23 de agosto de 2016

Já paravam, não? Na verdade, nunca deveriam ter começado

Vegetação queimada, animais incinerados, casas ardidas. Vidas destruídas. São poucas as palavras que encontro para descrever o que sinto quanto a esta calamidade dos incêndios em Portugal. Posto ou não posto, é vida que desaparece, para sempre.

5 comentários:

Pink Poison disse...

Sem falar no medo aterrador que é. Eu já o senti no Algarve bem perto do monte, estava completamente sozinha, foi horrível...

CAP CRÉUS disse...

E continuo a perguntar todos os anos, onde anda o exército, os presos, os desempregados que recebem subsidio. Onde andam o ano inteiro?
E os donos dos terrenos? Pesadas multas para esses tipos!

E as ovelhas e cabras? Isto é uma prática corrente em países civilizados.

Carmem Grinheiro disse...

Uma desgraceira sem tamanho.
Mais um ano de inferno e perdas.

bj amg

Ana Chagas disse...


Embora seja uma situação que se repete todos os anos, não me consigo habituar nem ficar menos chocada e comovida com as perdas. Sem falar nos perigos, nas desgraças humanas, só a perda de património natural deixa-me profundamente triste. Para mim, os ecossistemas são os melhores legados que poderemos deixar para as gerações futuras e vê-los desaparecer assim...

Vespinha disse...

Há dias ouvi que um sujeito que provocou um grande incêndio por ter conduzido alccolizado um carro com as jantes a deitar chispas vai ter uma pena de 2 anos. Que vergonha... Estou como o PR, que o inverno não nos faça esquecer verões como este é que alguma coisa se faça.