12 de dezembro de 2017

A regra dos quatro presentes

É certo que a maioria das nossas crianças recebe no Natal presentes de mais, tantos que acaba por não valorizar a sério a maior parte deles. Além de, por serem educadas assim, começarem a acreditar que são o centro do universo.

Para a Luísa e a Maria, confesso que tinha planeado não lhes oferecer nada este Natal, tendo em conta a quantidade de coisas que já têm (e que até não são muitas comparando com outras crianças) e o que sei que outras pessoas lhes vão dar.

Mas acabei por ceder e vou dar um triciclo a cada uma, em madeira e sem pedais. Isto apenas porque acho que não é um brinquedo como os outros, mas algo que lhes vai estimular o equilíbrio, a motricidade e abrir terreno para, mais tarde, andarem num triciclo a pedais e depois numa bicicleta.

Há dias li uma regra muito interessante para os presentes a dar às crianças, de modo que os valorizem e que não se tornem hipermimadas:
- um presente para vestirem;
- um para lerem;
- um que realmente desejem;
- e um de que necessitem.

É claro que é quase uma utopia conseguir que isto se realize, uma vez que não conseguimos controlar o que terceiros dão aos nossos filhos, mas não deixa de ser uma regra interessante.

3 comentários:

GATA disse...

Se a Maria e a Luísa não existissem, apenas comprava uma prenda de Natal: para a minha mãe e mais ninguém. Mas os miminos para as minhas meninas foram comprados - e serão ofertados - com o coração! <3

Ana Chagas disse...



Adoro essa tua linha de pensamento, na qual me revejo totalmente.
Também acredito que os presentes em excesso faz com que não se aprecie a intenção e o valor de cada um deles.

Vespinha disse...

Ana, eu bem que pedi, mas elas foram inundadas de presentes na mesma. Escusado será dizer que os irão recebendo gradualmente ao longo do ano...

Gata, tu és diferente, tu é a MADRINHA! :)