejo os outros, para quê gastar bateria? (Como se a bateria se gastasse por andar com os faróis ligados...) Como, mas como, é que estas mentes desiluminadas não percebem o perigo que representam?

2 comentários:

Ana Chagas disse...



O maior perigo de se andar na estrada será sempre a falta de bom senso e responsabilidade de muitos condutores.
São tantas as faltas que qualquer um de nós pode assistir, em qualquer estrada!

Aqui bem perto de casa, há uma rua que dá acesso a uma das principais artérias. Há algum tempo colocaram um sinal em que, a partir daquele momento, só seria permitido virar à direita. A quantidade de pessoas que transgridem com a perfeita noção de que o fazem, só por preguiça de andar mais uns metros e contornar uma rotunda é de doidos!
A consequência desta chico-espertice foi o atropelamento de um casal, em que o senhor acabou por falecer. Tudo porque alguém decidiu ignorar um sinal, ir em contra mão, e ultrapassar um veículo que estava parado porque na passadeira estava o tal casal.
Seria de pensar que depois de uma tragédia assim, todos os outros condutores pusessem a mão na consciência, mas ainda vejo muitos a infringir.

Vespinha disse...

A falta de civismo na estrada é enorme, cada vez maior. Na avenida de duas faixas onde desemboca a minha rua também é preciso ir até ao final, a uma rotunda, para voltar para trás. Mas como há uma abertura a meio, são centenas os que todos os dias ali fazem inversão de marcha. E, muitas vezes, estando na faixa da direita e atravessando à toa a da esquerda para passarem para o outro lado. Não sei como ainda não houve ali um acidente dos grandes...