25 de janeiro de 2016

Nojo de gente


Acho que pagava, a sério que pagava, para saber o que sente uma «pessoa» ao fazer uma coisa destas. Eu se a apanhasse dava-lhe um pontapé no rabo.

18 comentários:

Sérgio S disse...

mas afinal que te fizeram?

Pink Poison disse...

Credo, ainda se fosse a mim que falo mal de meio mundo mas ti, é foi Alfa ou Seat?

Pink Poison disse...

Isso terá sido de propósito?
Se foi acidental, ninguém deixa telefone para pagar a despesa, sabes como é...

Ana Chagas disse...



Triste!

Vespinha disse...

Um risco profundo na carrinha, feito de propósito provavelmente com uma chave. Ontem, no Parque das Nações, entre as 11h30 e as 12h00, numa zona muito pacífica onde praticamente só passam famílias. A carrinha estava bem estacionada, em local visível, não percebo porque fizeram isto... Já me tinha acontecido baterem e fugirem, agora isto... Cambada!

Vespinha disse...

Pink, já há uns bons anos bateram-me no jipe e deixaram um bilhete. Quando liguei para o número, não estava atribuído! Devia estar alguém a ver, e deixaram o papel com um telefone falso para disfarçar...

CAP CRÉUS disse...

Um pontapé no rabo?
És mesmo bem educadinha.

Se calhar se tivesses a carrinha em cima da passadeira, ninguém faria nada.

Por isso, e por vezes, defendo, o "olho por olho, dente por dente".

Pink Poison disse...

É o que eu digo, tu não merecias uma coisa destas... mas que coisa...

Sérgio S disse...

Há coisa de um mes gamaram-me uma tampa que se mete no pára-choques da frente que serve para tapar um dos ganchos usados para rebocar o carro. Digo que foi gamada porque aquilo tem um ganchos enormes para agarrar e é praticamente impossível que tenha caído por sí, até porque não tenho qualquer toque no pára-choques. Alguém precisava de uma igual e aproveitou a minha, e lá foram €40 euros por uma tampa nova.

Vespinha disse...

Antigamente faziam isso com as antenas de enroscar, alguém as roubava e depois iam roubá-las aos outros... Neste caso, nem é por necessidade ou por não quererem gastar dinheiro, é maldade ou idotice pura.

Pink Poison disse...

Eu até acredito na maldade das pessoas, e na patosquisce pura e fazer sem querer, mas aí podiam bem dizer que foram, mesmo que não possam pagar, fica bem e não te deixavam a ti tão nervosa.

Vespinha disse...

Eu não fiquei nervosa, só com MUITA raiva! ;)

Ana Chagas disse...



Há anos tivemos que mandar arranjar uma das fechaduras porque tinham enfiando um plástico qualquer lá para dentro. Uma dor de cabeça.
Fiquei convencida que foi uma criancinha. Uma brincadeira que nos saiu cara. A partir daí chamo sempre a atenção quando vejo crianças a mexer em carros que não pertencem à sua família. Passei a ser totalmente desbocada. Hoje sou pessoa para dizer algo como "Não se mexe no carros dos outros. Queres estragar, vai estragar o do paizinho!"

Pink Poison disse...

@Ana Chagas, é isso mesmo !

Vespinha disse...

Ana, acho que também vou passar a perder a vergonha. :)

Ana Chagas disse...


Já fui uma pessoa muito mais contida, por vergonha de dizer ou fazer algo. Torna-se realmente mais fácil mudar de atitude quando o silêncio começa a pesar na carteira. Em troca, como acredito na reciprocidade, também não permito que o meu cão se chegue aos carros dos outros, e faça o chichizinho nas jantes como vejo tantos por aí.

Pink Poison disse...

Pois que eu estava no meu sótão, quando o filho de um vizinho meu abre e fecha a porta.

Discurso do pai" Não abras que pode estar aí alguém"

Saí disparada e perguntei, ""olhe e que tal o seu filho nunca mais tocar na minha porta, porque não é dele? Ou se eu não estivesse e a porta estivesse destrancada, entrava por aqui adentro?"

sem comentários

Vespinha disse...

Ana, também já fui mais reservada, mas há coisas que ainda não consigo dizer, se bem que faça uns olhares um bocado assustadores... Mas acho que não fazem medo a ninguém! :)

Pink, os miúdos infelizmente estão cada vez mais mal-educados, graças a esta tendência que dita que devem ser livres e fazer o que lhes apetece... Garanto que quando tiver os meus tudo farei para que sigam regras, as nossas, que uns dias serão as deles. Tudo começa de bem pequenino...