25 de setembro de 2017

O batizado das minhas gabirus


Já lá vão quase 4 meses e eu praticamente não falei aqui do batizado delas, apesar de ter sido um dos dias mais importantes das nossas vidas. À semelhança do que aconteceu comigo há 43 anos, quis batizá-las no dia em que fizeram um ano. Não apenas para seguir a tradição, mas sobretudo para comemorar com a nossa família um ano de vida das miúdas e um ano da minha sobrevivência. Mas vamos à cerimónia.

O dia: 3 de junho de 2017.

O local: Igreja da Divina Misericórdia, em Alfragide, e Conversas na Gandarinha, no Centro Cultural de Cascais.



Os padrinhos: O tio Miguel, meu irmão que faço questão que um dia me substitua se tal for necessário, e a Ana Gata, uma amiga do coração e que conheci graças à blogosfera.


Os convidados: Toda a família exceto a prima Margarida que estava fora do país. Quando digo toda é mesmo toda, tendo sido a primeira ocasião em que todos se juntaram.

O tema: A família e a celebração da vida.




As cores: Verde e cor de laranja, as cores da Maria e da Luísa, respetivamente, graças às pulseirinhas de seda que as acompanham desde que nasceram. E bolinhas por todo o lado, a lembrar a decoração do quarto delas.




A decoração: Fui eu quem pensou em tudo, tendo tido a ajuda do meu irmão na execução de algumas peças. Elas iam de vestido branco, muito simples, complementado com uma florzinha na cabeca e com umas merceditas verdes e cor de laranja. No restaurante, as mesas tinham os nomes dos bisavós, sempre presentes nas nossas vidas. E, à entrada, uma pequena oliveira foi ornamentada com fotografias de toda a família, a que cá está fisicamente e a que cá está no coração.







O(s) bolo(s): Verde o da Maria, cor de laranja o da Luísa, e branco com bolas verdes e cor de laranja o do batizado. Todos entrelaçados uns nos outros e confecionados na Cakemania, depois de desenhados por mim.




As lembranças: Cada convidado recebeu uma caixinha de lápis de cor decorada com as cores delas. E com eles todos tiveram de, em folhas de papel, escreverem mensagens para um dia serem lidas pela Maria e pela Luísa. A minha mãe também preparou uma surpresa, flores de pano feitas por ela.


Um dia que criou recordações muito mais felizes do que as que tínhamos de um ano antes.

11 comentários:

CAP CRÉUS disse...

Muito engraçado e claro. Muitos Parabéns.
Todos muito bem!

Vespinha disse...

Obrigada! ;)

Anónimo disse...

Simples e bonito. Posso fazer uma pergunta, se não levar a mal? O pai das filhotas nunca aparece porquê? É apenas curiosidade, nada mais. Sinta-se à vontade para responder "não respondo a isso". :)

Marta

Vespinha disse...

Não há problema em dizê-lo. Elas são apenas minhas filhas, sou mãe sem parceiro. Apenas sei que metade delas vem de Espanha, o resto hei de explicar-lhes um dia. :)

Anónimo disse...

E faz muito bem. Obrigada pela resposta, não era obrigada a dizer nada e eu teria compreendido. Foi muito simpático da sua parte.
Felicidades para as suas filhotas!

Marta

Anónimo disse...

E faz muito bem. Obrigada pela resposta, não era obrigada a dizer nada e eu teria compreendido. Foi muito simpático da sua parte.
Felicidades para as suas filhotas!

Marta

João disse...

Somos felizes quando os nossos também o são. Um dia compreenderás melhor

Anónimo disse...

os meus parabéns em "dose dupla".:)

Vespinha disse...

Marta, fi-lo ao ver os anos a passar, porque queria muito ser mãe. E tive a sorte de ter as duas, de outra forma nunca teria mais do que um filho. :)

Papá, já sei o que isso é. :)

P P disse...

Tanto amor, só amor. E mais não digo porque não há mesmo nada a dizer um bem haja a todos. Essas meninas serão as vespas do futuro... Adoro a ligação que tens com o teu irmão, enfim, adoro tudo o que fazes por e com elas...

Vespinha disse...

Elas são umas grandes marotas, mas acima de tudo umas meninas muito desejadas e muito especiais. :)