26 de julho de 2014

Estes são os meus avós (republicação)

A Babá e o Vovô (avós maternos).

 

A Avó Luísa e o Avô João (avós paternos).


Todos deixaram-nos há demasiados anos, mas continuam sempre ao nosso lado. No Dia dos Avós, como em quase todos os outros dias, não podia deixar de ter saudades deles.

16 comentários:

CAP CRÉUS disse...

A morte é uma grande merda! :-(

Vespinha disse...

É injusta em todos os casos... E os meus avós morreram todos muito cedo, os maternos com 70 e poucos, os paternos com 60 e poucos. Se fossem vivos estariam todos na casa dos 80, o que ainda é muito comum entre os avós dos meus amigos... Aconselho a quem pode a aproveitá-los e mimá-los bem.

Alex disse...

Também já não tenho nenhum dos meus. E foi tão bom enquanto cá estiveram...

joao disse...

em pouco mais de um ano perdi todos os meus ascendentes. um horror!...mas reforcei o meu amor fraternal...

Vespinha disse...

Bem sei... mas o contraponto também é muito bom. :)

Mary disse...

Tenho muitas saudades de dois destes rostos...

Vespinha disse...

Eu sei...

barreto disse...

Olá. Não te conheço pessoalmente e já nem sei como aqui cheguei, Mas tem sido muito bom ler-te. Sorvi muitos dos teus postais. Num instante.
Dei com estes dos avós e estarreci... É bom tê-los. Ainda tenho 3 dos meus.
A notícia da morte do primeiro a viajar para as estrelinhas (como digo à francisca, minha filha de 4 anos) fui eu que a recebi. Fará 2ª feira 15 anos e aos 18 foi difícil de engolir. Muito e ainda hoje é.
Foi quem mais me ensinou e marcou em 33 Primaveras. Rude. Manusear ferramentas minuciosamente herdei-o dele, de certeza. Do Avô Barreto. Marinheiro rijo. Homem como nunca haverá. Pescou à linha, bacalhaus em mares gelados. Aprumou lugres e navios melhor que capitães. A Avó Lena, a Dolores e o Avô João não têm mais que a 4ª classe, tiraram do mar e da terra o que a Natureza deu. E deram-nos tudo. Estão a ficar velhotes. Vivo na Casa da Avó Lena e do Avô Barreto e a Francisca tem o nome de um meu Bisavô. Aprendi com todos eles e devo-lhes tudo o que sou hoje e o que ensino à Francica, tem muito da vivência diária com eles. AMO-OS. Obrigado e desculpa este longo suspiro. É para todos os AVÓS.

Vespinha disse...

Olá Barreto, é linda a relação com os teus avós, e essa aprendizagem que relatas sinto-a muitíssimo em relação aos meus avós maternos.

Ela, a minha Babá, já morreu há 17 anos, tinha eu 22. O dia mais triste e desesperante da minha vida. De repente, uma das pessoas mais enérgicas que conheci e das que mais me ensinou já não estava ali, sem qualquer aviso, devido a um maldito coágulo que rebentou. O meu avô paterno, o Vovô, desistiu de viver 4 anos depois. Sem qualquer doença, simplesmente recusou comida e quis ir-se lentamente, no espaço de uma semana.

Os paternos, infelizmente, conheci-os muito mal, talvez por também terem desaparecido ainda mais cedo...

Se hoje tivesse avós vivos, nenhum ainda teria 90 anos, houve tanta coisa que ficou por aprender... Tenho muitas saudades deles.

Katy Single disse...

Não tenho avós, nem fotos tenho deles. Até porque, alguns já tinha falecido antes de eu nascer :((

Carla Pereira disse...

Só me resta enviar-te um grande beijinho e dizer-te, uma vez mais, que és uma das nossas netas blogosféricas favoritas

Vespinha disse...

Late, que pena. As recordações são boas, apesar de às vezes doerem...

Carla, você também são, e sabem bem a admiração que tenho pela vossa opção de vida! :)

Ana Chagas disse...



Lindos Avós, Vespinha! <3

A mim, resta-me (e que seja por muitos mais anos!)o meu avô materno, quase na casa dos 90.
A verdade é que embora eles partam, nunca deixam de estar connosco. :)

Ana Chagas disse...



Lindos Avós, Vespinha! <3

A mim, resta-me (e que seja por muitos mais anos!)o meu avô materno, quase na casa dos 90.
A verdade é que embora eles partam, nunca deixam de estar connosco. :)

Vespinha disse...

Tens razão, sei que estão comigo todos os dias. :)

Leana disse...

Só tive uma avó, que partiu há muitos (tantos) anos mas que está presente diariamente na minha vida. Não há UM dia que não me lembre dela... :(